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BSB, 30/8- A MRV, maior construtora de baixa renda do país, estreia no segmento de shopping centers. A MRV LOG, braço de imóveis comerciais da empresa, lança no domingo a pedra fundamental do Giardino Shopping, em Contagem, Minas Gerais. O shopping será construído em área de cerca de 64 mil metros quadrados e terá mais de 300 lojas distribuídas em três pavimentos. As obras serão iniciadas em 2011. Seguindo a tendência de uso misto, no mesmo terreno haverá um hipermercado integrado a uma loja de bricolagem, três torres corporativas com salas comerciais, um centro médico e uma área externa de restaurantes. A MRV LOG conta com cerca de R$ 200 milhões em ativos e deve ter disponíveis, este ano, 70 mil m2 de área bruta locável.   
BSB, 24/8- Diante de um mercado muito incerto, os ativos imobiliários vêm roubando a cena. Em apenas uma semana, cerca de R$ 2 bilhões em ofertas de fundos imobiliários coordenadas pelo BTG Pactual ingressaram na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Para se ter ideia, o valor total de R$ 5,519 bilhões deste ano, considerando as operações em análise, as registradas e as dispensadas de registro, já supera os R$ 3,445 bilhões registrados no ano passado. Os aluguéis comerciais de grandes empresas são o foco do fundo imobiliário RB Capital Renda II, cuja oferta soma R$ 190 milhões. Serão emitidas 2,563 milhões de cotas, cada uma com valor unitário de R$ 74,12. O mínimo para investir é de 68 cotas, o que significa uma aplicação inicial de R$ 5.040,16. O coordenador-líder da oferta é o BB Investimentos e a administração ficará a cargo da Pentágono Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. Já a RB Capital atuará como consultora imobiliária e gestora. Os recursos captados pela oferta serão destinados à aquisição de seis empreendimentos, construídos sob medida para quatro empresas: AmBev, Leader, Ampla e Agusta. Todos os seis empreendimentos já estão alugados, com contratos com prazo médio de 14 anos. Todos têm contratos de locação chamados de atípicos - se o locatário resolver sair antes de o prazo vencer, ele terá de pagar uma multa referente a todo o saldo remanescente. Pela lei do inquilinato normal, a companhia teria de pagar três aluguéis. Segundo o prospecto da oferta, o objetivo do fundo "consiste na exploração desses empreendimentos, passando a figurar como locador dos contratos de locação atípica já firmados, de modo que o fundo passe a receber diretamente a renda decorrente dos aluguéis". O início do prazo de reserva começa em 30 de agosto e termina em 28 de setembro. A taxa de administração e de gestão é de 0,2% ao ano. O prospeto diz ainda que, de acordo com um estudo de viabilidade realizado, o ganho esperado para o período a se encerrar em outubro d   
BSB, 24/8- Esta é a segunda carteira do gênero estruturada pela RB Capital com foco em imóveis construídos sob medida para empresas. No ano passado, houve a oferta do RB Capital Renda I, que englobava empreendimentos alugados para AmBev, Danfoss, C&A e Leader. Na ocasião, a operação foi coordenada pelos bancos Bradesco BBI e BB Investimentos, no valor de R$ 132 milhões. Além dessa oferta, o Bradesco anunciou ontem que atuará como formador de mercado para as cotas do fundo Mais Shopping Largo 13. O formador de mercado é um agente contratado para garantir um mínimo de negócios, assegurando que o investidor encontrará comprador para as ações quando quiser vendê-las. Esta é a segunda vez que o banco atua como formador de mercado de fundos imobiliários. O primeiro ocorreu com as cotas da carteira Presidente Vargas. Com o anúncio, os investidores que já tiverem aderido à oferta devem confirmar, no prazo de cinco dias úteis contados a partir de ontem, o interesse em continuar na oferta. Caso o aplicador não se manifeste, ficará subentendida a manutenção do interesse. A oferta pública de cotas do Mais Shopping Largo 13 soma R$ 90,840 milhões. São ofertadas 90.840 cotas, no valor de R$ 1 mil cada uma. O investidor deverá adquirir, no entanto, o mínimo de cinco cotas, ou seja, a aplicação inicial é de R$ 5 mil. O investimento máximo é de R$ 1,5 milhão. O prazo de reserva vai até 10 de setembro. Dos recursos captados, 95,1% serão utilizados pelo fundo para a aquisição de 20% a 40% do empreendimento imobiliário "Mais Shopping Largo 13". Com inauguração prevista para outubro de 2010, o shopping está situado no Largo Treze de Maio, no bairro de Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Os outros 4,9% serão destinados ao pagamento dos custos da operação. A taxa de administração é de 0,5% ao ano. O Mais Shopping Largo 13 é um projeto que utilizará lojas modulares, com tamanho entre 10 e 20 metros quadrados. O espaço será alugado ao lojista mediante pagamento de um preço fixo por mê   
BSB, 18/8- A locação de imóveis residenciais no estado de São Paulo voltou a apresentar desempenho negativo no mês de junho, após uma alta registrada em maio. Segundo dados do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) divulgados nesta sexta-feira (13), a locação teve baixa acentuada de 18,73% no sexto mês do ano. Os dados, coletados em 1.864 imobiliárias de 37 cidades, incluindo a capital paulista, identificaram a locação de 3.860 casas e apartamentos em junho. O índice estadual de locação - imóveis alugados por imobiliária - passou de 2,5481 em maio para 2,0708 no mês seguinte. Todas as regiões analisadas pelo Creci-SP, com exceção do litoral, apresentaram quedas. O destaque negativo ficou por conta da capital, onde a locação desceu 29,81% em junho. No interior, as locações caíram 18,61%, enquanto que na região formada pelas cidades do ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema) mais Guarulhos e Osasco, a baixa foi de 8,83%. Já no litoral, evidenciou-se uma elevação de 19,05% no sexto mês do ano. As locações canceladas em junho (2.168) representaram 56,17% dos novos contratos. Ainda segundo o Creci-SP, as casas representaram 59,92% das locações em junho, enquanto os apartamentos ficaram com 40,08%. Os imóveis com aluguel de até R$ 600 foram os preferidos em junho nas cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco, onde tiveram participação de 60,96% no total das locações, e no interior, onde a proporção foi de 55,54%.   
BSB, 12/8- O diretor de Participações da Previ - fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil -, Marco Geovanne Tobias da Silva, afirmou ontem que a entidade vai investir R$ 3 bilhões em imóveis nos próximos seis anos. O objetivo é aumentar a participação dos investimentos imobiliários na carteira do fundo dos atuais 3% para 5%. - Estamos de olho nas oportunidades de imóveis comerciais nas Olimpíadas de 2016 - disse ele, ao participar do seminário "Brasil Competitivo - Estratégias e Desafios", realizado pela agência Standard & Poor's, no Copacabana Palace. Os investimentos da Previ vão se concentrar em Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Além dos imóveis comerciais, também estão na mira investimentos em shoppings centers e em infraestrutura. - Estamos estudando o edital do trem de alta velocidade - revelou o diretor. Atualmente, a Previ já investe na Invepar - Investimentos e Participações em Infraestrutura -, que tem na carteira a concessionária Raposo Tavares, da rodovia paulista, e o Metrô do Rio. Renda variável responde por 39,5% da carteira da Previ Os planos de investimentos fazem parte da estratégia da Previ de diversificar os investimentos para garantir rentabilidade e alternativas de longo prazo, em um cenário de recuo na taxa básicas de juros da economia, que prejudica a rentabilidade dos títulos públicos. Marco Geovanne explicou que é cada vez maior a participação de aposentados no fundo e, com isso, aumenta a exigência para novas fontes de investimentos, além da renda fixa, que permitam o pagamento dos benefícios no futuro. Atualmente, a renda variável detém a maior participação na carteira de investimentos da Previ, com 39,5%, seguida pela renda fixa, com 30,7%. - Existe a necessidade de desenvolvimento do mercado secundário para títulos privados - disse.   
BSB, 12/8- A BR Properties e o BTG Pactual, de André Esteves, compraram juntos o Condomínio Ventura Corporate Towers, no centro na cidade do Rio de Janeiro, por R$ 680 milhões. Segundo fato relevante desta quinta-feira, o empreendimento imobiliário comercial pertencia à Projeto Rio Empreendimentos e tem cerca de 43 mil metros quadrados de área para locação. BR Properties e BTG Pactual terão, cada um, 50% do negócio.   
BSB, 9/6- Depois de passar quase dois anos crescendo organicamente, a Lopes Imobiliária, ancorada em resultados recordes no segundo trimestre, volta a adotar a estratégia da expansão via compra de empresas - caminho adotado, com sucesso, pela concorrente direta BR Brokers. Só nós últimos dois meses, a Lopes anunciou a compra de três novas imobiliárias: Patrimóvel, maior imobiliária do Rio, Self, em Niterói e Vila Nova Conceição (VNC), em São Paulo. O investimento já realizado é de R$ 20 milhões, mas pode chegar a R$ 70 milhões com a compra do controle da Patrimóvel até o fim do ano. O objetivo é, principalmente, investir em empresas com experiência na venda de imóveis usados e consolidar a marca Pronto!. As duas aquisições de menor porte - Self e VNC - atuam exclusivamente com imóveis usados, enquanto a Patrimóvel está nos dois mercados Segundo Marcelo Leone, diretor de relações com investidores da Lopes, a empresa se prepara para fazer novas aquisições nesse segmento. "Temos R$ 132 milhões em caixa e nossa prioridade são as aquisições", afirma. Antes dessas, a Lopes comprou seis imobiliárias, todas com foco na venda de imóveis novos. Depois de se consolidar como uma empresa de lançamentos - foram R$ 6 bilhões entre abril e junho - a Lopes parte para aumentar a fatia de usados, que servem como uma espécie de "hedge" em tempos difíceis. Quando o mercado imobiliário retrai, a primeira reação das incorporadoras é cancelar lançamentos - matéria-prima desse tipo de imobiliária. É uma garantia adicional em relação à concorrência com as empresas de vendas das incorporadoras.   
BSB, 9/6- Mas a Pronto! ainda é bastante pequena para o tamanho da Lopes. Embora tenha crescido 67% do segundo trimestre de 2009 para este ano, a divisão alcançou um volume de vendas de R$ 272 milhões para um total de R$ 3,4 bilhões. "Já estamos consolidados no mercado de novos e queremos crescer no secundário", diz Leone. A divisão de usados, que tinha 17 lojas próprias no fim do ano passado, está com 30 lojas agora. "O mais importante é que a produtividade das lojas saiu de R$ 2 milhões por mês por loja para R$ 3 milhões mensais." Na última ponta da cadeia, as imobiliárias refletem o boom que vive o setor. Com lançamentos de R$ 6 bilhões e vendas de R$ 3,4 bilhões no segundo trimestre, a Lopes alcançou um lucro líquido de R$ 22,6 milhões, alta de 131% sobre o segundo trimestre do ano passado. O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Lajida) atingiu R$ 38,3 milhões, contra R$ 20,7 milhões no segundo trimestre de 2009. A margem Ebitda atingiu 48% e a margem líquida, 29%. Nos primeiros seis meses do ano, a Lopes alcançou R$ 6 bilhões em vendas, quase a metade do total planejado para o ano. O principal destaque do trimestre foram as vendas para classe média e média alta (entre R$ 350 mil e R$ 600 mil), que representaram 44% das unidades vendidas e 39% do valor. As unidades econômicas (abaixo de R$ 150 mil) representaram 4,2 mil unidades ou 34% das 12.369 unidades vendidas pela Lopes. A Credipronto, joint venture entre Lopes e Itaú para financiamento de imóveis usados, atingiu R$ 240 milhões. Com isso, a empresa aumentou a projeção de financiamentos de R$ 350 milhões para R$ 500 milhões em 2010.   
BSB,6/8- A Fannie Mae, um dos principais atores da grande crise imobiliária americama em 2008, informou que seu prejuízo no segundo trimestre deste ano (US$ 1,2 bilhão) diminuiu drasticamente e que a empresa reservou dinheiro para cobrir a maior parte dos prejuízos que espera no futuro, provavelmente reduzindo, mas não eliminando, a necessidade de auxílio adicional dos contribuintes. A gigante no setor de financiamento habitacional, cuja saúde financeira poderá poderá voltar a apresentar problemas se o mercado imobiliário esfriar ainda mais, apresentou o resultado mais positivo desde que o governo federal encampou a companhia, 23 meses atrás.   
BSB, 2/8- Na hora de procurar um imóvel para comprar ou investir, a maioria dos consumidores de alto padrão decide a compra por meio da internet. De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos consumidores. Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados, três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos constatado que é pela internet que conquistamos a venda. O acerto final do negócio é feito pessoalmente, mas a decisão da compra se dá via web”, explicou o sócio-diretor da imobiliária, Alexandre Villas. O diretor segundo tesoureiro do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), Gilberto Yogui, concorda e ressalta que a internet tem se tornado cada vez mais um importante facilitador de vendas. Contudo, diz ele, as pessoas devem observar alguns pontos ao buscarem imóveis por meio da rede. O primeiro deles, explica Yogui, é verificar a seriedade do portal, utilizando somente aqueles que possuem registro no Creci. O diretor também sugere que as pessoas desconfiem de anúncios que não possuem fotos, pois pode ser um indício de problemas. “Quem quer vender deve disponibilizar o máximo de informações, então, quando não há fotos , é possível que o imóvel tenha algum problema de conservação, por exemplo”. Assim, além das fotos, é importante que o consumidor preste atenção se o anúncio traz as seguintes informações: preço, valor do condomínio, do IPTU e se aceita financiamento, lembrando que nenhum negócio deve ser concretizado sem ter sido feita uma visita ao local e uma vistoria em pisos, parte hidráulica, elétrica, entre outros itens.   
BSB, 2/8- O interesse dos investidores no mercado imobiliário tem feito o preço das unidades de médio padrão subir na região Metropolitana de São Paulo no começo deste ano. Nos primeiros seis meses, quando foram lançadas 13.572 unidades de dois dormitórios, o preço médio ficou em torno de R$ 175 mil, enquanto no mesmo período do ano passado, quando os lançamentos somaram 7.653 unidades, o valor médio era de R$ 140 mil, o que aponta para um crescimento de 25%. Já nas unidades de três dormitórios, que somaram 9.372 unidades neste ano, o preço médio nos seis primeiros meses está em R$ 312 mil, contra R$ 231 mil de valor médio nas 4.695 unidades lançadas no mesmo período do ano passado, o que aponta para um crescimento de 35%.   
BSB, 29/7- O XXIII CONACI - Congresso Nacional de Corretores de Imóveis, que vai ocorrer entre 8 e 11 de setembro, foi lançado oficialmente em Florianópolis, em 20 de julho, com um café da manhã para autoridades, imprensa e lideranças do setor imobiliário brasileiro e catarinense. Na oportunidade, foi apresentado o video de divulgação do evento..(http://www.youtube.com/watch?v=lzIwAIBKFGY) Antonio Moser, presidente do Sindimóveis-SC (Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Santa Catarina), ressaltou em discurso que o Congresso no Estado catarinense deve entrar para a história com recorde de público e também pelo pioneirismo em promover a interação dos corretores de imóveis brasileiros com o mercado imobiliário internacional. “Teremos a participação de representantes do setor de países da Europa e dos Estados Unidos, as mesas de negociações internacionais, além de cursos para capacitar os profissionais para trabalharem com as ferramentas que os conectam com o mundo, permitindo a concretização de negócios?, enfatizou. O presidente da Fenaci (Federação Nacional dos Corretores de Imóveis), Carlos Alberto Schmitt de Azevedo, apresentou o site oficial do XXIII CONACI (www.conaci.com.br), destacando que em apenas um mês o site teve mais de três mil acessos. Pelo site, os interessados em participar do Congresso fazem a sua inscrição, tem acesso aos pacotes de viagem, à programação completa, além das informações gerais sobre o evento. .   
BSB, 25/7- O alto poder aquisitivo dos moradores do DF não tem sido suficiente para motivá-los a investir na Bolsa de Valores. Dos 556 mil investidores do Brasil, apenas 17,3 mil são do DF, 3% do total. Mesmo tendo a maior renda per capita média do País, os brasilienses estão em sétimo lugar no ranking de participação no mercado de ações. Consultores do ramo acreditam que a falta de informação e a alta valorização dos imóveis no DF contribuem para a baixa adesão à modalidade – que pode proporcionar rendimento maior do que o obtido em aplicações financeiras tradicionais –, sob risco mais elevado. A cultura inflacionária que reinou no passado, segundo o consultor José Kobori, proprietário da JKobori Investimentos, deixou marcas na população e pode explicar a pequena participação no mercado de ações. Naquela época, a sociedade acreditava que a inflação não corroía o patrimônio em imóveis. Com a chegada da estabilidade econômica, o mercado de capitais cresceu e passou a buscar novos centros. Mas, até hoje, a ideia de investir em imóveis está associada a algo mais seguro. "No DF, a procura por imóveis, principalmente no Plano Piloto, é maior que a oferta e, por isso, existe a peculiaridade da elevada valorização. A opção de comprá-los, como forma de investimento, é muito competitiva. Só quando o investidor tem mais conhecimento financeiro, ele costuma optar pela renda variável", avalia o consultor.   
BSB, 21/7- Os brasileiros estão mais otimistas para comprar imóveis. Em junho, o ICCI (Índice de Confiança do Comprador de Imóvel), teve alta de 8,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo 128,7 pontos. Em relação a maio, houve queda de 1%. Calculado pela imobiliária Lopes, o índice tenta antecipar as tendências de compra de imóveis e a percepção que os potenciais consumidores têm da economia brasileira e da família. A maior alta na confiança foi registrada no segmento de produtos de alto nível, que subiu 12,2%. Já o segmento econômico teve alta de 3,7%. O Índice de Situação Atual (ISA) cresceu 1,7% frente a maio, chegando a 124,1 pontos, o que denota alta de 23,5% em relação a 2009. O Índice de Expectativa diminuiu 3,4% entre maio e junho, para 132,2 pontos. Frente a 2009, a confiança no futuro também diminuiu (-3,7%). “O decréscimo nesse indicador é explicado pela diminuição de pessoas que esperam uma melhoria na situação financeira da família nos próximos seis meses”, afirma a Lopes. Para compor o índice, são feitas perguntas sobre as situações atuais e dos próximos seis meses sobre a economia brasileira, situação financeira da família e intenção de compra de imóvel. Foram entrevistadas 572 moradores da Grande São Paulo interessados em comprar imóveis. Segundo o levantamento, a intenção de compra atual é alta ou média para 76% dos entrevistados. Essa significativa demanda deverá continuar em 2010, pois 54% afirmam que suas intenções de compra de imóvel serão maiores e 41% iguais nos próximos 6 meses. Entre as características mais desejadas pelos entrevistados, 89% buscam apartamento, contra 7% que estão procurando uma casa. A maioria tem interesse por um imóvel com 3 dormitórios (60%) e na planta (73%). Apenas 17% buscam imóveis usados.   
BSB, 18/7- Em maio foram comercializados 1.949 imóveis, quantidade 51,4% menor ao quinto mês do ano passado, que registrou a venda de 4.010 unidades, conforme apontou a pesquisa realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Frente a abril, quando foram comercializadas 3.236 moradias, também houve queda (-40%). O VSO (Vendas sobre Ofertas), que mede o desempenho entre o total de unidades vendidas e a oferta existente, também apresentou queda. De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, o VSO de maio ficou em 16,8%, frente aos 25,3% registrados em abril. Por outro lado, de janeiro a maio deste ano, foram vendidas 13.646 unidades, o que corresponde a um crescimento de 26,4% em comparação às 10.794 moradias comercializadas no mesmo período do ano passado. Considerando os valores movimentados, houve alta de 59,3%, já que o VGV (Valor Global de Vendas) acumulado é de R$ 5,17 bilhões, frente aos R$ 3,25 bilhões registrados entre janeiro e maio do ano passado. De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), o total de lançamentos acumulado no ano até maio na cidade de São Paulo chegou a 10.736 unidades, com alta de 66,8% em relação às 6.435 moradias lançadas nos primeiros cinco meses de 2009. Em maio, os imóveis de três dormitórios responderam por 38% do total, com 741 unidades vendidas. Na sequência, vêm os imóveis com quatro quartos, que representaram 27,2%, e de dois dormitórios, que corresponderam a 23,3% do total de imóveis novos vendidos na capital paulista. No acumulado do ano, os imóveis de três quartos também lideraram em participação, com 35,9% das habitações vendidas. As unidades de dois dormitórios vêm em seguida, com 34% das vendas.   
BSB, 14/7- Comprar imóveis para alugar a terceiros ainda é uma forma segura de garantir renda extra mensal, sobretudo no longo prazo. Investir em imóveis pequenos, com boa localização e diversificar entre pontos residenciais e comerciais são algumas das recomendações de especialistas para que a rentabilidade fique de acordo com a esperada. Segundo dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), cerca de 70% das locações residenciais do Estado de São Paulo têm aluguéis inferiores a R$ 800. A forte demanda por imóveis de menor custo é a justificativa dos especialistas para a recomendação de aquisição desses tipos de pontos. "Se você tem R$ 600 mil, é melhor comprar três imóveis de R$ 200 mil do que um com o total da poupança", afirma o economista Marcos Silvestre. Os especialistas também recomendam que os imóveis sejam em bairros diferentes. "Assim você garante que haverá sucesso nas locações", diz Alexandre Assaf Neto, pesquisador do Instituto Assaf. Cálculos do Creci-SP mostram que o aluguel das casas para a classe média baixa são de até 1% do valor do imóvel. Os de classe média alta não superam 0,5% do valor total do imóvel. "Quanto menor o imóvel, mais alto é o porcentual de lucro com o aluguel", confirma Augusto Viana, presidente do conselho dos corretores. Faça detalhada avaliação antes de comprar imóvel financiado para investimento. Os juros do empréstimo podem prejudicar a rentabilidade do investimento Imóveis menos sofisticados são mais fáceis de alugar. Portanto, é melhor ter três pequenos imóveis do que um grande Diversificar os bairros também é bom negócio Não se esqueça de incluir gastos com documentação nos custos do investimento Imóveis residenciais ou comerciais próximos às estações de metrô são mais fáceis de alugar Para obter melhor rentabilidade, o ideal é comprar imóveis ainda na planta. Após a conclusão da obra, a valorização pode ser de até 20%   
BSB, 7/7- Com a desvalorização da libra, os estrangeiros respondem por mais da metade do mercado de imóveis "prime" (valores acima de 2 milhões de libras) em Londres, e os brasileiros também aproveitam as oportunidades. Estudo da imobiliária Knight Frank mostra que os estrangeiros responderam por 51% das compras entre julho de 2009 e junho deste ano, três pontos percentuais mais que na metade de 2009. Em 2008, eles respondiam por 30% das aquisições. A participação dos brasileiros ainda é pequena, mas começa a ser notada. Pela primeira vez, eles aparecem entre os 20 primeiros, com 0,9% das compras de imóveis em Londres por parte dos estrangeiros. Em 2009, o real foi a moeda que mais se valorizou ante a libra esterlina. E, neste ano, a moeda brasileira já subiu pouco mais de 4%. No mercado de alto luxo (imóveis acima de 5 milhões de libras esterlinas), a participação dos estrangeiros nas compras é ainda maior: 68%.   
BSB, 30/6- A Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, deve injetar na economia R$ 142,39 bilhões nesses próximos quatro anos, segundo estudo divulgado pela consultoria Ernest & Young em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Desse montante, segundo o levantamento, haverá gastos de R$ 29,60 bilhões - incluindo investimento direto de R$ 22,46 bilhões em infraestrutura e organização e R$ 5,94 bilhões de despesas de visitantes e R$ 1,18 bilhão de despesas operacionais - e outros R$ 112,79 bilhões serão movimentados pela competição. O levantamento aponta ainda que os setores mais beneficiados pela realização da Copa no Brasil serão os da construção civil, alimentos e bebidas, serviços prestados às empresas, de Utilidade público e de informação. No total, essas áreas deverão ter incremento na produção de R$ 50,18 bilhões. Somente em investimentos de in-fraestrutura e organização do Mundial no Brasil, serão gastos R$ 22,46 bilhões. Da previsão de gastos (R$ 29 bilhões), 42% deverão vir do setor   
BSB, 27/6- As vendas de imóveis residenciais usados nos EUA contrariaram as previsões e caíram em maio, após o fim do plano de estímulo do governo ter abalado os negócios e ampliado os receios de que o mercado residencial possa ter uma "recaída recessiva". A venda de casas usadas recuou 2,2% em relação a abril, para o total anualizado ajustado de 5,66 milhões de imóveis, segundo a Associação Nacional de Corretores de Imóveis (NAR, na sigla em inglês). A previsão do mercado era de alta de 6% entre abril e maio. O declínio marca uma reviravolta acentuada em comparação ao aumento de 8% verificado em abril. Apesar do declínio mensal em maio, as vendas subiram quase 20% em relação ao mesmo mês de 2009. O economista-chefe da NAR, Lawrence Yun, disse que os números de maio ainda foram beneficiados pelo efeito prolongado do primeiro crédito tributário concedido aos compradores de imóveis, já que a conclusão de muitos acordos foi dificultada por atrasos no processo de financiamento em função do excesso de "short sales", como são conhecidos os acordos de venda de casas a preços inferiores ao saldo devedor do financiamento. As vendas tiveram melhor desempenho na região Oeste, onde houve alta de 4,9%. No Nordeste, despencaram 18,3% em maio. Já o preço dos imóveis vendidos subiu 2,7% nos 12 meses até maio, para US$ 179,6 mil em média. Os compradores do primeiro imóvel, a casa própria, continuaram a guiar as vendas em maio. Eles representaram 46% dos imóveis usados vendidas no mês. Economistas ressaltam que essas compras tendem a sustentar o mercado de imóveis mais baratos. Uma notícia positiva foi a de que o estoque de imóveis excedentes caiu 3,4% no mês passado, deixando 3,89 milhões de casas à venda.   
BSB, 23/6- Quem está procurando imóvel para comprar em São Paulo sabe que os valores estão amargos. A dúvida é: esperar os preços baixarem ou comprar antes que subam mais? Especialistas são unânimes na recomendação da compra imediata e alertam que quem esperar poderá pagar valores ainda mais altos. Os "culpados" pelo avanço nos preços são a falta de grandes terrenos disponíveis - até as regiões que antes eram menosprezadas estão valorizadas - e a forte demanda da população, que está com salários mais altos e tem crédito cada vez mais fácil (ler mais na página ao lado). Para se ter uma ideia do tamanho dessa demanda, de janeiro a março, foram vendidos, só na cidade de São Paulo, 8.461 imóveis novos, além de outros 4.676 usados. Trata-se de um crescimento de cerca de 2% sobre o trimestre anterior. E as projeções do setor para as vendas são tão elevadas quanto os números obtidos no período passado. "Por pelo menos mais cinco anos, a demanda vai continuar nesse ritmo e, pelo mesmo período, o preço dos imóveis continuará no embalo de forte alta", afirma Denise Labate Vasconcellos, professora do Mackenzie e especialista em mercado imobiliário. Apesar dos preços elevados, especialistas salientam que nunca antes na história do País o crédito imobiliário esteve tão acessível à população. A Caixa é, com larga folga, a líder na concessão de crédito imobiliário, com mais de 90% do total de financiamentos fechados nos últimos 12 meses, segundo dados do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP). Por meio de comunicado, o banco estatal informa que foram "ampliados prazos para até 30 anos, cotas de financiamento de até 90% (do valor do imóvel) e, em alguns casos, até 100%".   
BSB, 19/6- A diretoria da AlphaVille Urbanismo anunciou o lançamento do primeiro residencial AlphaVille no Distrito Federal. O empreendimento, que ocupará uma área de 20 milhões de metros quadrados, fica na Rodovia DF 140, Km 13,5, na divisa do DF com Goiás. O projeto tem o objetivo de oferecer qualidade de vida, promover o desenvolvimento socioeconômico, estabelecer um polo imobiliário sustentável e de alto-padrão na divisa entre Brasília e Goiás. Para tanto, a AlphaVille realizou uma série de estudos minuciosos do local, desde ambiental até sobre o comportamento de consumo e a cultura local. Um trabalho que envolveu equipes multidisciplinares da AlphaVille Urbanismo, a norte-americana EACOM, uma das maiores empresas em desenvolvimento urbano do mundo e responsável em conjunto com a Habitat Urbano, pelo Master Plan do projeto, incluindo futuras expansões. O primeiro AlphaVille de Brasília, o Residencial 1, que compõe a primeira fase do empreendimento, terá 498 lotes residenciais que medem de 500 m2 a 1.100 m2 com frente para um parque público. Existe limite de altura para as construções residencias e comerciais, não haverá muro entre as edificações. O paisagismo é de Renata Tilli. O clube que abrigara o complexo de lazer terá 54 mil metros quadrados. Todas as áreas comuns serão entregues equipadas e mesmo que o dono do lote não tenha construído sua casa poderá usar o clube.   
BSB, 14/6- O Credit Suisse começou a negociar com investidores a venda das últimas partes de sua carteira de empréstimos imobiliários comerciais que aguardavam securitização antes do crash do setor imobiliário. O banco de investimento suíço tem cerca de 2,7 bilhões de francos suíços (US$ 2,3 bilhões) em hipotecas comerciais, segundo o balancete do primeiro trimestre, tendo já reduzido significativamente sua exposição às dívidas imobiliárias nos últimos três anos. O banco tinha uma carteira de empréstimos imobiliários de 36 bilhões de francos suíços em 2007, mas vendeu a maior parte das posições durante a retração do mercado imobiliário. O Credit Suisse foi um dos emprestadores mais ativos durante o boom imobiliário, mas acabou com um acúmulo de empréstimos depois que o mercado de dívida securitizada secou devido a uma combinação de crash do setor imobiliário e falta de liquidez nos mercados financeiros depois do colapso do Lehman Brothers. O Credit Suisse iniciou discussões com uma série de investidores, que incluem grupos de private equity como o Apollo, visando a venda de títulos de dívida, que poderá reduzir a grande exposição que o banco tem às hipotecas comerciais. Segundo os últimos resultados divulgados pelo Credit, ele reduziu em mais de 50% o valor de seus empréstimos imobiliários comerciais, embora analistas acreditem que qualquer venda será feita acima do valor contábil por causa da valorização de muitos mercados imobiliários nos últimos seis meses. O Crédit Suisse não quis comentar o assunto. Os empréstimos restantes estão securitizados contra propriedades na Europa, Ásia e EUA, e acredita-se que eles sejam parte do estoque que o banco tem de títulos lastreados em hipotecas comerciais. Quase metade dele garante propriedades na Alemanha e outros países da Europa continental, divididas entre escritórios, imóveis comerciais, hotéis e prédios de apartamentos.   
BSB, 8/6- Com pouca oferta, os lançamentos de imóveis na badalada região do Itaim Paulista costumam ser bem movimentados - regados a champanhe e canapés, parecem mais uma festa. O burburinho em um plantão de vendas do bairro, no último fim de semana, não fugiu à regra. O que chama a atenção, nesse caso, é que os compradores estavam dispostos a pagar R$ 600 mil por um apartamento de 70 metros quadrados sem paredes. Sim, daqui a quase três anos, os proprietários receberão um espaço amplo com um luxuoso banheiro dentro. E nada mais. A apropriada combinação entre boa dose de marketing, mais um tanto de charme no projeto, consumidores ávidos por novidades e um mercado imobiliário aquecido surtiram efeito. Mais até do que poderia imaginar o "pai" do não tão novo - mas ao que tudo indica, até o momento, eficaz - conceito de incorporação. José Paim de Andrade, que foi sócio e presidente da Rossi por cerca de 20 anos, criou a Max Casa em 2006: repaginou o loft e está vendendo acima da média de mercado. Com o apelo da customização, consegue vender 70 m2 ao preço de apartamento convencional de até três suítes. Com o dobro do preço do lançamento anterior, o projeto do Itaim teve mais de 60% de vendas nos dois primeiros dias. Segundo Paim, havia tantos investidores interessados na compra que ele aumentou a entrada de 20% para 30% e só permitiu a compra de um segundo apartamento com tabela curta, até as chaves. "É um investidor de curto prazo que quer sair daqui a pouco", diz. "Se o mercado vira, ele desiste. Prefiro vender para o consumidor final." O interesse dos investidores mostra que eles ainda enxergam um potencial de valorização sobre um preço já elevado. Mesmo assim o empreendimento não foi o "arrasa quarteirão" que corretores e a própria empresa esperavam. Com um preço mais razoável, cerca de R$ 300 mil por unidade, o lançamento anterior, na Vila Leopoldina, provocou fila de madrugada e estava totalmente vendido em 24 horas.   
BSB, 1/6- Apesar do aumento nas vendas, o preço de imóveis de alto padrão não deve apresentar elevações em 2010. Ao menos esta é a previsão da Imóvel A Consultores Associados, imobiliária especializada na comercialização deste tipo de imóvel em São Paulo. “Percebemos um aumento na liquidez. Pode haver valorização no médio prazo, mas dependerá da manutenção do atual ritmo de crescimento da economia brasileira”, explica o sócio diretor da imobiliária, Alexandre Villas. Ainda de acordo com a Imóvel A, o preço de imóveis residenciais de alto padrão, entre casas, apartamentos e coberturas, pode variar de R$ 2 milhões a R$ 20 milhões na capital paulista. Este ano, a imobiliária já movimentou 84 milhões em vendas de imóveis, o que representa um crescimento de 150% em relação ao primeiro semestre do ano passado. Dentre os imóveis mais procurados, estão casas com jardim e piscina e apartamentos com diferenciais de acabamento, infraestrutura da área comum e investimento em segurança. No que diz respeito aos bairros, Jardim América, Vila Nova Conceição e Cidade Jardim são os mais procurados, sobretudo por compradores que desejam adquirir imóveis novos, especialmente casas.   
BSB, 26/5- Bastou o megainvestidor americano Sam Zell, velho conhecido do mercado, anunciar que pretende colocar mais dinheiro em construtoras no Brasil para os operadores de plantão voltarem para o setor na tentativa de surfar a onda. O curioso é que, uma semana atrás, esse mesmo investidor derrubou o mercado local de construção, ao anunciar a redução de participação na Gafisa, empresa que estava, e continua, no seu portfólio desde 2005. Na ocasião, a notícia soou como uma espécie de toque de recolher para um segmento que já vinha sofrendo na bolsa com a turbulência externa. "A leitura dos investidores foi de que, se um tradicional investidor do setor estava saindo, não havia motivos para ficar", explica o analista de construção civil da corretora Spinelli, Kleber Hernandez. A confiança dos investidores ficou abalada com a notícia, reitera o analista do setor na Ativa, Armando Halfeld. Mas o que se percebeu ontem foi que Sam Zell, na verdade, estava fazendo uma realocação de portfólio, acrescenta Halfeld. Ou seja, ele vendeu parte da fatia que detém na Gafisa - a Equity International, da qual é dono, ainda ficou com 7,2% do capital total da empresa - para buscar novas construtoras. Em entrevista à agência Bloomberg, o principal executivo do grupo, Gary Garrant, disse que a empresa está levantando US$ 500 milhões, dos quais dois terços serão aplicados no setor de construção brasileiro, em empresas que atuam nos segmentos residencial e comercial.   
BSB, 26/5- Na contramão do principal índice da Bovespa - que fechou com queda de 2,51%, a 58.192 pontos -, o setor subiu de forma acentuada, com as construtoras ocupando as seis primeiras posições no ranking das maiores altas. A maior valorização do Ibovespa ontem ficou com as ordinárias (ON, com direito a voto) da MRV, que subiram 7,68%. Em seguida, apareceram as ON de Cyrela Brazil Realty, com alta de 5,94%, Agre (+5,84%), PDG Realty (+5,50%), Rossi Residencial (+4,95%) e a própria Gafisa (+3,12%). No ano, contudo, essas ações ainda amargam perdas maiores até que a do Ibovespa. Para se ter ideia, o índice do setor, o Imob, subiu ontem 3,72%, mas ainda perde 19,83% no ano. Já o Ibovespa, com a queda de 2,51% ontem, passou a uma desvalorização de 15,16% em 2010. Essa diferença deve-se ao fato de o setor de construção figurar entre os de maior volatilidade, com oscilações mais fortes que a bolsa, tanto para baixo quanto para cima. Até por isso o atual cenário de crise na Europa tem machucado mais o setor, apesar dos bons fundamentos, afirmam os analistas. Neste ano, as construtoras também tiveram de lidar com as expectativas de alta da taxa Selic. Hoje, isso já não é mais uma pedra no sapato dessas empresas, lembra o chefe de análise da Bradesco Corretora, Carlos Firetti. "Com essa crise, podemos ter um ciclo de alta de juro menos pronunciado e isso pode ser um novo catalisador para o setor", afirma. Não dá para deixar de mencionar que a economia doméstica em plena expansão - não se espera freada brusca - favorece o setor, que já está bem aquecido. As vendas de imóveis continuam crescendo, e os preços estão nas alturas. Com perspectivas tão positivas para o setor, até Sam Zell se surpreendeu com a reação negativa do mercado à venda da fatia na Gafisa, segundo fontes próximas ao investidor.   
BSB, 24/5- A Equity International, do investidor multimilionário Sam Zell, está procurando captar cerca de US$ 500 milhões para aumentar o investimento no mercado imobiliário brasileiro, apostando que o aumento das taxas de juros no País não limitará a demanda, já que a economia cresce no ritmo mais acelerado em vinte anos. A empresa investirá até dois terços do dinheiro em companhias brasileiras vinculadas aos setores de propriedades residenciais e comerciais, e o restante em outros países fora dos Estados Unidos, disse o presidente executivo da Equity International, Gary Garrabrant. Os novos recursos elevarão o capital investido total da empresa, que tem sede em Chicago, para cerca de US$ 2 bilhões. "Nosso entusiasmo pelo Brasil não poderia ser maior", disse Garrabrant, que foi cofundador da Equity International com Zell em 1999, numa entrevista concedida em 18 de maio em São Paulo. "Há uma demanda local sem paralelo." A renda crescente da pujante classe média brasileira assegurará que um ciclo de aumentos de taxas não suprimirá a demanda residencial, disse Garrabrant. A economia crescerá 6,3% este ano, segundo pesquisa do Banco Central publicada esta semana. A renda média mensal dos brasileiros cresceu cerca de 40% nos últimos cinco anos, para cerca de R$ 1.400, segundo o IBGE. Zell está investindo no Brasil depois que, na semana passada, a Equity International vendeu parte de suas ações na Gafisa, a segunda construtora de moradias do País em receita. "Há menos de 400 mil hipotecas no Brasil, e acredito que haja 400 mil hipotecas no bairro de Upper East Side em Manhattan", disse Garrabrant. "Os brasileiros os alcançarão? Sem dívida." O anúncio fez as ações das empresas imobiliárias brasileiras subirem ontem, em um dia em que a Bovespa caiu 3,22%. As ações da MRV subiram 7,68% (ON); as da Cyrela Realty, 5,93% (ON); as da Agre, 5,84% (ON); as da PDG Realty, 5,50% (PN); as da Rossi, 4,95% (ON); e as da Gafisa, 3,11% (ON).   
BSB 22/5- A Direcional Engenharia, uma das maiores incorporadoras e construtoras do país, encerrou o primeiro trimestre com lançamentos de R$ 168,4 milhões (crescimento de R$ 141,1 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, ou seja, um percentual de 53%). As vendas contratadas atingiram R$ 202,9 milhões (R$ 163,9 milhões a mais em relação a 2009, um crescimento de 82%. A receita líquida contabilizada no primeiro trimestre foi de R$ 142,7 milhões, um crescimento de 120% em relação ao ano anterior . O Ebitda (índice que mostra o potencial de geração de caixa de um negócio, pois indica quanto dinheiro é gerado pelos ativos operacionais) ajustado da companhia foi de R$ 42,4 milhões no primeiro trimestre de 2010, enquanto no primeiro trimestre do ano passado havia sido de R$ 18,1 milhões, o que representa um aumento de 134%. No primeiro trimestre de 2010, o lucro líquido ajustado totalizou R$ 37,5 milhões – recorde na companhia – ante os R$ 14,7 milhões obtidos no primeiro trimestre de 2009, o que representa crescimento de 155%.   
BSB, 15/5- A Gávea Investimentos,do expresidente do Banco Central, Armínio Fraga, anunciou a aquisição de 14,5% do capital social da Odebrecht Realizações Imobiliárias, unidade criada em 2007 para abrigar os projetos do setor de imóveis residenciais e comerciais. O valor da negociação, no entanto, não foi divulgado, por questões de confidencialidade. Mas o dinheiro para a sociedade sairá de um fundo da Gávea, de US$ 1,2 bilhão, que já tem participação na Cosan (US$ 180 milhões) e Americanas (R$ 164 milhões), além da RBS Comunicações, retransmissora da Rede Globo no Sul do País e dona do maior jornal da região, o Zero Hora. Neste último caso, o valor também não foi anunciado. Com a nova composição acionária, a Gávea poderá nomear dois representantes para o conselho de administração da empresa. A Odebrecht ficará com 85,5% de participação na companhia e terá cinco representantes. Marcelo Odebrecht, diretor-presidente da holding, será o presidente do conselho da Odebrecht Realizações Imobiliárias, que no ano passado faturou R$ 400 milhões. Para este ano, a expectativa da empresa é quase triplicar o valor das receitas e alcançar R$ 1,1 bilhão. Apesar de atuar na construção de imóveis para todas as classes sociais, uma das grandes apostas da empresa é o programa federal de habitação Minha Casa, Minha Vida. "É claro que há uma série de gargalos que precisam ser solucionados, tanto do lado privado como do lado público", destacou o presidente da unidade imobiliária da Odebrecht, Paul Altit. Até 2011, a empresa espera contratar 40 mil unidades do projeto Bairro Novo (um programa que oferece soluções diferenciadas para o segmento mais econômico), além de 8 mil unidades da primeira Parceria Público Privada (PPP) habitacional do País, diz Altit. O potencial do público de baixa renda foi um dos pontos que pesaram na decisão da Gávea na hora de fechar o negócio. "Podemos dizer que essa foi uma das estrelinhas que brilharam durante as negociações", destacou Luiz Fraga, outro   
BSB, 12/5- Com 19 lojas distribuídas em seis estados brasileiros e no Distrito Federal, a rede francesa Leroy Merlin conquistou o 1º lugar no 11º Ranking Nacional das Lojas de Material de Construção realizado anualmente pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). É a primeira vez que a empresa atinge essa premiação em nível nacional, ultrapassando a C&C, que por nove anos obteve o título. A pesquisa também mostrou que, dentre as líderes estaduais do setor, a Leroy continua à frente nas regiões de São Paulo (capital); São Paulo (interior e litoral) e em Minas Gerais, mantendo o resultado do ranking anterior, de 2008. Outra novidade é a liderança da rede em mais um mercado: o Distrito Federal. Fica evidente também a expansão e a consolidação da empresa, que melhorou a classificação em todos os outros estados em que atua (Paraná, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul). A Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998 e vem inovando o mercado de material de construção.   
BSB, 10/5- As duas empresas registraram crescimento importante nos principais indicadores financeiros e operacionais. A receita operacional líquida da MRV foi de R$ 568 milhões, 108,7% acima dos R$ 272 milhões do primeiro trimestre de 2009. A PDG Realty teve receita de R$ 613,2 milhões, alta de 96% sobre o ano anterior. A MRV vendeu R$ 732 milhões, alta de 70%, e lançou R$ 606 milhões (elevação de 125,7%). A PDG negociou R$ 842 milhões, 101% acima do primeiro trimestre de 2009, e lançou R$ 845,7 milhões. São dois momentos distintos, porém. Apesar da típica sazonalidade do início do ano, os primeiros três meses foram os piores da indústria em 2009. Este ano, além de uma situação financeira mais confortável, as empresas contam com uma resposta mais favorável da demanda. Com tamanhos muito próximos até este trimestre, as duas empresas vão se distanciar com a compra da Agre pela PDG Realty, que, agora, passa a disputar com a Cyrela a primeira posição do setor. Mas não é somente nos números que as diferenças se acentuam a partir de agora. Consideradas sempre as duas grande companhias com melhor representação na baixa renda, a PDG - após a aquisição da Agre - diminui a sua exposição aos imóveis populares. No primeiro trimestre, porém, os números já diferem. Na PDG, 56% das unidades lançadas no segmento econômico estão dentro do programa Minha Casa, Minha Vida - o que representa cerca de 50% do total. Esse número deve ficar abaixo de 40% com a aquisição da Agre, segundo Zeca Grabowsky, presidente da PDG. Na MRV, 81% dos lançamentos são elegíveis ao programa habitacional do governo. A MRV repassou 4,7 mil unidades para a Caixa Econômica Federal nos primeiros três meses do ano. Com uma situação de caixa mais confortável, a MRV teve queda de 61% na dívida líquida, para R$ 148 milhões. A PDG Realty fechou o trimestre com endividamento líquido de R$ 695,4 milhões, queda de 12%. Ambas fizeram emissões de debêntures simples no trimestre.   
BSB, 7/4- A PDG Realty S.A Empreendimentos incorporou as ações da Agre Empreendimentos Imobiliários, criando uma empresa com valor de mercado da ordem de R$ 9 bilhões. Com o negócio, a PDG/Agre passa a disputar com a Cyrela a liderança no ranking de valor de mercado de empresas de capital aberto do setor de construção de edifícios residenciais e empreendimentos imobiliários, que está em expansão. Esse mercado, avaliado em R$ 90 bilhões anuais, deve crescer 10% neste ano, após o aumento de 1% em 2009, segundo estimativa do SindusCon SP, sindicato que reúne as construtoras do Estado. O negócio entre PDG e Agre, que envolveu troca de ações (os acionistas da Agre passam a ser acionistas da PDG), ocorre num momento em que os empresários da construção civil têm boas perspectivas para o desempenho de suas empresas por conta da volta de financiamento para o setor. A PDG, que não descarta a possibilidade de aquisições neste ano, vai continuar com sua meta de ofertar imóveis para todas as classes sociais e em todas as regiões do Brasil. A Agre, que passa a ser subsidiária da PDG, vai se concentrar em moradias para as classes média e alta, segundo Ricardo Setton, vice-presidente de relações com o investidor da Agre.   
BSB, 7/5- O negócio entre PDG e Agre, na avaliação do Sinduscon, não resulta em concentração do setor. Zaidan afirma que existem cerca de 100 mil construtoras no país, das quais 18 mil estão localizadas em São Paulo. A maioria é pequena e média. Cerca de 50 construtoras são consideradas grandes no país. A aquisição da Agre pela PDG deve resultar em lançamentos com valor de venda entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7,5 bilhões neste ano. Com isso, segundo a PDG, a nova empresa ocupará a liderança no setor em lançamentos, superando a estimativa divulgada pela principal concorrente, a Cyrela, de lançar R$ 5,5 bilhões neste ano. No ano passado, os lançamentos da Agre e os da PDG somaram R$ 4,270 bilhões. Os da Cyrela, R$ 4,476 bilhões. Já as vendas da nova empresa, que totalizaram R$ 4,26 bilhões em 2009, superaram as da Cyrela (R$ 3,96 bilhões). Se considerados os terrenos de Agre e PDG, o potencial para lançamentos é da ordem de R$ 29 bilhões. O potencial da Cyrela é de R$ 32 bilhões. Considerando as empresas do setor de construção civil na América Latina e nos Estados Unidos, a Cyrela ocupa a primeira posição em valor de mercado, com U$ 5,245 bilhões, conforme cotação da última segunda-feira, segundo levantamento da Economática. A nova empresa criada por PDG e Agre fica com a segunda posição, com US$ 5,116 bilhões. Já no ranking de vendas, a Cyrela tem a quinta posição e a PDG e Agre, a 12ª posição.   
BSB, 4/5- Interessados em concorrer ao Prêmio Master Imobiliário têm até a próxima sexta-feira (7/5) para fazer suas inscrições. Os presidentes das duas entidades promotoras do evento, a Fiabci/Brasil, Ricardo Yazbek, e João Crestana, do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), prometem repetir, também este ano, uma cerimônia de premiação em grande estilo, em São Paulo, no dia 22 de setembro. Os vencedores na categoria Empreendimentos estarão automaticamente pré-qualificados a concorrer ao Prix d´Excellence, a mais expressiva premiação internacional do setor, anualmente entregue no Congresso Mundial da Fiabci. Em 2010, a festa de premiação do Prix d´Excellence está agendada para Bali, na Indonésia e vários cases do Brasil constam entre as indicações. O Prêmio Master Imobiliário completa sua 16ª. edição. Trabalhos de todos os Estados do País podem concorrer nas categorias Profissionais e Empreendimentos . A modalidade Empreendimentos reúne projetos voltados aos segmentos residencial, comercial, industrial, turístico-hoteleiro e outros, cujas edificações estejam totalmente concluídas. Já na modalidade Profissionais são esperados trabalhos relacionados à indústria imobiliária nas áreas de marketing, administração, comercialização, inovação tecnológica, urbanismo, soluções arquitetônicas, meio ambiente, decoração, design de anteriores, paisagismo, maquetes, artes, perspectivas e estande de vendas, entre os principais.   
BSB, 3/5- Os bancos brasileiros têm disputado o consumidor interessado em comprar a casa própria, principalmente para estreitar o relacionamento com o comprador e poder montar um relacionamento de fidelidade, afirmou o superintendente-executivo de Crédito Imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges. “Existe disputa entre todos os bancos buscando o comprador do imóvel, não só do novo e usado, mas o que compra na planta diretamente pelas construtoras”, afirmou, durante o Congresso Consumidor Moderno de Crédito, Cobrança e Meios de Pagamento. De acordo com ele, esta disputa acontece porque o comprador do imóvel é um potencial cliente da instituição financeira. No mundo, quem adquire uma casa própria costuma obter outros nove produtos financeiros, enquanto que no Brasil este número é de apenas três. “Os bancos procuram os clientes por terem, em seu portfólio, uma gama de produtos para oferecer. O mercado está atuante, forte e nós esperamos que ele continue assim por um bom espaço de tempo”. As instituições, de acordo com Borges, têm um spread de apenas 1 ponto percentual na concessão de crédito imobiliário e vão buscar ganhar na fidelização. O crédito imobiliário cresceu no Brasil devido à estabilidade econômica, ao aumento dos prazos de financiamento, redução nos juros, à regulamentação jurídica adequada e à elevação de percentual de financiamento. “No passado, o rol de documentos que se pedia era em torno de 45 ou 50, mas hoje se pede 13 ou 14 documentos. Hoje, tudo está facilitado para o comprador de imóvel”, disse Borges. No ano passado, segundo dados citados pelo superintendente do Bradesco, os financiamentos imobiliários chegaram a R$ 34 bilhões, mas neste ano deve girar em torno de R$ 45 bilhões.   
BSB, 1/5- No início de abri, na sede do Secovi-SP, a Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico (ADIT) apresentou as novidades do Nordeste Invest 2010, que acontece de 10 a 12 de maio, em Natal (RN), reunindo redes como Marriot International, Starwood Hotels, Accor Hospitallity, Vila Galé e Grupo Hyatt, empresários e investidores de diferentes localidades. Conforme o presidente da Associação, Felipe Cavalcante, a iniciativa é uma ótima oportunidade de se captar novos projetos ao longo do ano. “É o ambiente propício para conhecer o que está acontecendo no mercado turístico-hoteleiro do Brasil e do mundo, fazer contatos e prospectar negócios”, adiciona Carlos Camargo, vice-presidente do Secovi-SP, que apoia a realização. Nesta edição, a expectativa é que a Rodada de Negócios do evento supere em 30% a movimentação do ano passado, chegando à casa dos R$ 580 milhões. O presidente do Secovi-SP, João Crestana, profere palestra no evento. Acesse www.nordesteinvest.com para conferir mais informações sobre a iniciativa.   
BSB, 29/4- No próximo dia 7 de maio começa o Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal, que percorrerá treze grandes cidades até o dia 11 de junho deste ano. Serão oferecidos mais de 450 mil imóveis entre novos, usados e na planta. Só o Programa Minha Casa, Minha Vida irá trabalhar com 200 mil moradias destinadas as famílias com renda superior a três salários mínimos. A primeira cidade a receber o evento será Belém (PA). O evento ainda passará por Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Uberlândia. Nas últimas edições, o Feirão passou por dez localidades. De acordo com a Caixa, a inclusão de Belém, Campinas e Florianópolis deve-se ao fato das regiões terem apresentado destaque no volume dos negócios contratados em habitação. Além das novas localidades, o evento será complementado por mais 41 feiras de menor porte. A sexta edição terá cobertura ao vivo pela internet. Por meio do Twitter e do blog, a equipe de comunicação postará informações, textos, vídeos e fotos. Ainda haverá informações sobre como chegar ao evento, localização dos estandes e até de quantos negócios estão sendo fechados naquele momento. O site www.feirao.caixa.gov.br traz classificados on-line, com a descrição dos imóveis à venda, simulador habitacional e calculadora de renda familiar. O portal disponibiliza, ainda, a lista com os documentos necessários para aquisição da casa própria e permite o preenchimento eletrônico dos formulários necessários para o financiamento. Há também o mapa da região de cada feirão, com as opções de itinerário e de transporte público para os locais. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-0101.   
BSB, 20/4- Os aluguéis de casas e apartamentos contratados em março registraram aumento médio de 10% no acumulado dos últimos 12 meses, de acordo com pesquisa mensal realizada pelo Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) na capital paulista. A alta bem superior a dos diversos índices de preços, considerando que a inflação oficial, medida pelo IPCA, do IBGE, apresentou alta de 5,17%, e o IGP-M, da Fundação Getúlio Vargas, subiu 1,94%, também nos 12 meses encerrados em março. Essa alta representa a maior variação no período de 12 meses desde junho de 2009, quando se observou aumento de 11,33%. Em relação aos valores praticados em fevereiro, os novos contratos de aluguel apresentaram alta de 2%. A maior variação no comparativo de março ante fevereiro foi registrada nos imóveis de até dois quartos, de 2,5%. O aluguel de residências de um quarto registrou alta média de 2%, enquanto a de três dormitórios apresentou a menor alta, de 0,8%. No período, o Índice de Velocidade de Locação (IVL), que mede o intervalo em que o imóvel ficou desocupado, variou de 16 a 34 dias. Casas e sobrados foram alugados mais rapidamente do que os apartamentos em março.   
BSB, 19/4- O presidente do Secovi-DF, Carlos Hiram Bentes David, a respeito das especulações na imprensa, acredita que não há risco de “bolha” imobiliária na capital federal. “O sistema de crédito brasileiro é diferente do americano e, por isso, não corremos o risco de um colapso como o que aconteceu nos Estados Unidos. Nossas instituições estão totalmente resguardadas”, completa Hiram. Segundo o presidente do Sindicato da Habitação, a expansão do crédito imobiliário, realmente, levou a um boom de vendas que afetou os preços do mercado, e quando um imóvel sofre valorização o aluguel não acompanha automaticamente. Não há especulação, o que existe é um hiato natural até que preços de aluguel e venda se reequilibrem e é isso que está acontecendo na capital, o que não tem nada haver com bolha. Infelizmente, o país ainda tem um déficit habitacional altíssimo em torno de 5 milhões de moradias e precisa de incentivos na área. Brasília é uma cidade privilegiada por ter o 2º mercado de imóveis do país, o mais pungente e expressivo!   
BSB, 16/4- O aquecimento do setor de crédito imobiliário e o grande déficit habitacional do país fazem com que a Ativa Corretora tenha boas perspectivas para as ações da incorporadora Brookfield. Com recomendação de compra, o preço considerado justo para cada ação ordinária (ON, com direito a voto) da empresa é de R$ 12,11 para dezembro deste ano. Isso representa um potencial de valorização de 54,4% em relação ao fechamento dos papéis ontem na bolsa. As estimativas levam em conta projeções de resultado que podem não se concretizar, e dependem de condições de mercado.   
BSB, 15/4- Durante a crise econômica, que se disseminou em setembro de 2008, houve redução de 43% no volume de financiamentos das incorporadoras e construtoras no Brasil, de acordo com Rossano Nonino, da Brazilian Finance & Real Estate. De acordo com ele, a recuperação do setor se dará principalmente devido ao segmento residencial, que deve impulsionar o mercado imobiliário brasileiro. “Há uma demanda por imóveis, principalmente da classe média e média baixa, em decorrência dos incentivos governamentais”.Nonino falou, nesta terça-feira (13), durante o segundo dia do Congresso ABVCAP, que acontece no Rio de Janeiro. No processo de retomada do mercado imobiliário, o importante é regulamentar os investimentos no setor, frente à evolução dos produtos e ao aumento do portfólio de investimentos, na opinião de João Santos, da PricewaterhouseCoopers. Na ocasião, Nemer Rahal, da Pátria Investimentos, afirmou que há uma tendência no Brasil de as empresas não serem proprietárias de seus investimentos, prática que já é usual nos Estados Unidos. “No mercado brasileiro, há a cultura da sede própria, estimulada pela taxa de juros e por problemas de regulação”. Ele destacou que a mudança comportamental se reflete na expansão dos projetos que atendem às exigências das empresas em relação ao tipo de imóvel e à localização desejados, chamados projetos built to suit.   
BSB, 9/4- O braço imobiliário da casa de leilões Christie"s -Christie"s Great Estates- está entrando no mercado de imóveis de luxo do Norte/Nordeste. Ontem, em Fortaleza, a empresa fechou parceria com a imobiliária cearense IN"s Brasil para comercializar imóveis no Ceará, no Maranhão, no Pará e no Piauí. A Christie"s Great Estates diz que coloca o seu nome em imóveis, destinados a um público de classe alta, que possuam características como revestimentos em mármore italiano, torneiras folheadas a ouro, campos de golfe privativos e acesso quase particular ao mar. O mercado "premium", que foca imóveis de luxo, movimenta cerca de US$ 5 bilhões por ano no país. Uma casa de praia no condomínio residencial Sítio Água Doce, em Flecheiras, litoral do Ceará, é um exemplo dos imóveis que recebem a chancela do grupo. A "Casa Grande", anunciada no primeiro catálogo da Christie"s Great Estates de 2010, está à venda por US$ 1 milhão e tem 8.000 m2. O vice-presidente para a América Latina e Caribe da empresa, Richard Moeser, diz que o foco dos imóveis são "locais exclusivos" com "vista paradisíaca". Exemplo disso é a casa com porto particular, em St. Barthes, no Caribe, vendida em 2009 por US$ 90 milhões.   
BSB, 9/4- A atualização e revisão das bases contratuais de aluguéis podem aumentar o rendimento dos proprietários em até 15%, na cidade de São Paulo, de acordo com a Lello Condomínios. Quando é feito um novo contrato com o mesmo inquilino (renovação), em alguns casos, é necessário atualizar os valores, pois o aluguel pode estar muito diferente ao de imóveis similares em um mesmo bairro e disponíveis para locação. De acordo com a Lello, os ajustes são bem aceitos pelos inquilinos, em razão de o valor acabar sendo menor do que se eles fossem alugar outro imóvel nas mesmas condições e localização. Conforme a Lei do Inquilinato, todos os contratos são prorrogados automaticamente após o vencimento, vigorando, então, por tempo indeterminado. No entanto, revisar e atualizar bases contratuais são importantes para garantir a segurança do proprietário e do inquilino. A renovação formal de contratos de aluguel residencial cresceu 27% no ano passado, na capital paulista, quando comparada com o ano de 2008.   
BSB, 6/4- A comissão organizadora do XXIII CONACI (Congresso Nacional de Corretores de Imóveis, que será realizado entre os dias 8 e 11 de setembro, reunida em Florianópolis, nos dias 29 e 30 de março, deliberou sobre vários assuntos fundamentais para a realização do evento. Entre conversas com empresas promotoras de grandes congressos e com agências de viagem e turismo - que apresentaram suas propostas de serviços ao CONACI - a comissão definiu boa parte da programação. Serão pelo menos dois fóruns temáticos, cursos e mesas de negociação. Nos fóruns temáticos serão discutidos temas como a internacionalização da atuação do corretor de imóveis e a participação da mulher neste mercado de trabalho. As mesas de negociação trarão para o evento a exposição de grandes empreendimentos - nacionais e internacionais - estimulando parcerias e a concretização de negócios. Os cursos oferecidos durante o Congresso serão de Direito Imobiliário e Avaliação de Imóveis, este último, já realizado há dois anos pelo Sindimóveis-SC com grande sucesso. Outros dois cursos que prometem ser um dos diferenciais deste Congresso, são os de TRC (Transnational Referral Certification) e E-buyer. O TRC qualifica os profissionais para realizarem negócios internacionais e o E-buyer ensina como fazer negócios e se relacionar pela internet com clientes e parceiros de qualquer lugar do mundo.   
BSB, 6/4- O presidente da Fenaci, Carlos Alberto Schmitt de Azevedo, enfatiza que num mundo cada vez mais globalizado é preciso que os profissionais dominem as ferramentas para acompanhar as evoluções. "Esta edição que estamos preparando do CONACI está sendo alicerçada sobre o tripé: conteúdo, turismo e negócios. Conteúdo, porque privilegiamos os temas mais atuais; turismo porque ele será realizado num dos pontos turísticos mais lindos e requisitados do Brasil; e negócios porque o Congresso se tornará ainda mais importante se os participantes saírem dele tendo realizado importantes negócios", explica o dirigente da Fenaci. Para o presidente do Sindimóveis/CE, José Maria Cavalcante Lima, anfitrião da última edição do CONACI, realizada em 2008, em Fortaleza, os preparativos do XXIII CONACI indicam que ele deverá superar o Congresso anterior. "Essa é a tendência, de um superar o outro. Além do mais, só por ser realizado em Florianópolis, que é um atrativo a mais por ser uma cidade espetacular, acredito que teremos recorde de participações", considera José Maria, que participa da comissão organizadora compartilhando sua experiência. O maior evento da categoria no País já tem participantes confirmados de países europeus, como Espanha e França, e norte-americanos. Estarão presentes no XXIII CONACI representantes do consórcio internacional de corretores de imóveis e da associação americana de corretores, que possui o maior portal de imóveis do mundo, tendo no Brasil, o Secovi/SP e a Fenaci como filiados. "Sendo a Federação filiada, todos os corretores associados a algum de nossos Sindicatos, também podem divulgar toda a sua carteira de imóveis neste portal internacional", enfatiza o presidente da Fenaci, Carlos Alberto. Visite do site do evento: www.conaci.com.br   
BSB, 3/4- Essa é uma das principais reclamações dos empresários. Eles alegam que a obrigatoriedade de apresentação de projetos coletivos seria inconstitucional e argumentam que é complicado buscar um acordo com os vizinhos. Na ação, a Associação Comercial também alegou que o prazo de um ano previsto pela Lei 766/08 seria insuficiente para elaboração dos projetos e execução das obras de regularização. O desembargador Romeu Gonzaga Neiva, que concedeu a liminar aos lojistas filiados à Associação Comercial, argumentou que há um risco de “dano irreparável com o imediato cumprimento da ordem de demolição”. O magistrado afirmou, entretanto, que a suspensão das ações de fiscalização será mantida apenas até a análise do mérito da demanda apresentada na ação. A liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal vale apenas para os 280 lojistas associados à entidade. Os outros 2.120 comerciantes estão sujeitos às sanções previstas na lei, caso não apresentem o projeto de regularização dos puxadinhos até segunda-feira. O TJDF ainda vai julgar o mérito do processo e a Procuradoria do Distrito Federal também deve recorrer da decisão   
BSB, 31/3- A Brookfield Incorporações, uma das maiores incorporadoras integradas do Brasil, registrou um lucro líquido de R$ 201,9 milhões no ano de 2009, um crescimento de 72,5% em relação a 2008. O valor obtido no quarto trimestre de 2009 foi de R$ 51,6 milhões. As vendas contratadas da empresa chegaram a R$ 2,3 bilhões em 2009, ou 97% a mais do que o obtido em 2008. A região Centro-Oeste foi responsável por 42,5% desse montante, o que representa R$ 565,5 milhões. O destaque fica por conta do Distrito Federal, que atingiu R$ 336,7 milhões, contra R$ 334,8 milhões em 2008, e R$ 16,0 milhões em 2007. “O segredo do sucesso que obtivemos ao longo de 2009 está diretamente ligado à análise e ao planejamento traçado pela empresa em meio aos problemas internacionais. Utilizando nossa experiência no setor, apostamos no mercado consumidor e mantivemos o nível de lançamentos que havíamos estabelecido”, afirma Nicholas Reade, diretor presidente da Brookfield Incorporações.   
BSB, 29/3- Seguindo o cenário de novembro do ano passado, a locação de imóveis residenciais usados caiu 46,19% em dezembro, de acordo com o Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). Os dados, coletados em 1.342 imobiliárias de 37 cidades do Estado de São Paulo, incluindo a Capital, identificaram a locação de 1.106 casas e apartamentos no último mês do ano. O índice estadual de locação baixou de 0,7473 no mês anterior para 0,3458 em dezembro - data do último levantamento. A região do ABCD, Guarulhos e Osasco se destacou, com queda de 73,22% no número de casas e apartamentos alugados em relação a novembro. No Interior, a queda foi de 62,25%. Já no Litoral, foi registrada uma diminuição de 24,14% no número de imóveis alugados. Na Capital, por sua vez, as locações apresentaram redução de 13,68% no período analisado. Os dados ainda mostraram que o percentual de locações canceladas representou 99,82% do total de locações contratadas no último mês do ano. Em outubro, eram 53,53%. Os imóveis com aluguel de até R$ 800 foram os preferidos em dezembro na cidade de São Paulo e no Litoral, onde tiveram participação de 65,02% e 50%, na ordem, no total das locações. No Interior e na região do ABCD, Guarulhos e Osasco, os imóveis com aluguel de até R$ 600 foram os preferidos. Na primeira região, a proporção foi de 52,05%, e na segunda, de 65,38%. Ainda segundo o levantamento, as casas representaram 61,84% dos novos contratos, enquanto os apartamentos ficaram com 38,16% dos novos contratos de dezembro. No último mês de 2009, na capital paulista, os aluguéis entre R$ 201 e R$ 400 representaram quase 15,97% do total, as locações entre R$ 401 e R$ 600 corresponderam a 20,53% e aquelas entre R$ 601 e R$ 800, a 28,14%, conforme a tabela a seguir:   
BSB, 25/3- A maior parte dos compradores de imóveis usados da cidade de São Paulo optou por pagar o bem à vista em janeiro, segundo indicou pesquisa divulgada na terça-feira (23) pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). No primeiro mês do ano passado, essa forma de pagamento correspondeu a 61,70% das vendas de imóveis, ante uma participação de 38,30% dos financiamentos com bancos. Somente a CEF (Caixa Econômica Federal) atingiu, no período, 34,04% das vendas, sendo a principal instituição de financiamento. Os demais bancos ficaram com participação de 4,26% em janeiro. De acordo com os dados do Creci, em janeiro não foram identificadas negociações realizadas por meio do consórcio. As negociações diretamente com o proprietário também registraram representatividade zero no primeiro mês do ano. Ainda segundo a pesquisa realizada pelo Creci-SP, em janeiro os paulistanos que procuraram imóveis nas zonas C (Aeroporto, Água Branca e Bosque da Saúde) e D (bairros como Água Rasa, Americanópolis e Aricanduva) conseguiram algum desconto sobre os valores inicialmente pedidos pelos proprietários. Na primeira região, os paulistanos conseguiram descontos de 7,63%, ao passo que, na segunda região, o desconto ficou em 3,12%. Na comparação com dezembro, quando foram identificados descontos em negociações em todas as zonas da capital paulista, o desconto concedido na zona C foi 48,83% menor e o desconto concedido para os imóveis da zona D foi 15,68% menor. Ainda de acordo com os dados, coletados em 400 imobiliárias pelo Creci-SP, no primeiro mês do ano os imóveis mais vendidos foram aqueles que custavam acima de R$ 200 mil, que responderam por 57,45%% dos negócios realizados.   
BSB, 24/3- O Prêmio Master Imobiliário, promovido pela Fiabci/Brasil e Secovi-SP chega à 16ª edição e prestará sua homenagem aos empreendedores imobiliários no dia 22 de setembro, às 19h, em São Paulo. São esperadas para o evento, cerca de 1.800 pessoas, entre elas, empresários e profissionais do segmento, autoridades governamentais, entidades de classe, industrias do setor de insumos da construção e representantes das diferentes áreas do setor. As inscrições para o prêmio estão abertas até o dia 7 de maio. Podem participar as empresas de qualquer porte que apresentem projetos diferenciados e significativos nas categorias: Empreendimento e Profissionais.   
BSB, 23/3- As indústrias de tubos e conexões planejam pesados investimentos no país este ano para atender a forte expansão dos setores de construção civil, saneamento e infraestrutura. O Valor ouviu as três maiores empresas desse segmento - Tigre, Amanco e Corr Plastik -, respectivamente, que, juntas, planeja fazer aportes próximo de meio bilhão de reais para elevar a capacidade de produção, seja com aquisições, aumento da capacidade instalada, seja com a construção de novas fábricas. O momento para esses investimentos nunca foi tão propício. Em pleno ano eleitoral, as obras de infraestrutura prometem acelerar e recuperar um 2009 aquém das expectativas. Paralelamente, o boom imobiliário, tanto para empreendimentos de alta renda como, especialmente, o programa do governo MINHA CASA, MINHA VIDA, também devem engordar a receita dessas empresas. Mais a longo prazo, já começam a se preparar para o potencial de expansão gerado com a Copa do Mundo no Brasil em 2014 e até para a Olimpíada em 2016. "A área de infraestrutura deve ter crescimento muito forte a partir de agora", diz Marise Barroso, presidente da Amanco Brasil. A líder Tigre planeja aportes de R$ 200 milhões este ano, aumento de mais de 30% sobre os R$ 150 milhões em 2009. A concorrente Amanco, comprada pelo grupo Mexichem em 2007, investirá outros R$ 200 milhões na operação brasileira, quase o dobro sobre os R$ 111 milhões de 2009. A companhia vai reativar a antiga fábrica da Akros, em Uberaba (MG), e ampliar a capacidade de produção em 20%. Tanto Tigre como Amanco pretendem fazer aquisições no Brasil este ano. No radar dessas empresas - que já avaliam oportunidades - estão desde empresas ligadas à cadeia petroquímica, outras aplicações de PVC e até as próprias fabricantes de tubos e conexões Menos conhecida que as duas maiores do setor, a Corr Plastik, com sede em Cabreúva (SP), traça planos ambiciosos para expandir seus negócios e se tornar tão popular como as suas principais concorrentes. Sergio   
BSB, 19/3- A hora de trabalho na Zona do Euro ficou mais cara no quarto trimestre de 2009 do que foi no mesmo período de 2008, como mostram os dados da Eurostat, agência oficial de estatísticas da região, divulgados nesta quarta-feira (17). Segundo o relatório da agência, os custos de mão-de-obra nos 16 países subiram 2,2% entre outubro e dezembro de 2008 e 2009, comparado a avanço de 3% no terceiro trimestre. No caso da União Europeia, região que abrange 27 países europeus, o crescimento em base anual foi de 2,4% no quarto trimestre e 2,9% nos três meses imediatamente anteriores. Segundo relatório da Eurostat, os dois principais componentes do indicador - custos com salários e os gastos não ligados aos salários – cresceram 2% e 2,7% entre outubro e dezembro, na relação anual na Zona do Euro. Apesar do aumento, os números são menores que o crescimento verificado no terceiro trimestre de 2009, quando os mesmos dois componentes se expandiram 2,8% e 3,5%, respectivamente, nos 16 países. O mesmo movimento é visto quando analisada a atividade da União Europeia, onde os custos com salários cresceram 2,2% no quarto trimestre, ante avanço de 2,8% na medição anterior. Já os gastos não-salariais subiram 3%, crescendo menos que os 3,5% de alta vistos no terceiro trimestre. A construção foi a atividade econômica que mais teve aumento de custos, com elevação de 3,7% na Zona do Euro, seguido pelo setor de serviços (+2,4%) e indústria (+1,4%). Nesta quarta-feira, a Eurostat também divulgou os números da produção da construção que caiu 2,2% na Zona do Euro em janeiro de 2010 em comparação a dezembro do ano passado. Na União Europeia, a queda foi um pouco menor, de 2% no mesmo período. Na relação com janeiro de 2009, os dados de construção divulgados no dia mostram uma queda ainda mais significativa, de 12,5% na Zona do Euro e 8,4% na União Europeia. Em dezembro, o indicador havia marcado um decréscimo de 1% na Zona do Euro e crescimento de 0,8% na União Europeia   
BSB, 16/3- A convite do Comitê Executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), o presidente do Secovi-SP, João Crestana, proferiu palestra sobre as tendências do mercado da construção civil e imobiliária nas diversas regiões brasileiras. Representantes da área comercial de veículos de diferentes estados (Bahia, Ceará, Goiás, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal), Crestana apresentou dados sobre o setor em 2009 e as perspectivas para este ano, com ênfase ao que se refere à habitação popular. Segundo ele, o programa Minha Casa, Minha Vida, que acaba no final deste ano, tem de ter continuidade, transformando-se em política de Estado (não de governo). “A vida continua”, afirmou. Para Crestana, o novo mercado de imóveis econômicos exige foco diferenciado pelos empreendedores e também pelos veículos de comunicação. “O comprador desse segmento é diferente. Gosta de cores exuberantes, tem outro perfil. Os anúncios devem considerar essas características. Nossos classificados são sem vida. O desafio é encontrar o conceito certo de comunicação com esse público”, disse.   
BSB, 13/3 Um imóvel bem localizado e em bom estado de conservação demorou, em média, de 11 a 28 dias para ser alugado em fevereiro, mesmo índice de velocidade de locação registrado em janeiro deste ano. Os dados fazem parte da pesquisa divulgada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) na última quinta-feira (11). Segundo o levantamento, as casas e os sobrados foram alugados mais rapidamente do que os apartamentos no segundo mês do ano. Em média, uma casa demorou entre 10 e 26 dias para ser alugada, ao passo que um apartamento demorou mais, entre 16 e 34 dias. Os fiadores continuam sendo os mais adotados na hora de alugar um imóvel. Em fevereiro deste ano, 51% dos contratos foram assinados por meio deles na cidade de São Paulo. O depósito (incluindo o caução em dinheiro) respondeu por 29% dos contratos de aluguéis assinados no mês passado e o seguro-fiança foi utilizado por 20% dos inquilinos. Ainda de acordo com o Secovi, o valor do aluguel na cidade de São Paulo variou 0,4% em fevereiro. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta ficou em 8,4%, percentual maior que a inflação do período, que ficou em 4,83%, de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao consumidor Amplo).   
BSB, 8/3- Neste Dia Internacional da Mulher, o Blog da Casa vem prestar uma singela homenagem a todas as mulheres corretoras, gestoras, administradoras, empresárias, dirigentes de entidades e associações do mercado imobiliário pelo desempenho fundamental da força de trabalho feminina no desenvolvimento do setor imobiliário nacional. Segundo dados da Federação Nacional Nacional dos Corretores de Imóveis, que congrega a maioria dos sindicatos de corretores de imóveis do Brasil, a participação das mulheres dentro da categoria já atinge a expressiva marca de 35% e com tendências a ampliar, ano após ano.´ À todas estas profissionais brilhantes e dedicadas a nossa homenagem ontem, hoje e sempre!   
BSB, 3/3- Os fiadores continuam sendo a garantia mais adotada na hora de se alugar um imóvel. Em novembro do ano passado, 46,79% dos contratos foram assinados por meio deles na cidade de São Paulo. O dado faz parte da pesquisa divulgada na última semana pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). O depósito, por sua vez, respondeu por 33,68% dos contratos firmados. Já o seguro-fiança representou 19,54% dos contratos assinados em novembro. No décimo primeiro mês de 2009, o fiador foi novamente a garantia de pagamento preferida em quase todas as regiões analisadas pelo Creci-SP, sobretudo no interior, onde a participação atingiu 74,80% dos contratos. Dentre as regiões, a que mais utilizou o seguro-fiança como garantia foi a capital paulista (19,54%). Por outro lado, o interior registrou o menor percentual, de 8,40%. Considerando o depósito, a região do ABCD, Guarulhos e Osasco foi a que mais utilizou essa forma de garantia em novembro. Do total de contratos firmados naquele mês, 47,29% foram realizados tendo o depósito como forma de garantia.   
BSB, 1/3- De acordo com pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) na última semana, os imóveis usados com valores de até R$ 180 mil foram os preferidos dos paulistanos no ano passado, com participação de 57,97% nas vendas. Quando analisadas as regiões* de São Paulo, o maior percentual de vendas foi registrado na zona D, que engloba bairros como Água Rasa, Americanópolis e Aricanduva, que apresentou 26,61% de representatividade no ano passado. Em seguida, está a zona C, que engloba bairros como Aeroporto, Água Branca e Bosque da Saúde, com 22,57% do total. Atrás, vêm as zonas B, E e A, com 18,26%, 17,80% e 14,77%, respectivamente. Dentro da faixa de preço até R$ 180 mil, os imóveis que ficam na faixa entre R$ 161 mil e R$ 180 mil foram os mais mais procurados, com 9,60% de participação, seguidos das propriedades de R$ 141 mil a R$ 160 mil, que representaram 9,16% da preferência dos paulistanos.   
BSB, 27/2- As vendas de imóveis devem aumentar em 2010. A previsão do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) é de que 37,6 mil imóveis residenciais novos sejam vendidos no município de São Paulo, contra os 35,8 mil vendidos em 2008. Para o economista do sindicato, Celso Petrucci, grande parte desse aumento se deverá aos imóveis de dois dormitórios. Um levantamento realizado pela entidade mostra que, nesse mesmo período, o lançamento de imóveis residenciais de dois dormitórios no município de São Paulo subiu 26,5%. "Essa não é uma tarefa fácil. São Paulo tem um terreno muito caro. O mais caro do País. Por isso, as construtoras davam prioridade aos imóveis maiores e mais luxuosos, para garantir mais lucros. Porém, estão percebendo que há um mercado muito grande carente de imóveis menores". Ainda segundo Petrucci, esse aumento da demanda pelos dois dormitórios já era esperado. "Um dos principais motivos desse aumento nas vendas é o crescimento da classe média. O imóvel de dois dormitórios atende muito bem a essa classe emergente. Essa é uma demanda que nunca será suprida, porque cresce constantemente, seja pelos casamentos, pelas separações ou pelos jovens que entram no mercado de trabalho", explica. Porém, o mercado de luxo também terá seu espaço. "Em 2009, as vendas dos grandes apartamentos caíram 24% na comparação com 2008 e os lançamentos de imóveis desse porte caíram 33,3%. Mas temos que considerar que esse foi um ano afetado pela crise. Em uma grande metrópole como São Paulo sempre haverá consumidor   
BSB, 24/2- O ano de 2010 será de crescimento para o setor imobiliário. De acordo com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), as vendas devem crescer 5%, na comparação com 2009. O economista-chefe da entidade, Celso Petrucci, cita que o aumento na construção de imóveis de dois dormitórios e a grande concorrência entre instituições públicas e privadas para a concessão de crédito imobiliário são dois dos fatores que contribuirão com o aumento. Porém, afirma que os preços vão ficar estáveis.   
BSB, 22/2- A Camargo Corrêa assinou acordo com a Teixeira Duarte para adquirir a totalidade da posição que esta detém direta e indiretamente na Cimpor e que representa 22,17% do capital da cimenteira portuguesa. Pelo acordo, a esta posição poderão eventualmente ser acrescidos até mais 3% do capital da Cimpor detidos por terceiros. Desde que apresentou sua proposta de fusão à Cimpor, a Camargo Corrêa vem reiterando seu interesse e empenho em prosseguir em uma estratégia que permita lançar as bases de um projeto industrial sustentado, de longo prazo e de elevada criação de valor para ambas as empresas. “A aquisição desta participação é um testemunho da confiança no futuro da Cimpor e traduz a vontade séria da Camargo Corrêa de estabelecer uma presença duradoura na companhia”, diz José Edison de Barros Franco, presidente da Divisão Cimento do Grupo Camargo Corrêa. A Divisão Cimento do Grupo Camargo Corrêa tem operações no Brasil (marcas Cauê e Cimentos Brasil), na Argentina (onde lidera o mercado com a Loma Negra), e no Paraguai (com a marca Yguazú). Ao todo são 16 fábricas, sete no Brasil e nove na Argentina, e mais de 4.000 empregados. Em 2009 a receita líquida consolidada dos negócios com cimento foi de aproximadamente R$ 2,3 bilhões. Por suas práticas socioambientais responsáveis, a Camargo Corrêa Cimentos conquistou em diversas plantas as certificações internacionais ISO 14001 e OHSAS 18001.   
BSB, 19/2- O Rio de Janeiro será palco das Olimpíadas em 2016, o que vai beneficiar cerca de 55 setores da economia. Dentre eles, está o imobiliário, que passará a chamar ainda mais atenção dos investidores, o que já vem acontecendo nos últimos anos. De acordo com o vice-presidente de Condomínios do Secovi-RJ (Sindicato da Habitação), Leonardo Schneider, o investimento em imóveis já vem se destacando desde 2008, com a crise internacional. A queda da taxa básica de juro, com o propósito de estimular a demanda agregada, também beneficiou o mercado imobiliário, pois houve redução nas taxas de juros de financiamentos. Além disso, os bancos promoveram prazos mais longos para financiar, o que diminuiu o valor da parcela. O evento esportivo mundial em 2016 deve contribuir para o direcionamento de recursos de investidores ao mercado imobiliário, devido ao aumento do preço dos imóveis e do valor do aluguel. Essas valorizações acontecem pelo aumento de investimentos em infraestrutura, bem como pela escassez de terrenos, que restringem as opções por novos lançamentos e incrementam os preços no mercado imobiliário. E o preço de venda das propriedades deve aumentar, o que reflete no valor aluguel. De acordo com o presidente da incorporadora Upcon, Guilherme Benevides, a alta de preços se deve ao aumento da especulação imobiliária na região. “Logo após a cidade ser eleita como sede dos jogos olímpicos de 2016, houve um aumento expressivo na especulação imobiliária, o que elevou de 10% a 20% o preço dos imóveis residenciais”, informou.   
BSB, 17/2- Cerca de 30% dos imóveis negociados atualmente no País têm como ponto de partida a pesquisa feita na internet. A estimativa é do portal imobiliário TiqueImóveis. “Quase ninguém sai de casa para procurar um imóvel sem fazer uma pesquisa prévia na internet. Pelo menos 80% das pessoas fazem isso, tanto para compra quanto para locação”, declarou o presidente da TiqueImóveis, Luciano Franklin. Franklin recomenda aos consumidores que pretendem iniciar a busca por um imóvel para alugar ou comprar que optem por portais mais reconhecidos, que tenham mais credibilidade. O executivo alerta ainda que é muito frequente em anúncios de imóveis on-line, especialmente naqueles para temporada, a oferta de imóveis que na verdade não existem. Ainda estamos longe do momento em que não apenas a negociação, mas o fechamento do negócio poderá ser feito exclusivamente pela internet. Segundo o consultor, para adquirir um imóvel, é necessário assinar documentos, ter a presença de um corretor de imóveis, que é uma imposição legal. “Comprar on-line será possível, mas ainda é exigido um contato pessoal”, declara Franklin. A grande vantagem da web, segundo ele, é a redução do tempo gasto na pesquisa, devido à variedade de informações, muitas vezes com fotos do empreendimento e até ferramentas de visita virtual – alguns permitem inclusive a visualização de imagens dos cômodos, de vários ângulos diferentes, ou mesmo imagens panorâmicas. Para o especialista, a tendência é de crescimento no número de empreendimentos anunciados na internet. “Hoje, apenas 2% ou 3% do orçamento de publicidade de novos empreendimentos são voltados à divulgação na internet. Mas isso está mudando e em poucos anos (o veículo) deve até ultrapassar as outras formas de divulgação”, estima Franklin.   
BSB, 12/2- Em apenas um final de semana, em dezembro do ano passado, a incorporadora Vitacon vendeu praticamente todas as unidades do seu primeiro empreendimento, lançado na Vila Olímpia, na zona sul de São Paulo. O segredo do sucesso foi apostar na internet como principal veículo de divulgação. “Nosso público tem alto poder aquisitivo, entre 30 e 40 anos de idade e é webmaníaco”, diz Alexandre Frankell, presidente da Vitacon. “Há muitos empresários, artistas e profissionais entre os compradores.” O lançamento reúne no mesmo local uma torre comercial e outra residencial. O prédio comercial foi 100% negociado e o residencial atingiu a marca de 92%. Desse total, 56% das vendas foram originadas na internet, o que significa uma enorme economia para a Vitacon. “O gasto com a internet não chega a 10% em relação ao da mídia convencional”, diz Frankell. Cada imóvel do empreendimento custa entre R$ 350 mil e R$ 400 mil. Segundo Frankell, o consumidor da internet já chega no plantão de vendas com todas as informações. “Ele vem pronto para fechar negócio”, diz. Com apenas 32 anos de idade, Frankell faz parte de uma família que atua há 80 anos no setor da construção. A Vitacon, afirma, nasceu com um foco definido, investir em imóveis compactos e bem localizados, em regiões centrais de São Paulo. “Essa é uma tendência mundial e ideal para grandes metrópoles, nas quais os deslocamentos se tornaram um transtorno”, diz Frankell. Ainda este ano, a Vitacon fará mais dois lançamentos. Com isso, Frankell pretende dobrar a receita e fechar 2010 com um faturamento de R$ 300 milhões. ”Não queremos fazer apenas remessas de recursos ao Brasil. A ideia é ser o banco desses brasileiros nos EUA” Alan Toledo, vice-presidente de Negócios Internacionais e Atacado do Banco do Brasil, sobre o plano da instituição de ampliar os negócios com empresas que atuam no exterior   
BSB, 10/2- Empresas brasileiras de engenharia ganham força no exterior e começam a dar um salto em novos negócios, seguindo o exemplo de grandes players, como Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, que lideram em projetos fora do País. Um exemplo é a Alusa Engenharia, que está acelerando sua expansão na América Latina e na América Central, com projetos na área de energia na Argentina, no Chile, no Peru e na Costa Rica. Este ano, a empresa espera ampliar de 10% para 25% a participação da receita de obras no exterior e prevê crescer 20% em relação ao faturamento do ano passado (R$ 900 milhões). "Mapeamos alguns países em que vemos mercado e estabilidade e vemos oportunidades de fechar novos negócios no Chile, no Peru, na Costa Rica e no Panamá. Já temos alguns projetos em prospecção, para a construção de linhas de transmissão e geração", afirma Guilherme Godoy, vice-presidente da Alusa. A expertise do grupo na área de energia está impulsionando a internacionalização da empresa, destaca o executivo. Braço de engenharia da Alusa Holding, a Alusa Engenharia atua em projetos de energia, construção civil e óleo e gás. O grupo também atua nos segmentos de transmissão e geração de energia, representados pela Alupar Investimentos, de concessões nestas áreas, e está dividido desta forma há três anos, após ter passado por uma reestruturação. "O mercado brasileiro é enorme, o que fez com que as empresas brasileiras adquirissem experiência, que agrega valor em outros países. Por isso vimos que existia oportunidade de entrar em projetos pioneiros para alguns países da América Latina, mas que já tivéssemos desenvolvido no Brasil. No Peru, eles estão começando a fazer projetos de 500 kV só agora, enquanto nós já fazemos há muito tempo", diz.   
BSB, 9/2- A perspectiva de crescimento econômico do Rio com investimentos de mais de R$ 100 bilhões anunciados nos últimos dois anos e a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016 estão aumentando a escassez de escritórios no centro financeiro da capital fluminense. Operadores do mercado imobiliário estimam que apenas 2% das salas do centro do Rio estão vazias, mesmo com novos empreendimentos. Com isso, os preços dispararam e alugar um escritório na região pode custar mais do que uma sala na Av.Paulista, onde a taxa de vacância gira em torno de 7%.A tendência de aumento da procura atrai investidores para o Rio. Um estudo da empresa de consultoria do setor imobiliário Biswanger Brazil mostrou que o estoque de imóveis comerciais em edifícios de classe A no Rio mais do que dobrou entre 2000 e 2009, quando chegou a 750mil metros quadrados. Quase 60% desse espaço está no centro, mas ainda não satisfaz a demanda. O aluguel do metro quadrado na região, que era de R$ 60 em 2004, já chega a R$ 140. E as empresas estão dispostas a pagar. Embora seja bastante adensado, faltam edifícios de alto padrão no centro. A maioria dos prédios são antigos, com muitos donos de salas ou andares, o que dificulta a compra de incorporadoras para modernização, o chamado retrofit.   
BSB, 4/2- A Caixa Econômica Federal vai realizar, em maio, a 6ª edição do Feirão da Casa Própria. No local, será possível fazer financiamento imobiliário com aprovação na hora, além de encontrar em um mesmo lugar milhares de ofertas de imóveis para todas as faixas de renda. Os juros serão a partir de 4,5% ao ano mais TR (Taxa Referencial). O percentual menor vale para trabalhadores com pelo menos três anos de conta vinculada do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O empréstimo pode chegar a 100% do valor da casa, com pagamento em até 30 anos. No ano passado, a Caixa ofereceu 66.163 imóveis no Estado do Rio, além de financiamento para material de construção e consórcio imobiliário.Foram unidades nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Rio das Ostras e Belford Roxo. A mais barata foi avaliada em R$ 42 mil e a mais cara em R$ 1,5 milhão. O valor médio ficou em R$ 90 mil. Quem planeja sair do aluguel já pode verificar quanto pode tomar de financiamento e o valor da prestação no simulador da Caixa. Basta acessar o site www.caixa.gov.br. Até o dia 21, a instituição registrou 10.636.934 simulações — média diária de quase 145 mil acessos. Este é o terceiro melhor desempenho em termos de média diária de acessos, perdendo apenas para os meses de início de operacionalização do ‘Minha Casa, Minha Vida, abril e maio de 2009.   
BSB, 3/2- O mercado de escritórios de alto padrão na cidade de São Paulo terá em 2010 um estoque 11% inferior ao do ano passado, somando 178 mil metros quadrados. Com menor volume de estoque, a tendência é que a taxa de vacância permaneça baixa. No ano passado, o mercado encerrou com 9% de espaços vagos, e a previsão para este ano é que o índice varie entre 8% e 11%. Os dados fazem parte do levantamento divulgado nesta terça-feira (2) pela Jones Lang LaSalle. Em relação aos valores de locação, entre o primeiro trimestre de 2008 e o último de 2009, houve alta de 20%, com os escritórios classe AA e A sendo alugados por R$ 73 o metro quadrado. Para 2010, a previsão é que os preços acompanhem o mercado, com crescimento ritmado, sem grandes oscilações ou picos. De acordo com a pesquisa, a demanda dependerá da confiança das empresas e de seu crescimento. Entretanto, acredita-se que a vacância em relação aos patamares de locação permaneçam estáveis e que o novo estoque seja suficiente para suprir a demanda. No Rio de Janeiro, o mercado de escritórios de alto padrão está quase atingindo 1 milhão de metros quadrados, o que representa 22% do estoque total da cidade, que é de 4,5 milhão de m2. A vacância permaneceu baixa em 2009, em torno de 4,8%. Já os aluguéis tiveram aumento de 22% no ano passado, quando o valor médio ficou em R$ 90 por m2. A expectativa é que o mercado de empreendimentos de alto padrão na cidade receba investimentos em infraestrutura e hospitalidade, devido à Copa do Mundo e às Olimpíadas que acontecerão na cidade em 2014 e 2016. Além disso, o projeto para revitalização da zona portuária requalificará os espaços urbanos e alavancará negócios e oportunidades para a cidade.   
BSB, 1/2 - Com o aumento dos investimentos no setor de habitação, o Banco do Brasil anunciou que estuda criar novas linhas de crédito imobiliário para pessoas físicas e jurídicas. De acordo com a assessoria de imprensa do banco, a criação de uma modalidade já foi aprovada. No entanto, as diretrizes e condições ainda estão sendo definidas. Segundo o órgão, a modalidade aprovada, chamada de “home equity” pode se assemelhar a uma hipoteca e o valor do financiamento pode ser de até 50% do valor do imóvel. Porém, o BB, por meio de sua assessoria, enfatizou que todas as condições, como prazos, juros e valor da concessão, ainda estão sendo estudadas. Por isso, ressalta o banco, as linhas ainda não estão disponíveis para o consumidor nas agências. O banco deve anunciar em breve as especificidades da linha.   
BSB, 27/1- Investir em imóveis, com o objetivo de alugá-los, é um bom negócio para o pequeno investidor. A opinião é compartilhada por dois especialistas da área, o diretor de legislação do inquilinato do Secovi-SP, Jacques Bushatsky, e o diretor de locação da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), Eduardo Zangari. "O grande medo dos proprietários é o de alugar o imóvel para um mau inquilino, que não paga o aluguel e ainda danifica o imóvel. Com a Nova Lei do Inquilinato, esses proprietários estão mais protegidos e, caso aluguem a propriedade para alguém que não cumpre o acordado, ele consegue mais facilmente reaver o imóvel. Com isso, o medo de alugar e ter prejuízo ou dor de cabeça diminui imensamente", afirma Bushatsky. Zangari concorda com o diretor e completa afirmando que o juro básico da economia mais baixo desde o ano passado faz do investimento em imóveis para aluguel um ótimo negócio. "Com a queda da taxa Selic no último ano, muitos investimentos deixaram de ter boa rentabilidade. Assim o aluguel se tornou uma ótima opção. Tem Fundo DI com rentabilidade 0,02% maior, mas o aluguel não tem incidência de imposto, por exemplo". O diretor da Aabic diz ainda que, obviamente, se na hora de comparar a pessoa observar a rentabilidade do aluguel e a rentabilidade do mercado de capitais,concluirá que a segunda modalidade de investimento pode trazer mais retorno financeiro, porém, alerta: é bem mais arriscada. "Não podemos comparar investimento conservador com investimento de risco. Para um investimento extremamente conservador, o imóvel para aluguel tem muito bom rendimento, principalmente agora que as dores de cabeça com inquilinos prometem ser menores".   
BSB, 26/1- As compras de imóveis pela internet são cada vez mais frequentes. Tanto que o site Google constatou em um levantamento realizado com 605 compradores de imóveis residenciais do País, que 84% realizaram o sonho da casa própria pelo varejo online nos últimos seis meses e 16% estão procurando uma casa nos sites com intenção de comprar no momento. De acordo com a pesquisa, dos 84% respondentes que adquiriram um imóvel pela internet, 51% compraram um imóvel novinho em folha e os demais (49%) uma casa usada. Os imóveis novos foram arrematados por 56% dos homens, relativamente mais jovem e com renda mensal entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Já a compra dos usados apresentou uma pequena predominância feminina (51%), público relativamente mais velho e um pouco menos afluente. Hoje a web é a principal fonte de informação para pesquisa e compra de imóveis residências (88%), enquanto os anúncios em jornais passaram a ocupar a segunda posição com 67%, imobiliárias e corretores correspondem a 54%, folhetos e panfletos representam 49% das pesquisas e estantes de vendas no local da construção 38%. Três tipos de sites são os mais utilizados por compradores de imóveis: sites de imobiliárias são usados por 57% dos respondentes, 42% preferem os sites especializados em informações imobiliárias e 41% optam pelo endereço eletrônico das construtoras. Atentas a expansão do comércio online, as construtoras têm usado todos os recursos possíveis na internet para ganhar espaço e fazer novos clientes.   
BSB, 25/1- Presente em residências e na área comum de muitos edifícios residenciais, o home office tem ganhado espaço nas construções. Com o advento de novas tecnologias e a correria do dia-a-dia, os moradores estão optando por reservar um lugar dentro de casa para trabalhar ou fazer pequenas reuniões. O conceito do home office tem mudado com o decorrer dos anos, principalmente dentro das residências. “A programação diária das pessoas vai mudando ao longo do tempo e, com o advento da internet, ter um escritório em casa virou uma realidade”, explica o arquiteto André Martins. As construtoras também têm apostado no ambiente. Os apartamentos são planejados de maneira que um dos cômodos possa ser transformado em escritório. “Em apartamentos maiores, de três ou quatro quartos, em torno de 30 m2, disponibilizamos o escritório. Já nos apartamentos menores, pensamos em quarto a mais, que pode ser um escritório. Pensamos em um layout tanto para escritório como para quarto, com disposição de instalações que contemplem os dois ambientes”, explica Rogério Markiewicz, arquiteto e diretor da MKZ Arquitetura. A área comum dos condomínios residenciais também é equipada como uma sala de reunião. “O home office é um local no prédio em que o morador pode receber um cliente formalmente”, diz Rogério.   
BSB, 22/1- Este ano, os imóveis corporativos de alto padrão devem sofrer aumento nos preços médios de locação, ao contrário do que ocorreu no final do ano passado, quando o valor médio caiu 5,4% em relação a 2008, para R$ 92,14 por metro quadrado, segundo levantamento realizado pela Colliers Internacional. O aumento se deve à queda no número de imóveis desocupados. No início de 2009, a disponibilidade de imóveis era de 4,6% em relação ao estoque, enquanto no final do ano foi para 8,4%, o que significa crescimento de 82% de áreas disponíveis no período. Para 2010, espera-se que essa tendência se reverta. A vacância deve alcançar patamares baixos, já que a disponibilidade atual, somada às entregas de novos empreendimentos, não suprirá a demanda prevista. De acordo com a pesquisa, com o crescimento da economia, vários ramos de atividades devem dividir a liderança na ocupação de novas áreas de escritórios. Em 2009, os setores que tiveram maior demanda por locação foram: bancário, industrial, químico, farmacêutico, alimentício e de tecnologia. Em São Paulo, no final do ano passado, os estoques de locação de edifícios de alto padrão cresceram 22,3% ante 2008. Para 2010, há previsão de seis novos empreendimentos, que devem gerar , no final do ano, alta de 8% em relação ao momento atual.   
BSB, 20/1- O mercado de construção de imóveis voltou a aquecer, com reflexos no financiamento a empreendimentos. O Grupo Santander Brasil, que reúne os bancos Santander e Real, destinou R$ 3,7 bilhões ao financiamento de incorporadoras, de janeiro a novembro de 2009. Com este resultado, o banco obteve 33,6% do mercado no setor. Atualmente, a instituição finacia mais de 600 empreendimentos em todo o país, principalmente nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste. Segundo a superintendente de Crédito Imobiliário Pessoas Jurídicas, Alda Lucia Rosselli, além da retomada dos projetos das incorporadoras brasileiras, há grande interesse de investidores internacionais no país. O Grupo Santander Brasil atua em toda a cadeia de produção imobiliária, desde o financiamento à construção até o crédito para os futuros moradores. De janeiro a novembro, os financiamentos para pessoa física alcançaram 1,5 milhão.   
BSB, 19/1- O HSBC reduziu os juros cobrados em linhas de crédito imobiliário. Na aquisição de imóveis com valor de até R$ 150 mil, a taxa passou dos atuais 10% ao ano para 8,9% a.a. Para imóveis de R$ 150 mil a R$ 500 mil, os juros anuais caíram de 11% para 10,5%. Já para imóveis acima de 500 mil, a taxa foi de 12% para 10,90% a.a. Neste ano, a instituição estima que o segmento imobiliário, prioritário do grupo para os próximos três anos, deve crescer no País 40%, na comparação com o ano passado. O HSBC oferece diferentes planos de financiamento para a compra da casa própria. A modalidade Credimóvel, por exemplo, é voltada para a aquisição de imóveis com valor de no mínimo R$ 100 mil. O cliente pode financiar, no mínimo, R$ 15 mil e, no máximo, R$ 700 mil, sendo que o prazo de pagamento varia de 12 a 120 meses. A linha permite o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Já pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), podem ser financiados imóveis entre R$ 50 mil e R$ 500 mil. A linha permite o financiamento de, no mínimo, R$ 20 mil e, no máximo, R$ 400 mil, com prazo de pagamento de 12 a 300 meses. O FGTS também ser utilizado.   
BSB, 17/1- A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) notificou a Camargo Corrêa para fazer uma oferta concorrente à lançada inicialmente pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) pela portuguesa Cimpor, ou retirar a sua proposta posterior de fusão com a cimenteira. Nesta semana, a Camargo Corrêa - a segunda maior produtora de cimento do Brasil - propôs uma fusão com as operações de cimentos da Cimpor, mas sem oferecer qualquer contrapartida por cada ação da cimenteira líder de Portugal. Esta proposta foi uma resposta à proposta de aquisição de 3,860 bilhões de euros lançada há um mês pela brasileira CSN, que ofereceu 5,75 euros por cada ação da Cimpor, mas que já foi rejeitada pelo conselho da empresa portuguesa. Contudo, na notificação enviada à Camargo Corrêa, a CMVM diz que há duas possibilidades: ou torna a sua proposta de fusão com a Cimpor compatível ao regime das ofertas concorrentes no artigo 185 do Código de Valores Mobiliários (CVM), ou deve retirá-la, abstendo-se de divulgar e de praticar quaisquer atos relacionados a ela. A CMVM afirma que "a Camargo Corrêa tem dez dias, contados da data de notificacao, para se pronunciar, com base no Código do Procedimento Administrativo". Segundo o artigo 185 do CVM, a partir da publicação do anúncio preliminar de Oferta Pública de Aquisição (OPA), "qualquer outra OPA de valores mobiliários da mesma categoria só pode ser realizada através de Oferta concorrente". De acordo com o código, "as ofertas concorrentes não podem incidir sobre quantidade de valores mobiliários inferior àquela que é objeto da oferta inicial". Apesar de a Cimpor ter uma estrutura acionista fragmentada, os maiores acionistas controlam mais de 80% do capital da cimenteira, que é mais do que suficiente para bloquear a aquisição da CSN, cujo sucesso está condicionado a conseguir ultrapassar a faixa dos 50 por cento.   
BSB, 15/1- Segundo dados do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), os imóveis dos bairros mais afetados pelas recentes chuvas em São Paulo desvalorizaram cerca de 30%. Locais como o Vale do Aricanduva, Jardim Pantanal, Jardim Tremembé e Jaçanã estão nesta lista. O presidente do Creci-SP, José Augusto Viana, explica que a média de desvalorização dos imóveis na capital paulista em decorrência das chuvas é de 23,7%.   
BSB, 13/1- O Grupo Camargo Corrêa apresentou uma proposta de fusão de seus negócios de cimento com os da portuguesa Cimpor, que é alvo de aquisição da CSN. De acordo com fato relevante da Cimpor, o Grupo Camargo Corrêa está propondo, no âmbito da operação, a distribuição de 350 milhões de euros em dividendos extraordinários aos demais acionistas do grupo português. Uma vez concluído todo o processo de fusão, no qual a Camargo Corrêa Cimentos seria integrada à Cimpor, o Grupo Camargo Corrêa teria "uma participação necessariamente inferior a 50 por cento do capital total e dos votos da Cimpor". A Cimpor informou não ser possível, neste momento, emitir qualquer opinião sobre a proposta recebida, bem como o eventual interesse do negócio para os acionistas da cimenteira. Na visão dos conselheiros da Cimpor, a proposta da CSN subavalia a empresa, com baixo prêmio em relação a outros negócios no setor fechados na Europa nos últimos anos. De acordo com a Cimpor, a fusão sugerida pelo Grupo Camargo Corrêa com seus negócios de cimento depende de condições prévias, incluindo a compra de uma fatia de 15% a 25% do capital social da companhia sem que seja realizada uma OPA (Oferta Pública de Aquisição). A Cimpor está entre as 10 maiores produtoras mundiais de cimento, com operação em diversos países. No Brasil, o grupo português é o terceiro maior em vendas e o quarto maior em capacidade produtiva, com seis fábricas de cimento aptas a produzirem 6,4 milhões de toneladas.   
BSB, 11/1- O governo chinês vai limitar o crédito aos interessados em comprar sua segunda casa. O objetivo é conter os investimentos especulativos em residências que podem estar gerando uma bolha no setor. O anúncio foi feito pelo ministro da Habitação, Jiang Weixin, em seu website, nesta quarta-feira (6). Contudo, não foram apresentados maiores detalhes. O premiê da China, Wen Jiabao, já havia alertado no último dia 27 de dezembro que o aumento do preço das residências em algumas cidades é excessivo e precisa ser combatido. Em novembro, os preços das casas em 70 cidades chinesas tiveram a maior aceleração em 16 meses, alimentando ainda mais as preocupações de que o recorde de financiamentos e a forte entrada de capital estrangeiro estão criando uma bolha no mercado chinês. Em algumas regiões da China, os governos locais já estreitam as regras de aquisição de propriedades. Em Xangai, por exemplo, os compradores precisam provar que estão adquirindo o imóvel pela primeira vez antes de se beneficiar da redução de impostos nas transações.   
BSB, 5/1- Desenvolvimento aliado aos cuidados com o meio ambiente. Esta foi uma das preocupações da Companhia Província de Crédito Imobiliário ao fechar uma parceria com a Famcorp em seu novo empreendimento à beira-mar, em Santa Catarina. A incorporadora de Porto Alegre, e que atua no Rio Grande do Sul e no Estado vizinho, assina o projeto do Linea A, um empreendimento que desde sua concepção prima pelo desenvolvimento sustentável. Projetado para ser construído no Novo Campeche, em Santa Catarina, o prédio terá 15 apartamentos com amplas aberturas que propiciam o melhor aproveitamento da iluminação natural, coleta seletiva de lixo, vasos sanitários com redução de desperdício de água, sistema de tratamento de esgoto, entre outras ações de preservação ao planeta. O Linea A está localizado em uma área privilegiada, onde os moradores podem desfrutar não só do mar do Novo Campeche, considerado ideal para os amantes do surfe, do kite surfe e do windsurfe, mas também das praias da Joaquina, da Mole e da Lagoa da Conceição. A Companhia Província entra no projeto com o financiamento para a finalização da obra, que já conta com mais de 70% dos apartamentos comercializados. As unidades voltadas para os públicos A e B+ devem ser concluídas em fevereiro de 2011.   
BSB, 3/1- Entre janeiro e novembro, os empréstimos para a compra da casa própria com recursos das cadernetas de poupança atingiram R$ 30,187 bilhões, superando os R$ 30,032 bilhões de todo o ano de 2008. São dois anos consecutivos de recordes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) – apenas em novembro, os financiamentos chegaram a R$3,635 bilhões, 58% mais do que no mesmo mês de 2008. As projeções para 2010 são ainda mais favoráveis. Houve, em 2009, uma discrepância entre o ritmo dos financiamentos e da produção de imóveis: as vendas de materiais de construção caíram14,81% na comparação entre os primeiros 10 meses de 2008 e 2009, segundo a associação do setor (Abramat) – e só no último bimestre houve tendência de melhora, com a prorrogação do incentivo fiscal do IPI. Segundo o sindicato da habitção de São Paulo (Secovi-SP), entre janeiro e outubro foram lançados em São Paulo 19.986 imóveis residenciais, 31,8% menos do que os 29.294 dos dez primeiros meses de 2008. Mas houve uma forte recuperação em novembro e dezembro. Para o mercado imobiliário, 2009 foi um ano de desova de unidades prontas ou em estoque, lançadas durante o período de euforia, que durou de 2006 até o início de 2008. A combinação de juros menores, recuperação do emprego e do nível de atividade econômica e de medidas pontuais, como o aumento do valor máximo dos empréstimos com recursos do FGTS e das cadernetas, de R$ 350 mil para R$ 500 mil, estimulou a procura de imóveis. Mas, uma vez reduzidos os estoques, predominou a tendência de aumento de preços de venda e até do valor das locações, em especial, em metrópoles como São Paulo e Rio, onde as unidades oferecidas são rapidamente ocupadas. Em 2010, o conjunto de atividades relacionadas à construção civil deverá crescer 8,8%, contra apenas 1%, neste ano. A projeção engloba o mercado imobiliário, as obras públicas, ampliação de unidades comerciais e industriais, a autoconstrução e as reformas de residências.   
BSB, 3/1- No SBPE, com predomínio dos financiamentos para as classes média e média alta, os especialistas projetam um aumento de R$ 33 bilhões, em 2009, para R$ 50 bilhões, em 2010, duas vezes e meia maior do que do crédito em geral, conforme as projeções do Banco Central. O número de unidades financiadas deverá passar de 300 mil para 500 mil. Enquanto predominaram, em 2009, as operações com pessoas físicas, responsáveis por quase 60% dos empréstimos, em 2010 deverão crescer as operações do plano empresário, com construtores e incorporadores. Para isso concorrerá a consolidação das fusões de empresas muito atingidas pela crise, com outras maiores e mais sólidas. A melhora do mercado de financiamento imobiliário nesta década decorreu dos avanços do marco regulatório do setor, iniciados em 1997, com a Lei 9.514, que criou o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), a alienação fiduciária de bem imóvel e a securitização. Estão em curso novos aperfeiçoamentos.Em dezembro, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5.591/2009, que estabelece o princípio da concentração na matrícula do registro de imóveis dos ônus incidentes sobre a propriedade, contribuindo para maior segurança e menor custo das transações.   
BSB, 28/12- Tudo indica que as brasileiras Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Camargo Corrêa e Votorantim poderão ter uma briga feia pela frente se realmente sustentarem a ideia de tentar adquirir a cimenteira portuguesa Cimpor - terceira maior do país. A notícia internacional de que duas outras empresas podem assumir o papel de potenciais compradoras -a Lafarge (que já detém 17% da Cimpor), e a mexicana Cemex - aumentam a tensão em cima da Oferta Pública de Aquisição (OPA) de US$ 5,54 bilhões feita na última sexta-feira pela CSN. A Votorantim também seria uma das empresas apontadas como interessadas neste negócio, mas até o fechamento desta edição não havia ainda se manifestado sobre a compra da cimenteira portuguesa, diferentemente de CSN e Camargo Corrêa. Na última sexta-feira, a CSN viu ameaçados seus planos de internacionalização e crescimento neste nicho, pois, no mesmo dia, com receio de perder espaço nesse mercado e de olho na demanda futura, a Camargo Corrêa entrou na disputa e confirmou interesse na empresa portuguesa. De acordo com as regras do mercado português, a Oferta Pública de Aquisição da Camargo Corrêa deverá ser superior em pelo menos 2% ao valor oferecido inicialmente pela CSN, de acordo com a imprensa daquele país. Nesse sentido, a oferta da Camargo Corrêa deverá ser de no mínimo US$ 5,65 bilhões. A mesma regra valerá caso a CSN, ou alguma outra concorrente, queira fazer uma nova OPA. Durante o ano passado, a Cimpor foi responsável por 4,7 milhões dos 51,6 milhões de toneladas de cimento que foram produzidos no Brasil (9,1%), segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). A detentora da maior fatia da produção é a Votorantim, do grupo da família Ermírio de Moraes, com 41,3% desse total.   
BSB, 24/12- Pela primeira vez no ano, o número de imóveis residenciais lançados superou o número de unidades vendidas. Em outubro, 2.471 imóveis foram comercializados, ao passo que o setor imobiliário lançou 2.517 unidades na cidade de São Paulo, de acordo com dados divulgados na última quarta-feira (16) pelo Secovi- SP (Sindicato da Habitação). Neste ano, o primeiro semestre foi marcado por poucos lançamentos. Porém, a partir de maio, o mercado retomou fôlego e a produção reverteu o quadro. “Os dados de outubro, que apontam unidades produzidas em patamar superior às comercializadas, é relevante por traduzir a excelente perspectiva para o próximo ano junto aos empreendedores”, analisou o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Segundo o levantamento, o ritmo de comercialização médio mensal do período, registrado pelo indicador VSO (Vendas sobre Oferta), foi de 18,1%. O VSO demonstra a relação total de unidades vendidas no mês com o total de unidades em oferta no período. Dessa forma, a cada mil unidades em oferta, 181 foram vendidas em outubro. Em setembro, essa relação era de 308 para mil – o maior índice de toda a série histórica verificada pelo sindicato. O volume de imóveis vendidos foi 51,1% menor que o número verificado em setembro, quando 5.049 unidades foram comercializadas. O volume de imóveis lançados também apresentou queda, de 41,3%. A pesquisa ainda constatou que o VGV (Valor Global de Vendas) também apresentou queda, passando de R$ 1,3 bilhão, registrados em setembro, para R$ 996,1 milhões, verificados no décimo mês do ano – uma queda de 25,1%. De janeiro a outubro, 19.986 imóveis foram comercializados na cidade de São Paulo.   
BSB, 22/12- O presidente do grupo HC, Sebastião de Carvalho, que está a frente da empresa desde 1990, recebeu, em novembro, o prêmio de Líder Empresarial do DF de 2009, concedido pelo Fórum de Líderes Empresariais. O título é um dos mais relevantes para o mercado empresarial brasileiro e reconhece o longo trabalho do empresário frente a uma das maiores empresas. O Fórum de Líderes Empresariais foi fundado em 1977 e sempre agraciou empresários de renome de várias regiões do país. “É uma premiação muito interessante feita por pessoas de peso e relevantes para a sociedade. A maior característica desse prêmio é não ter pré-candidato. São disponibilizadas cédulas de votação e empresários votam naqueles que acreditam ter sido destaque pelo trabalho que desenvolvem com sua equipe na empresa. Estou muito satisfeito com o reconhecimento que tive”, comenta Sebastião.   
BSB, 17/12- A Brookfield Incorporações, resultado da união entre Brascan Residential Properties, Company S/A e MB Engenharia lança sua primeira campanha após a mudança da marca, Olhar Urbano. O objetivo é retratar fotograficamente empreendimentos que fazem história em quatro capitais brasileiras. Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro recebem o projeto. Mais conhecida pelos cliques políticos, Renata Castello Branco foi a escolhida pela Brookfield Incorporações para fazer o ensaio fotográfico do Parque Cidade Corporate, um dos principais marcos imobiliários da capital federal. Com localidade privilegiada, o empreendimento é construído com base no conceito Triple A, que obedece a uma série de critérios que incluem automação, conforto e segurança. A campanha conta também com a participação de grandes nomes da fotografia nacional, como Bob Wolfenson e Ucha Aratangy.   
BSB, 9/12- A volta da aceleração do mercado de shopping centers e o bom momento do varejo injetaram novo ânimo na Iguatemi Empresa de Shopping Centers (IESC), que tem como principal acionista a família Jereissati, e promete entrar em um novo patamar de crescimento. O Grupo capta recursos para lançar três ou quatro novos projetos greenfield (a primeira construção erguida no local) nos próximos 18 meses, com aportes de mais de R$ 400 milhões. A IESC ampliou a sua meta, que era de chegar a um patrimônio de 400 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) até 2013, com mais 120 mil m². Acredita que chegará ao objetivo, 520 mil m², antes de 2014, o que significa quase o dobro do tamanho que tem hoje: 215 mil m² de ABL. Desde que abriu o capital, em fevereiro de 2007, também já quase duplicou a sua ABL. O número de shoppings no portfólio da companhia tem crescido e passou de oito, em 2006, para 11 este ano. Além do lançamento de novos projetos, a companhia deve finalizar a construção de outros cinco shoppings (Iguatemi Brasília, Alphaville, JK, Jundiaí e Ribeirão) e poderá fazer aquisições em malls em que já tem participações e os outros acionistas estejam interessados em vender suas partes. De acordo com Cristina Betts, CFO e diretora de Relações com Investidores da companhia, a oferta primária de ações feita no final de novembro, que captou R$ 410,4 milhões, já foi feita com o intuito de investir nos novos centros de compras. Ainda estão negociando um financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o que segundo a executiva, assim como o acesso a outras linhas de crédito imobiliário, deve funcionar como um reembolso para a empresa, que está gastando mais agora para acelerar o crescimento e expansão.   
BSB, 3/12- A Paulo Octávio Investimentos Imobiliários conquistou importantes trofeus na quarta edição do Prêmio Construir Brasília. O primeiro deles foi conquistado no segmento de imobiliárias, como a mais bem votada entre os clientes de salas e lojas comerciais, e de unidades residenciais com quatro quartos. Entre as empresas com faturamento acima de R$ 40 milhões, foi escolhida no quesito qualidade em residenciais de um quarto, pelo bloco B do Complexo Brasil 21, em conjunto com a empresa Arca. Ainda no quesito qualidade, conquistou o prêmio de residenciais de três quartos, pelo bloco F do hotel-residência Ilhas do Lago, ao lado das empresas Conbral e JJPA. Por fim, também conquistou o prêmio no quesito qualidade em residenciais de quatro quartos ou mais, pelo Residencial Dario Cardoso. Além desses cinco prêmios, o arquiteto que venceu no quesito qualidade, com a mais alta nota média de votação dos melhores projetos arquitetônicos foi Antônio Carlos Alvetti, responsável pela concepção do Residencial Dario Cardoso, também da PaulOOctavio. Desde a primeira edição do Prêmio Construir Brasília, a PaulOOctavio tem realizado importantes conquistas. Em 2006, foi a única a vencer três categorias. Em 2007, conquistou quatro das indicações. E na 3ª edição, em 2008, conquistou cinco troféus da categoria “empreendimentos acima de R$ 40 milhões”.   
BSB, 30/11- O plano é abrir, até o final de 2010, cem agências no Brasil, explicou Paulo Toledo, vice-presidente da RE/MAX Brasil. A RE/MAX é hoje a maior rede do setor imobiliário, estando presente em 78 países e contando com mais de 100 mil corretores de imóveis e 6,5 mil franquias. Este ano, ela chegou ao Brasil, onde o ramo imobiliário cresce na mesma proporção da expansão econômica. E a rede já veio com força total, atingindo, em poucos meses, oito estados - Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Sergipe. "Já demos início ao plano de expansão e a expectativa é de que, até 2012, cheguemos a todos os estados brasileiros". Na América Latina, a rede já estava na Argentina, no Chile, na Venezuela e no Uruguai. "Ainda não estávamos no Brasil por dois motivos. Um deles é que o País apresentava instabilidade no que se refere ao setor imobiliário, principalmente por conta da escassez de crédito para que as pessoas pudessem adquirir seus imóveis". "Há três anos, simplesmente não havia crédito. Hoje, porém, o segmento apresenta franco crescimento, com a expansão do financiamento. Isso até motivou a abertura de capital de empresas da construção civil. De um ano para cá, também houve aumento do crédito para imóveis usados", explica Toledo, que conclui que a empresa vislumbra uma oportunidade de crescimento. O outro motivo é que a empresa não havia encontrado um parceiro que detinha o necessário conhecimento acerca do mercado local. Não existe penetração sem o conhecimento da cultura regional. "Noventa por cento das construtoras com atuação nacional possuem um parceiro local, que fala a mesma linguagem do consumidor", diz. O problema foi resolvido por meio da nomeação de um master franqueado em cada uma das regiões, que supervisiona a distribuição de vendas de franquias. Toledo afirmou que a empresa trabalha com uma expectativa de vendas de R$ 2 milhões mensais por agência, no próximo ano.   
BSB,27/11- A Via Engenharia, principal construtora do Centro-Oeste, teve grande êxito no 4º Salão WImóveis. Durante os três dias do evento, a Via vendeu cerca de R$ 11 milhões em imóveis. Ao todo, foram 25 negócios em residenciais localizados em diversas áreas no Distrito Federal, com destaque para o Setor Noroeste, Guará e Águas Claras. “Apresentamos, no salão, residenciais inovadores em termos de tecnologia, qualidade de vida e segurança. Portanto, aquele que comprou um imóvel da Via investiu no que há de melhor no mercado”, destaca o presidente da empresa, Fernando Márcio Queiroz. Quem visitou o estande da Via pôde conferir de perto os imóveis mais completos da cidade. A empresa realizou negócios nos seguintes empreendimentos: Via Ibiza, Via Parque Noroeste e Via Côte D’Azur, no Setor Noroeste; Via Blanc e Via Verano, no Guará; Residencial Península, Via Naturale e Via Terrazzo, em Águas Claras; e Via Tropical, em Samambaia. A Via Engenharia apresentou no Salão Wimóveis empreendimentos com diferenciais inovadores norteados em segurança, acabamento e tecnologia. Um exemplo é o Via Parque Noroeste. O empreendimento tem acabamento refinado, com piso em porcelanato de grandes formatos nas áreas sociais e do tipo parquet nas áreas íntimas. As varandas já serão entregues integradas ao living e louças e metais de linha superior trarão modernidade ao apartamento. Em termos de tecnologia, o apartamento já vem com sistema de distribuição de rede de dados para telefonia, internet e intranet nas salas e quartos, além de infraestrutura pronta para instalação de ar-condicionado em lájeas técnicas exclusivas.   
BSB, 24/11- O Secovi-SP e a Conceito Brazil firmaram uma parceria para ampliar a participação de empresários e investidores do setor imobiliário brasileiro no MIPIM / MIPIM Horizons (www.mipim.com), que acontece entre os dias 16 e 19 de março de 2010, em Cannes, França. Como incentivo ao empresariado brasileiro, a parceria oferece uma condição especial aos associados que integrarem a delegação até o dia 10/12: inscrição pelo valor de 1 mil euros, um desconto de 550 euros. Além disso, ao atingir dez pagantes, também será oferecido aos associados um meeting point coletivo dentro do espaço reservado ao Brasil no MIPIM Horizons. Criado há 20 anos, o MIPIM é o mais importante evento internacional B2B do setor imobiliário e é considerado indispensável para as empresas do segmento que querem dar dimensão internacional a seus negócios. Em 2008 foi criado o MIPIM Horizons, evento complementar ao MIPIM com foco em países emergentes e as oportunidades de negócios que eles oferecem aos investidores internacionais. Desta vez, os dois eventos acontecerão conjuntamente com o objetivo de potencializar os resultados e maximizar as oportunidades para expositores e visitantes. Por seu caráter B2B, ou seja o evento não é aberto ao público em geral, o MIPIM recebe em cada edição formadores de opinião e importantes personalidades do mercado imobiliário internacional. Na edição 2009, o evento recebeu 18 mil participantes. No próximo ano, o MIPIM Horizons terá como um de seus temas centrais a habitação de interesse social (social housing), assunto este que tem despertado muito interesse por parte de investidores e empresários do setor imobiliário internacional, que tradicionalmente não se dedicavam a este segmento. Os interessados podem contatar a Conceito Brazil por meio dos telefones (11) 3527-5000, com Heidi Pohlmann, ou do email hpohlmann@conceitobrazil.com.br.   
CRESCE BUSCA DE IMÓVEIS NA WEB BSB,23/11- Cerca de 1,9 milhão de internautas fizeram buscas por apartamento na internet ao longo de 2008. Já a palavra "imóveis" foi buscada mais de 5 milhões de vezes no ano, segundo os dados do Google Brasil, divulgados em um evento do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo). De acordo com o estudo, mais do que classificados em jornais e revistas, a internet é o meio mais utilizado para buscar empreendimentos imobiliários em São Paulo. "O setor imobiliário aproveita muito pouco os recursos da internet para divulgar sua produção", disse a executiva do Google Brasil para o segmento imobiliário, Marcela Ferreira. "Apesar da baixa utilização, os usuários pesquisados em 2008 lembraram de pelo menos um anúncio relacionado a imóveis. Precisamos aproveitar isso", completou Marcela. Aproveitar a rapidez de informações típicas da internet para realizar negócios foi tema de um evento realizado nesta quinta-feira (19) pelo Secovi-SP com empresários do setor. Um dos motivos atribuídos ao sucesso da comunicação do setor imobiliário na internet, segundo o estudo do Google Brasil, é a grande oferta de textos, vídeos, fotos e outros detalhes, como a localização e os serviços da região do imóvel, fatores que ajudam na tomada de decisão. "A internet também ajuda nos lançamentos e até na queima de estoque", lembrou Marcela. "Não há distinção de classe social na web e até quem procura produtos do programa Minha Casa, Minha Vida usa a internet", destacou a executiva do Google.   
BSB, 20/11- O mercado imobiliário contrariou as previsões depois do estouro da bolha nos Estados Unidos e vive em grande fase. O crédito imobiliário para pessoa física aumentou 45% no acumulado de janeiro a agosto de 2009, na comparação com o mesmo período de 2008. Até agosto, dado mais recente, os bancos públicos haviam despejado R$ 58,3 bilhões na atividade imobiliária, por meio de financiamentos para pessoa física. As instituições privadas desembolsaram R$ 12 bilhões. Em relação a julho, essas operações cresceram mais que as outras modalidades de crédito. As instituições financeiras dizem que têm batido recorde de contratos em carteira e esperam por um 2010 ainda melhor. Para os interessados em comprar um imóvel, a má notícia é que os preços não recuaram. Ao contrário, não param de subir. Os executivos das incorporadoras argumentam que os aumentos têm acompanhado os índices inflacionários. Mas especialistas, como Luiz Paulo Pompéia, presidente da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), dizem que o reajuste tem sido maior. O mesmo comportamento ocorre nos imóveis usados. No caso dos apartamentos de alto padrão, a alta no preço de venda do ano passado para cá chegou a 25%, segundo Celso Pinto, diretor da Sotheby’’s International Realty de São Paulo. Apesar do encarecimento dos produtos, as vendas estão melhores que no período pré-crise. Para se ter uma ideia de como o comércio de casas e apartamentos está em alta, segundo dados do Conselho Regional de Corretores de imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), o preço médio do metro quadrado (m²) do usado na região que inclui Alto da Boa Vista, Alto dos Pinheiros e Brooklin Velho, que era de R$ 2,5 mil em agosto, foi para R$ 3,7 mil em setembro, uma alta de 51,89%. De agosto a setembro, as vendas de usados subiram 44,35% na capital paulista.   
BSB, 20/11- Para os bancos, a boa demanda confirma que o momento é propício para elevar as apostas nos financiamentos imobiliários. Além de ganhar diretamente com a operação de empréstimo habitacional, para os bancos é um grande negócio atuar cada vez mais no segmento. É uma forma de ter um cliente fiel por até 30 anos - prazo máximo de quitação de um financiamento - e, nesse período, vender a ele outros tantos produtos, como seguros e aplicações. O principal argumento do sistema financeiro para apostar no potencial é o fato de o crédito imobiliário representar apenas 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, enquanto a média mundial é bem mais alta. No Chile, por exemplo, a participação é de 15% do PIB, lembra Luís Antonio França, diretor de crédito imobiliário do Itaú Unibanco. Caixa Econômica Federal, dona de mais de 70% dos empréstimos habitacionais no País, registrou em janeiro uma média de 2.032 financiamentos por dia. Neste mês, a média está em 3.978 contratos. O banco prevê desembolsar este ano R$ 38,5 bilhões com imóveis, 20% mais que em 2008. O Banco do Brasil (BB) é um dos mais novos players no financiamento imobiliário. Entrou em agosto do ano passado e não tem economizado na munição para divulgar o novo produto. Sergio Augusto Kurovski, gerente-executivo de Novos Negócios do BB, diz que as condições econômicas do País, com aumento do emprego e melhora da renda, são o que mais influencia o brasileiro atualmente a se decidir por um endividamento habitacional de longo prazo. Com o apetite dos bancos e condições de financiamento muito parecidas, fica difícil ganhar participação. Para Antonio Barbosa, diretor de Crédito e Consórcio do HSBC, o segredo é o incremento do serviço. Além disso, segundo o executivo, o banco quer cada vez mais aumentar as parcerias com as construtoras e imobiliárias para oferecer o crédito direto na fonte.   
BSB, 16/11- O 4o Salão Wimóveis ainda nem havia terminado e o mercado imobiliário da capital federal já podia contabilizar dados espetaculares em relação à presença de público e resultados de vendas. Se na edição anterior, que ocorreu em um ambiente de desconfiança em relação à economia mundial, os resultados foram bastante expressivos, com a presença de mais de 30 mil pessoas e com vendas de R$ 56 milhões durante os três dias do evento, e cerca de R$ 150 milhões no pós salão, período compreendido entre o final do evento e o fim do mês de dezembro, este ano as projeções são ainda mais animadoras. Até às 18h de domingo, faltando ainda quatro horas para o encerramento do salão, com base em dados obtidos junto a 71% dos expositores, a organização já podia divulgar a cifra de R$ 121 milhões em imóveis comercializados durante os três dias de. O bons resultados foram motivados pela maciça presença do público, que atendeu ao chamado dos expositores. Cerca de 34 mil visitantes garantiram o melhor cenário para os expositores. Com base no percentual de questionários respondidos pelos expositores (71%), a estimativa é de que até o fim de dezembro sejam comercializados cerca de R$ 274 milhões em imóveis vendidos. Outra estimativa da organização do salão é que quando forem computados a totalidade dos dados em relação ao movimento do 4o Salão Wimóveis, o valor geral de vendas atinja a impressionante cifra de R$ 350 milhões.   
BSB, 16/11- Segundo Marcelo Ramos, diretor Comercial do Portal WImóveis.com, "os resultados apresentados até agora pelo salão vem confirmar a excelente fase pelo qual passa o mercado imobiliário da capital, fazendo jus ao 2o posto entre os maiores mercados imobiliários do Brasil", comemorou. Ainda segundo Ramos, a edição deste ano do salão veio desmistificar, de forma cabal, a fama de elitista do mercado imobiliário candango. "Dentre os mais de 10 mil imóveis ofertados no salão, o consumidor podia encontrar unidades em todas as regiões do DF e entorno, com preços que variaram entre R$ 55 mil e R$ 4 milhões, demonstrando o leque extremamente democrático das ofertas", acrescentou Ramos. Para o diretor Comercial do Portal WImóveis.com, o salão confirmou também a sua consolidação como lançador de tendências no mercado. "Tivemos este ano, o lançamento de novas empresas dentro do salão, como foi o caso da Morada Brasília, das Organizações Paulo Octávio, direcionada para as classes econômicas em ascensão e que utilizaram a realização do evento para posicionar a nova marca junto ao mercado e ao público alvo", enumerou. Outro exemplo citado pelo empresário, foi o caso da Markimob e Espaço Y Engenharia, que elegeram o salão para o lançamento do empreendimento Neo, no Setor Noroeste, o primeiro de uso misto,comercial e residencial, com 1 ou 2 quartos, e que foi um sucesso absoluto de vendas, com mais de 80% do empreendimento comercializado apenas no salão. "E não podemos deixar de citar que Águas Claras continuou vendendo bem, e que Taguatinga, Guará, Ceilândia e Samambaia também se posicionaram como excelentes opções para moradia e investimentos, com bons preços e excelentes lançamentos, especialmente para a classe média", concluiu Marcelo Ramos.   
BSB, 13/11- A realização do 4o Salão WImóveis, que começa hoje e vai até o dia 15 de novembro, na Ala sul do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, promete ser uma grande celebração aos bons negócios do setor no Distrito Federal. Com a presença de mais de 100 empresas, entre construtoras, incorporadoras e imobiliárias, que vão disponibilizar mais de 10 mil imóveis, entre novos, usados e na planta, o mercado da capital passa a ocupar este ano o segundo lugar no ranking de cidades onde mais se vende imóveis - só perderá para São Paulo. Pela previsão dos empresários do setor, se o índice de crescimento seguir o mesmo ritmo registrado desde o início da década, de 20% de valorização ao ano, em pouco tempo, o DF atingirá os valores verificados na comercialização de imóveis que são praticados em São Paulo e no Rio de Janeiro. Para o setor, a expectativa é de que o volume geral de vendas (VGV) de imóveis no DF atinja, em 2009, R$ 3,1 bilhões, contra R$ 2,1 bilhões registrados no ano passado. Em 2008, o Rio de Janeiro vendeu o equivalente a R$ 2,5 bilhões, mas, este ano, a capital fluminense não deve ter crescimento sobre o ano anterior. São Paulo aparece em primeiro lugar, com vendas no valor total de R$ 7,2 bilhões.   
BSB, 13/11- A valorização vista em Brasília é a maior do País. As zonas sul de São Paulo e do Rio de Janeiro são mais caras, mas a valorização ano a ano do DF como um todo é bem maior, o que veio reafirmar a supremacia, no caso do DF, do investimento em imóveis em vantagem sobre aplicações no mercado financeiro e caderneta de poupança, por exemplo. Essa valorização foi sentida já em pleno momento da crise, quando na contramão do pânico nos mercado mundial e nacional, as vendas de imóveis ganharam um grande impulso. Segundo especialistas, o mercado de Brasília é comprador. E os preços estão subindo. Há dois anos, um imóvel no Sudoeste não passava de R$ 8 mil o metro quadrado, agora apartamentos são vendidos a R$ 10 mil o metro quadrado. Muito desta valorização se deve às expectativas criadas com o lançamento do Noroeste, que veio ocupar a última área disponível no Plano Piloto. Os dados coletados sobre a valorização imobiliária no DF são impressionantes. O reajuste médio das quitinetes localizadas no Sudoeste e Asa Sul, por exemplo, atingiram a cifra espetacular de 591%, desde o início da década. O m², em 2000, girava em torno de R$ 1,2 mil. O valor médio atual está em R$ 8,3 mil. No mesmo diapasão, o aumento do preço das unidades de três quartos no Sudoeste aumentou 265% nos últimos nove anos. Já a valorização média dos apartamentos em Águas Claras, foi da ordem de 304%, segundo analistas do mercado. Com base em todos estes dados é que Marcelo Ramos, diretor Comercial do Portal WImóveis, e um dos organizadores do salão é enfático em afirmar que: "Imóvel é, foi e sempre será o melhor negócio, ainda mais no DF, onde reúne segurança e rentabilidade sem igual. Além disso, está na cultura do brasileiro a preferência do imóvel enquanto investimento familiar e empresarial".   
BSB, 8/11- Construído em um dos bairros mais valorizados da cidade de São Paulo, na Chácara Klabin, o empreendimento Chanson da construtora Esser ocupará uma área de 6.000 metros quadrados. O imóvel de quase R$ 2 milhões é um ótimo negócio para quem pretende investir. Estima-se que o lucro seja de 30%. Segundo o gerente de marketing da empresa, Mauricio Ribeiro, ”a única torre terá uma ampla área de lazer, incluindo quadras de tênis e squash, e espaço mulher”. Estudo realizado a pedido da empresa mostra que o valor do condomínio seja cerca de R$ 800.   
BSB, 2/11- A quarta edição do Salão WImóveis, que ocorrerá entre os dias 13 e 15 de novembro, no Centro de Covenções Ulysses Guimarães, em Brasília, deverá movimentar R$ 150 milhões em negócios não só durante o evento, mas até o mês de dezembro. Essa é a expectativa dos organizadores do evento, Marcelo Ramos e Augusto Abdala. O maior Salão do Centro-Oeste deverá receber 30 mil pessoas durante os três dias de evento. Melhor época para realizar o WImóveis não poderia existir, com os números mostrando que o mercado imobiliário do DF cresceu 25% e a crise econômica global não afetou o setor. Com isso, a tendência é que as vendas aumentem. A expectativa é de que passe dos R$ 2,1 bilhões vendidos no ano passado e alcance R$ 3 bilhões este ano. A quarta edição do Salão terá a estrutura dos anos anteriores, mas com mais empresas. Serão 100 expositores, entre construtoras, imobiliárias, incorporadoras e bancos. Mais de 10 mil unidades serão ofertadas, entre imóveis novos, na planta e de terceiros. “Um dos diferenciais do Salão é que só podem ser vendidos empreendimentos com os registros imobiliários, como memorial de incorporação. Para não termos tais constrangimentos, todos os produtos devem estar nas normas necessárias”, observa o diretor comercial.   
BSB, 28/10- A construtora e incorporadora Gafisa informou nesta quinta-feira que seu Conselho de Administração pretende apresentar aos acionistas ainda em 2009 proposta de incorporação da totalidade das ações de sua controlada Tenda. A Gafisa possui 60 por cento do capital da Tenda. As condições da incorporação ainda serão negociadas, segundo a Gafisa, mas a administração da empresa “entende que a relação de substituição adequada deveria estar dentro do intervalo entre 0,188 e 0,200 ação Gafisa para 1 ação Tenda”, segundo fato relevante.   
BSB, 22/10- As locações de imóveis para fins comerciais cresceram 20% entre janeiro e setembro deste ano, ante igual período do ano passado, segundo pesquisa realizada pela Lello. "Os números mostram que o mercado comercial está aquecido, refletindo a retomada da atividade econômica, após um período de incertezas entre o final de 2008 e o início deste ano. Mesmo para quem deseja comprar um imóvel com finalidade comercial para investimento, a época é favorável", analisa a gerente de Locação e Vendas da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. O perfil da demanda por imóveis comerciais varia de acordo com a região. Por exemplo, na Mooca, os salões e casas são os mais procurados. Já em Moema, Jardins e Vila Mariana, os mais alugados foram as salas e os conjuntos comerciais, enquanto que, em Santana e em Perdizes, as casas comerciais respondem pelo maior número de negócios realizados. Enquanto as salas e conjuntos comerciais representaram 34% do total dos negócios, as casas comerciais representaram 32% das unidades alugadas. Salões comerciais, como os que são utilizados por cabeleireiros e oficinas mecânicas, foram menos procurados, representando 11% dos negócios. Em seguida, aparecem os galpões, com 8% do total, as lojas (7%), as sobrelojas (3%), os terrenos comerciais (3%) e os armazéns (2%).   
BSB, 19/10- Faltam imóveis para alugar na cidade de São Paulo, principalmente aqueles de um e dois dormitórios, e, para solucionar este problema, surgiram os "house hunters". Eles são profissionais que saem às ruas para caçar o maior número de casas e apartamentos que podem ser disponibilizados para locação. Batem nas portas das casas, conversam com proprietários, zeladores de prédio, vizinhos e qualquer pessoa que possa dar uma indicação sobre um imóvel para locar. A função deles é apenas captar imóveis, por isso não podem ser confundidos com os corretores de imóveis, que têm como objetivo intermediar negócios entre inquilinos e proprietários. A Lello Imóveis contratou 11 pessoas para assumir a função dentro da empresa. A imobiliária resolveu fazer o investimento depois de se deparar com uma fila de 2 mil interessados em alugar um imóvel. "Com esse trabalho, descobrimos muitos imóveis fechados na cidade. Os captadores trabalham para convencer os proprietários de que ofertar a unidade para locação é um bom negócio, gerando rendimento mensal e evitando gastos desnecessários com o pagamento de encargos como o IPTU [Imposto Predial Territorial Urbano] e cota de condomínio", disse a gerente-geral de Locação e Vendas da Lello, Roseli Hernandes. Na Lello, o número de interessados em alugar um imóvel mais que dobrou em um ano, sendo o perfil mais desejado aquele de um ou dois dormitórios, com uma vaga na garagem e valor de aluguel entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil. O tempo de espera para conseguir alugar é de quatro meses.   
BSB, 16/10- Experiências negativas do mercado de ações e a perda de rentabilidade de algumas modalidades de renda fixa fizeram dos imóveis uma opção mais segura de investimento em meio à crise, com destaque para os escritórios e as salas comerciais. O diretor da Barão & Ribeiro Negócios Imobiliários, Fernando Laborda Barão, disse que "algumas aplicações não estão tão atrativas", o que faz com que as pessoas procurem por ativos mais seguros, como os imóveis. O metro quadrado dos tipos de imóveis varia de R$ 15 a R$ 90, dependendo da localização e das condições da edificação. "Hoje está faltando imóvel comercial para alugar. Tenho cliente querendo comprar e não tem disponível", afirmou a gerente-geral de Vendas e Locação da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. A falta de unidades para locar torna os escritórios e salas comerciais um bom investimento, já que sempre tem alguém em busca. "Os imóveis comerciais ganharam destaque com o aquecimento da economia, com a ampliação das empresas. Com a crise, em outubro de 2008, percebemos que o setor começou a desaquecer, mas em janeiro, fevereiro e março, recuperou-se e, agora, nem parece que tivemos crise", disse Roseli. Ela explicou que, normalmente, quem busca o investimento em imóvel são pessoas de meia idade que viram no aluguel uma oportunidade de investimento para a aposentadoria. Mas isso está mudando. "O que estamos assistindo é que o jovem já vê no imóvel uma oportunidade de investimento, com o aluguel". Roseli explicou que o aluguel representa entre 0,7% a 1% do valor da propriedade, mas que pode chegar a 1,2%.   
BSB, 14/10- Se já era importante no plano estratégico da Odebrecht Realizações Imobiliárias, o Rio tornou-se mercado prioritário após ser escolhido sede das Olimpíadas 2016. É o que diz Antônio Pessoa, diretor regional da empresa. Especializada em construções residenciais e comerciais, a 0′R planeja lançar, até 2011, R$ 1 bilhão em projetos no estado. Até o primeiro semestre de 2010, a unidade Rio responderá por 22% dos lançamentos nacionais da empresa, de R$ 2 bilhões. O lançamento inaugural será o Dimension Office & Park, complexo de R$240 milhões, com seis edifícios comerciais, salas e lojas. A Avenida Abelardo Bueno, na Barra epicentro do projeto olímpico, é endereço de outros três terrenos da 0′R na capital. “A hotelaria passa a ser fundamental nos próximos projetos. Já há investidores interessados”, diz Pessoa. A 0′R começou a prospectar terrenos no Rio, três anos atrás, a reboque dos grandes projetos em siderurgia, petroquímica, petróleo e portos. Pessoa assumiu a regional, única da empresa que engloba um só estado. As outras duas reúnem São Paulo-Minas-Brasília e Bahia-Pemambuco. Além de Barra e Niterói, que concentram o banco de terrenos, a 0′R está de olho na Zona Portuária. “A revitalização atrairá empresas que hoje não encontram espaços qualificados na cidade”, diz Pessoa.   
BSB, 13/10- A BR Properties anunciou que comprou a totalidade do capital social da MGM - Empresa de Participações e Empreendimentos Imobiliários Ltda. por R$ 79 milhões. Segundo comunicado da BR Properties, a empresa adquirida atua na área de aquisição e locação de imóveis comerciais, incluindo imóveis construídos sob medida (built-to-suit). A MGM, que passa a se chamar agora BRPR XXVI Empreendimentos e Participações Ltda., também participa em outras sociedades e é proprietária de empreendimento imobiliário localizado no Município de Itapevi, em São Paulo.   
BSB, 9/10- Com os corredores movimentados, o Sisp 2009 - Salão Imobiliário São Paulo terminou no último dia 27/9, alcançando as expectativas iniciais dos organizadores. Cerca de 45 mil pessoas visitaram o evento em busca de informações sobre financiamentos, cartas de créditos e até mesmo a compra do imóvel. Durante o evento, os quatro bancos participantes concederam mais de R$ 600 milhões em crédito. Realizado no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, pelo Secovi-SP e a Reed Exhibitions Alcantara Machado, o Sisp 2009 ofereceu cerca de 100 mil imóveis, de pequenos a grandes, com 1, 2, 3 ou mais dormitórios e infraestrutura variada, em todas as regiões da capital paulista, bem como em outras cidades, Estados e países. Um dos diferenciais desta edição é que praticamente todos os expositores tinham ofertas de imóveis que atendem o Programa Minha Casa, Minha Vida. Este ano, o evento contou com muitos atrativos, como as taxas de juros abaixo das praticadas no mercado, imóveis a partir de R$ 52 mil e até parcelas de R$ 74 mensais. Geladeiras grátis na compra de um imóvel, sorteio de televisores de Plasma, móveis para cozinha e outros brindes também marcaram a quarta edição do Sisp. O Salão faz parte da Semana Imobiliária, conjunto de iniciativas que incluem ainda Prêmio Master Imobiliário, a Convenção Secovi, a Expo Síndico Secovi Condomínio, o Encontro de Administradora de Condomínios e o Ciclo De Palestras Para Síndicos. Simultaneamente, aconteceu a Fiaflora ExpoGarden. Juntos, os eventos reuniram aproximadamente 700 expositores.   
BSB, 5/10- O preço da ação da Rossi Residencial na oferta pública primária foi fixado em R$ 12,50, conforme informações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira. A operação envolve 74,25 milhões de ações, representando R$ 928,125 milhões. O valor por ação indica um deságio de 6% em relação à cotação do papel no fechamento desta quinta na Bovespa, de R$ 13,30.   
BSB, 1/10- O Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Sciesp) preparou para amanhã, 2 de outubro, uma série de homenagens alusivas ao 67o aniversário da emissão da Carta Sindical, expedida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); do 11o aniversário da Ebrae; e do 7o aniversário da Uniciesp, instituições que vieram fortalecer e dignificar o tabalho da categoria dos corretores de imóveis, tanto em nível estadual, quanto nacional. Na ocasião, serão realizadas uma série de homenagens aos expoentes do setor e personalidades que contribuem para o bom desenvolvimento dos rtrabalhos da categoria. Será feita a outorga da Medalha Odil de Sá - "O Conciliador" - para Antônio Custavo Rodrigues, presidente do Conselho0 de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e para José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP. Já o título de "Corretor Emérito", edição 2009, será outorgado para Luiz Carlos Kerchichian, sócio-proprietário da Mirantte Imóveis e para Marcos Cintra, corretor de imóveis e Secretário Municipal do Trabalho da cidade de São Paulo. E, para finalizar, será feita, tamb´pem, a outroga do títulode "Corretor Honorário" para Antônio Carlos Mathias Coltro, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Após as solenidades, os convidados serão homenageados com um grande almoço de confraternização.   
BSB, 30/9- A Agre Empreendimentos Imobiliários, empresa que será criada a partir da integração da Agra, Klabin Segall e Abyara, poderá fazer um aumento de capital mediante emissão de até 200 milhões de ações, conforme estatuto da companhia. Segundo o documento, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta terça-feira, a companhia nasce com capital dividido em cerca de 100 milhões de ações ordinárias. Esses papéis serão entregues aos acionistas das três companhias. Caso o aumento de capital permitido em estatuto seja feito, a Agre poderá ter o número de ações triplicado. As diretorias da Abyara, Agra e Klabin Segall anunciaram no início de setembro a proposta de incorporação das atividades na Agre, com substituição de ações das três companhias por papéis da nova empresa, que será listada no Novo Mercado da Bovespa. Quando foi anunciada a criação da Agre, o atual presidente da Agra, Luiz Roberto Horst Pinto, que ocupará o mesmo posto na nova empresa, disse que a companhia tinha pouco interesse em reforçar o caixa com emissão de dívida, mas não descartou uma oferta de ações. "É claro que com o novo tamanho da empresa aparece uma possibilidade grande de irmos buscar alguma nova capitalização", afirmou ele na ocasião. Ao mesmo tempo, o executivo ressaltou, porém, que o objetivo da diretoria inicialmente seria integrar as empresas e reduzir a dívida no ritmo mais rápido possível. Na semana passada, a Cyrela, que era acionista da Agra, anunciou a venda de sua fatia de 23,1 por cento na companhia, por 304,5 milhões de reais, para uma holding dos controladores da Agra e à uma sociedade que pertence à Veremonte Participações, do empresário espanhol Enrique Bañuelos. Segundo fato relevante encaminhado no sábado à CVM, o grupo de gestão da Agra ficará com 15 por cento da Agre e a Veremonte, 29 por cento. Os demais acionistas terão 56 por cento do capital da nova empresa. As assembleias para aprovação da incorporação das três empresas imo   
BSB, 30/9- A Cyrela, maior incorporadora imobiliária do país, vendeu sua fatia de 23,1 por cento na construtora Agra, após uma tentativa frustrada de incorporar a empresa no ano passado e três semanas após o anúncio de união desta companhia com Abyara e Klabin Segall. Em breve fato relevante nesta sexta-feira, a Cyrela não informou o motivo para sair do capital da Agra. A Cyrela vendeu as 55.369.493 ações ordinárias da Agra que detinha por 304,5 milhões de reais à BRF Investimentos e Participações e para a Caripó, metade para cada uma. Procuradas para dar informações sobre o negócio e a respeito dos compradores, Cyrela e Agra não tinham representantes imediatamente disponíveis para comentar o assunto. O preço por ação da Agra acertado foi de 5,50 reais, o que representa um prêmio de 5,4 por cento sobre o preço de fechamento do papel nesta sexta-feira, de 5,22 reais. Em virtude da operação, o acordo de acionistas que existia no bloco de controle da Agra foi rompido, segundo a Cyrela. Em junho do ano passado, a Cyrela e a Agra assinaram memorando de entendimento para união das empresas, mas em outubro o negócio foi cancelado devido a compromissos assumidos por ambas as companhias junto a parceiros. Em fevereiro deste ano, a Agra se uniu à Veremonte, do empresário espanhol Henrique Bañuelos, para comprar a Abyara Planejamento Imobiliário. Depois, em maio, a mesma parceria atacou mais uma vez, para adquirir conjuntamente o controle da construtora Klabin Segall. E, finalmente, no início de setembro, foi anunciada a união de Agra, Abyara e Klabin Segall para criar a Amazon Group Real Estate (Agre), uma companhia que teria no fim do primeiro semestre patrimônio líquido de 1,5 bilhão de reais e banco de terrenos de 19 bilhões de reais. A Agre vai incorporar as ações das três empresas e será listada no segmento Novo Mercado da BM&FBovespa. A fatia que a Cyrela tinha na Agra de 23,1 por cento, e decidiu vender, se transformaria em 11 por cento do capital des   
BSB, 29/9- A solenidade de posse da diretoria do Secovi-SP, aconteceu no último dia 24/9, no Hotel Holiday Inn, Parque Anhebi, econtou com a presença da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef que falou sobre o grande momento pelo qual passa o setor imobiliário nacional. "A construção civil se transformou em motor do desenvolvimento do País e ainda há espaço significativo para o seu crescimento. Esse movimento gera renda e emprego e todos se beneficiam com sua expansão", ressaltou Dilma. A ministra lembrou os incentivos do governo federal para o segmento imobiliário nacional e da criação de marcos regulatórios, como a legislação do patrimônio de afetação e do retorno dos recursos do FCVS para o crédito imobiliário. Em sua avaliação, o crescimento do volume de recursos para o financiamento é prova da importância dada pelo governo e os bancos ao setor. O presidente reeleito do Secovi-SP, João Crestana, falou em seu discurso de posse sobre a necessidade de traçar metas novas e trabalhar com planejamento, arrojo e determinação. Crestana lembrou as principais conquistas do setor nos últimos dois anos e apresentou as vertentes necessários para transformar o programa Minha Casa, Minha Vida em política de Estado para habitação.   
BSB, 25/9- O X Encontro Nacional dos Sindicatos de Corretores de Imóveis Filiados à Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (Fenaci), realizado na sede do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Sciesp), entre os dias 22 e 24, reuniu presidentes de Sindicatos de Corretores de Imóveis do Brasil, autoridades da área governamental, dirigentes do mercado imobiliário internacional, dirigentes de entidades de classe do mercado imobiliário, dirigente de associação dos profissionais liberais, corretores imobiliários, além de ter sido acompanhado em tempo real, via internet, por um sem número de internautas. Ao receber os participantes, o presidente do Sciesp, Odil de Sá ressaltou a importância do encontro nacional neste momento excepcional em que se encontra o mercado imobiliário. "Espero que este encontro marque um novo patamar entre os sindicatos co-irmãos e nos ajude a discutir temas comuns aos corretores de imóveis de todo o Brasil", disse Odil. Para o presidente da Fenaci, Carlos Alberto de Azevedo, a representatividade do encontro é incontestável. "Os dirigentes sindicais aqui reunidos representam mais de 150 mil corretores de imóveis em todo o Brasil e vieram a este encontro em busca de trocar idéias e experiências visando o crescimento e a qualificação do profissional brasileiro", assegurou Azevedo.   
BSB, 25/9- "Feliz é o país que tem pessoas que se dispõem a planejá-lo em conjunto", afimou o presidente João Crestana, nesta quinta-feira, 24/9, durante a abertura oficial das iniciativas que integram a Semana Imobiliária e acontecem simultaneamente, até domingo, no Parque Anhembi. A solenidade, realizada no Pavilhão de Exposições, contou com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, e do governador de São Paulo, José Serra, dentre outras autoridades federais, estaduais e municipais, presidentes de instituições financeiras, representantes de entidades, empresários do setor e demais convidados. Crestana lembrou que, após um ano de crise, a realização de mais um Salão Imobiliário mostra que o setor está reaquecendo e o consumidor se mostra confiante no mercado e no produto imobiliário. "Temos grande oferta de imóveis e presença de Bancos aptos a oferecer esclarecimentos sobre financiamentos", disse, destacando também a importância da integração, na Semana Imobiliária, da Expo Síndico Secovi Condomínios e do Enacon, oferecendo produtos, serviços e conhecimento para síndicos e administradoras. O presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Juan Pablo de Vera, agradeceu a confiança do Secovi-SP que, 5 anos atrás, propôs a parceria para organizar evento nos moldes do Salão Imobiliário de Madri e que resultou no Sisp. Também falou da importância da integração de todos os eventos em um só local. Depois de breve pronunciamento do diretor da Fiaflora - iniciativa realizada paralelamente no Anhembi -, aconteceu a assinatura de acordo comercial entre o Bradesco e o Secovi-SP (veja matéria sobre o assunto).   
BSB,25/9- A ministra Dilma Roussef iniciou seu pronunciamento dizendo tratar-se de um "dia especial" para todos que participaram da cerimônia de posse de João Crestana. "Depois de ouvi-lo, temos a consciência da força e do poder que se abrem para o mercado imobiliário no Brasil. O presidente fez importante apresentação da economia no País e dos compromissos do setor da construção civil", disse. Segundo ela, as famílias melhoraram, já têm acesso a bens de consumo e a perspectiva é de crescimento exponencial do Brasil, com grande demanda pela casa própria, elemento essencial para construção da cidadania. Observou ainda que o setor financeiro privado tem papel fundamental a cumprir, no sentido de ampliar o crédito à construção civil. E concluiu afirmando que a diversificação de eventos iniciados na ocasião "é a síntese de todo o potencial e da realidade que estamos vivendo". O governador de São Psulo, José Serra disse que a moradia também é uma preocupação do governo estadual, cujo foco são famílias com renda de 0 a 3 salários mínimos. Os programas incluem urbanização e moradias com qualidade não só na construção como no acabamento - algumas até com energia solar. "Moradia tem de estar atrelada à urbanização e ao meio ambiente", defendeu. Falou ainda sobre algumas medidas destinadas à desburocratização e agilização de processos, informando o empenho na redução de prazos de aprovação de projetos no Graprohab - Grupo de Análise de Aprovação de Projetos Habitacionais; a parceria para identificar terrenos destinados a receber projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida; e a parceria com cartórios que prevê a redução em até 62,5% para registros de Habitação de interesse social - com a meta de regularização de 750 mil moradias.   
BSB, 21/9- Vem aí a quarta edição do Salão WImóveis, um dos eventos mais importantes do setor imobiliário do Distrito Federal e da região Centro-Oeste. O Salão acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de novembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Este ano o evento recebe apoio e patrocínio de oito grandes empresas do mercado, além de tradicionais players. O Salão WImóveis é sinônimo de sucesso, conta com o apoio e a efetiva participação das principais instituições do mercado, além de ser aguardado com entusiasmo pela população, expositores, montadoras, etc. Até o presente momento, 90% dos estandes já foram vendidos. Por causa da grande procura pelos estandes do 4° Salão, foi criada este ano uma área especial para atender à demanda das empresas e aumentar a participação de todos os interessados do setor imobiliário.   
BSB, 16/9- A oferta primária de ações da Rossi Residencial poderá girar de R$ 674 milhões a R$ 774,8 milhões, considerando-se a colocação dos lotes principal e suplementar e o preço dos papéis da construtora no fechamento da Bovespa na sexta-feira, de R$ 12,25. Segundo prospecto encaminhado pela construtora à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira, o lote principal da oferta é constituído por 55 milhões de ações ordinárias. Já o lote suplementar poderá incluir até 8,25 milhões de ações, levando à distribuição pública de 63,25 milhões de papéis. A oferta deverá, portanto, superar a expectativa inicial da companhia, que informou no início do mês que pretendia captar entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões por meio da venda de novas ações. De acordo com o prospecto, o período de reservas vai de 28 a 30 de setembro. O preço da ação será definido em 1º de outubro. O Credit Suisse é o coordenador-líder e a operação conta ainda com participação de Bradesco, Santander e BB.   
BSB, 16/9- A Brookfield Incorporações, unidade brasileira para o setor imobiliário da canadense Brookfield Asset Management, anunciou nesta terça-feira que está planejando fazer uma oferta pública primária de ações ordinárias que deve ficar entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões. "A realização e conclusão da oferta, bem como a estrutura definitiva a ser adotada, estão sujeitas à aprovação pelo conselho de administração da Bisa e às condições dos mercados de capitais nacional e internacional", informou a empresa em comunicado. As ações da empresa abriram em baixa de cerca de 3%.   
BSB, 12/9- Em sua quarta edição, o Salão Imobiliário de São Paulo está mais popular. A feira, que acontece de 24 a 27 de setembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, deve reunir este ano mais de 100 mil imóveis, e boa parte deles será voltada a famílias com renda de até 10 salários mínimos. Nas edições anteriores, o Salão concentrava os lançamentos das construtoras e o preço médio dos imóveis ficava na casa dos R$ 200 mil. Este ano, entretanto, a criação do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” - em que o governo subsidia o financiamento de imóveis novos no valor máximo de R$ 130 mil para famílias que ganhem até dez salários mínimos - motivou o mercado imobiliário a ampliar a oferta de produtos para uma população de renda média e baixa. “Eu acredito que 60% dos imóveis ofertados terão um valor compatível com as regras do programa habitacional”, estima João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e um dos coordenadores do evento. Crestana adianta que governo, prefeitura e Caixa Econômica Federal terão estandes no Salão e prestarão atendimento ao público. “O visitante vai poder se cadastrar no ‘Minha Casa, Minha Vida’ lá mesmo”, avisa. Mas, segundo os organizadores, quem procura imóveis de outro tipo não vai se decepcionar se decidir visitar o Salão. Haverá de tudo um pouco: imóveis usados, novos ou ainda em fase de construção. Os preços também oscilam muito. No site do evento, já é possível constatar que, na cidade de São Paulo, as unidades mais baratas da feira custam R$ 99 mil, e as mais caras, nada menos que R$ 4,3 milhões. “No final do ano passado, o mercado imobiliário sofreu o impacto do agravamento da crise econômica. Portanto, muitos lançamentos foram adiados e algumas unidades não conseguiram ser vendidas”, analisa Ricardo Matrone, organizador do evento. “Por isso, as empresas vão aproveitar o Salão para divulgar os produtos que estão no seu estoque.”   
BSB, 12/9- Como saldo da crise, o visitante também vai se deparar com melhores condições de financiamento: os juros do crédito imobiliário caíram bastante desde setembro, acompanhando a redução de 13,75% ao ano para 8,75% ao ano registrada pela Selic (taxa básica de juros) no período. “Hoje, a casa própria está bem mais acessível”, enfatiza Crestana. O presidente do Secovi-SP diz que, em outubro do ano passado, o trabalhador que quisesse comprar um imóvel de R$ 85 mil teria de apresentar uma renda mínima de R$ 3,5 mil mensais. Hoje, bastam R$ 1,7 mil. “Com juros menores e prazos maiores, a prestação da casa própria passou a caber no bolso do trabalhador e quem não tinha acesso ao financiamento agora pode ter”, resume Crestana. Os imóveis com perfil mais popular serão realmente os mais disputados pelos visitantes. Uma pesquisa realizada pelos organizadores com cerca de 3 mil visitantes pré-cadastrados para participar do Salão revela que eles buscam principalmente imóveis novos, de 2 dormitórios. Aproximadamente 30% dos entrevistados querem encontrar um imóvel no valor de R$ 100 mil a R$ 160 mil; outros 27% procuram os de até R$ 100 mil, enquanto 12% pretendem adquirir algo no valor de R$ 160 mil a R$ 220 mil. Quem quiser se adiantar, pode pesquisar os imóveis em www.sisp.com.br, no link “SISP 4 Estações”. Mas nem todos os imóveis que estarão no Salão já foram listados no site. Serviço: Salão Imobiliário de São Paulo www.sisp.com.br Entrada: R$ 15 (mas quem fizer o cadastramento no site antes da feira não paga nada) Data: 24/09 a 27/09 Horário: 24 e 25/09, das 12h às 21h; nos dias 26 e 27/09, das 10 às 21h. Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi, Parque Anhembi - Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo (SP)   
BSB, 5/9- Com o aumento dos estoques de imóveis ocorrido durante o período alto da crise financeira mundial, construtoras e incorporadoras estão investindo em ações agressivas de marketing para fazer uma verdadeira liquidação de seus lançamentos. É o caso da InPar, que não efetuou lançamentos em 2009. Segundo a gerente de Marketing, Giancarla Medeiros, "todas as ações promocionais têm como objetivo vender mais". Sem lançamentos, a InPar trabalha duro para ter liquidez de estoque. Conforme os seus resultados do segundo trimestre, a empresa tinha cerca de R$ 845,8 milhões em valor geral de vendas (VGV), em estoque. Deste montante, R$ 294,8 representam lançamentos de 2008. Boa parte dessas unidades à disposição, R$ 505,9 milhões em VGV, também eram unidades lançadas, porém em 2007. "Conforme o seu foco, você faz ações todos os fins de semana para atrair as pessoas", diz Giancarla. Ela conta que já reuniu cerca de 3 mil pessoas em um empreendimento no Espírito Santo, no qual houve uma apresentação da banda Paralamas do Sucesso. Mas a estratégia promocional da InPar não se limita às unidades em estoque. "Estamos em uma retomada de lançamentos", afirma Giancarla. A empresa programa um lançamento, o Mairare, para outubro, em São Paulo. O fato é que aumentar o número de pessoas nos lançamentos automaticamente gera um acréscimo na velocidade de vendas. "Nós vendemos mais rápido as unidades de empreendimentos que têm alguma promoção ou atividade", completa Giancarla.   
BSB, 5/9- Para liquidar as unidades de 33 de seus empreendimentos já lançados, a Even promove uma ação que chama a atenção pela proposta: dar R$ 1 mil para quem visitar seus imóveis e mesmo assim comprar do concorrente. Essa ação, que parece apelativa, é apoiada no crescimento do número de visitas. Segundo o diretor de Marketing da Even, Meyer Cohen, a promoção deve aumentar em 70% o número de visitas aos empreendimentos. "Oferecer esse valor às pessoas que compram do concorrente tem um objetivo simples: as pessoas com certeza visitarão nossas unidades antes de procurar o concorrente", afirma Cohen. Mas existem alguns limites, como medidas semelhantes, preços com pequenas diferenças e proximidade na localização dos empreendimentos entre os imóveis. No final de semana, a Tecnisa montou uma pista para off-road e disponibilizou seis veículos Land Rover aos clientes no local de vendas do Vila Nova Reserved, na Vila Nova Conceição, em São Paulo. Compareceram ao local 214 pessoas, e 56 visitaram o estande de vendas. A gerente de Marketing da Tecnisa, Renata Malucelli, diz que o objetivo principal era "aumentar o fluxo de pessoas no estande de vendas".   
BSB, 3/9- Abyara, Agra e Klabin Segall vão integrar suas atividades. Para isso, será criada uma nova empresa, a Agre Empreendimentos Imobiliários, que será listada no Novo Mercado da Bovespa e incorporará as ações das demais empresas. Em fato relevante, as empresas contam que a relação de substituição das ações é a seguinte: uma ação da Agre para cada 5,185657061 ações ordinárias da Abyara, uma Agre por 4,858175714 Ons da Agra e uma Agre por 4,775142186 ações ordinárias de emissão da Klabin Segall. Segundo as empresas, a relação de substituição é proposta após ter sido analisada e recomendada por grupo específico de trabalho constituído por membros do conselho de administração de cada uma das companhias. Foi determinada com base na comparação do valor de mercado das ações de emissão das companhias, calculado pela média ponderada por volume de negociação das cotações médias das ações nos 60 dias anteriores a 28 de agosto de 2009, inclusive. Obtido o valor de mercado de todas as ações das companhias, considerou-se a participação proporcional do valor de mercado das ações no valor combinado de mercado. Uma vez aprovada a incorporação de ações pelas assembleias gerais das companhias, todos os seus acionistas passarão a ser acionistas da Agre, mediante a emissão por essa empresa de 100 milhões de novas ações ordinárias. Com isso, os acionistas da Abyara terão 20,23% do total, Agra com 49,26% e Klabin Segall com 30,51%.   
BSB, 3/9- As empresa também informam que a Agra vendeu para a Veremonte Participações toda a fatia que detinha indiretamente na Abyara e na Klabin Segall, pelo que a Veremonte passa a deter, indiretamente, 51% do capital social da Abyara e 43,8% do capital social da Klabin Segall. A venda foi feita por R$ 189,065 milhões, a serem pagos em dinheiro, correspondente ao valor de mercado das participações adquiridas calculado com base no mesmo critério utilizado para determinação da relação de substituição proposta para a incorporação de ações. Os conselhos de administração das companhias indicaram Luiz Roberto Horst Silveira Pinto para presidente do conselho de administração e CEO da Agre a ser eleito na data da aprovação da incorporação de ações. De acordo com o fato relevante, a Agre nasce com capitalização de R$ 2,3 bilhões (28/06/09), patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão (base 30/06/09), banco de terrenos (landbank) de R$ 19 bilhões (base 30/06/09) e volume médio diário negociado nos últimos 30 dias na Bovespa de R$ 38,6 milhões.   
BSB, 1/9- Duas empresas brasileiras estão entre as dez maiores ligadas ao setor imobiliário da América Latina e Estados Unidos, em valor de mercado, segundo levantamento divulgado pela consultoria Economatica nesta sexta-feira. A Cyrela Brazil Realty ocupa a terceira posição, valendo US$ 4,8 bilhões no fechamento do pregão na quinta-feira, atrás somente das americanas Fluor Corp (US$ 9,7 bilhões) e Jacobs Engineering (US$ 5,5 bilhões), que atuam no setor de construção pesada. A MRV Engenharia ficou na nona colocação do ranking, com valor de mercado estimado em US$ 3,1 bilhões. Na lista das 20 maiores produzida pela consultoria, aparecem seis empresas brasileiras, 11 dos EUA e três do México. Entre as brasileiras, PDG Realty entra na 14ª colocação (US$ 2,34 bilhões), seguida pela BR Malls Participações (US$ 2,06 bilhões), Gafisa (US$ 1,99 bilhão) aparece em 17º e Multiplan (US$ 1,97 bilhão) fecha a participação nacional na 18ª posição.   
BSB, 30/8- A Klabin Segall anunciou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que a Boeta Participações - controlada pelo espanhol Enrique Bañuelos e pela Agra -, que tinha 57,79% do total de ações do capital social da companhia, alienou 14% do montante dos papéis ordinários. Com isso, os Fundos Polo Capital e Gás Investimentos adquiriram 7% das ações, cada um. A Boeta explicou que ambos os fundos são investidores institucionais com vocação de longo prazo e já presentes no capital social de diversas empresas do setor imobiliário brasileiro, entre elas a Abyara e a Agra. Cada fundo ficou com 10.199.413 ações ordinárias. "Essa operação é uma consolidação. O Boeta já comprou a Abyara, a Inpar e a Klabin. A visão do fundo tem grande interesse no setor de incorporações, por isso, acabou comprando a Abyara só na parte de incorporação imobiliária. O negócio dele [Boeta] é a negociação da venda, não a construção do imóvel", explica o advogado Carlos Ferrari, do Lobo & de Rizzo Advogados.   
BSB, 27/8- A compra de imóveis para moradia atingiu participação importante no mercado imobiliário. Segundo a Apsa - empresa de gestão de negócios imobiliários - cerca de 60% dos imóveis vendidos são para primeira moradia. Já os 40% restantes são pessoas que já possuem um imóvel e estão dando um upgrade de moradia. A empresa registrou também que cresceu a venda de imóveis caros, acima de R$ 700 mil, sobretudo adquiridos por investidores da bolsa que vêem esta compra conmo algo seguro.   
BSB, 26/8- Manter um imóvel fechado na capital e Região Metropolitana de São Paulo pode gerar um prejuízo de até R$ 17 mil por ano ao proprietário, segundo alerta da Lello Imóveis, empresa especializada em administração imobiliária. Isso porque, segundo explica a gerente de Locação e Vendas da empresa, Roseli Hernandes, se ficar desocupado, o proprietário deixará de ganhar e ainda terá de arcar com despesas como condomínio, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), gás e manutenção em geral. "Um inquilino que mantenha a unidade conservada e pague o aluguel em dia garante a lucratividade do negócio para o proprietário e mantém o imóvel valorizado para uma eventual venda". Negócios Ainda segundo a Lello, a procura pelo aluguel de unidades residenciais, especialmente de um e dois dormitórios, triplicou neste ano, em relação ao ano passado, sendo que bairros como Perdizes, Consolação, Vila Mariana, Mooca, Ipiranga, Vila Romana, Chácara Klabin e Butantã estão em evidência no mercado paulistano. "São locais em franca valorização imobiliária, com a expansão do metrô, maior infraestrutura comercial, variedade de serviços e facilidades de acesso. Nessas regiões, bons produtos imobiliários têm retorno garantido".   
BSB, 22/8- A empresa responsável pela construção do Burj Dubai, atual prédio mais alto do mundo, ainda não definiu a data exata da finalização do projeto - que já ultrapassou os 800 m de altura -, mas confirmou que a inauguração será feita ainda neste ano, segundo informações do Wall Street Journal. De acordo com a publicação, no ano passado a data estimada para a abertura era setembro de 2009. No entanto, a Emaar Properties PJSC afirmou que não estava satisfeita com o design do interior e adiou os planos. A imprensa local comenta que a nova data deve ser o feriado nacional dos Emirados Árabes em 2 de dezembro. A altura da estrutura também não será divulgada até o final da construção, mas superou há muito tempo o então prédio mais alto do mundo, o Taipei 101, em Taiwan, que foi terminado em 2004 com 509 m. Mesmo com seus 800 m, o Burj Dubai pode ser ultrapassado em alguns anos. A Nakheel lançou em 2008 o projeto de uma torre também em Dubai que alcançaria os 1.000 m de altura. Iniciado em 2004, o Burj Dubai tem custo estimado em US$ 1 bilhão. Ainda em 2007, foram vendidos 144 apartamentos de um quarto por US$ 3,5 milhões. Quando terminado, o prédio terá pouco mais de 160 andares, 54 elevadores, cerca de mil unidades residenciais e uma população de 35 mil pessoas.   
BSB, 20/8- Cerca de um terço dos americanos que perderam suas casas após a crise imobiliária sofrem de depressão grave, de acordo com um estudo publicado no American Journal of Public Health nesta terça-feira. Os pesquisadores da faculdade de medicina da Pensilvânia entrevistaram 250 proprietários da área da Filadélfia (Pensilvânia, leste dos Estados Unidos) no momento em que sua propriedade foi confiscada. Quase metade deles apresentava sintomas de depressão após terem suas casas apreendidas, e 37% sofriam de depressão grave, afirmam os pesquisadores. O movimento, sem precedentes, de apreensões de casas nos Estados Unidos, na sequência da crise financeira, "é também uma crise de saúde", diz o Dr. Craig Pollack, principal autor do estudo. Ele ressaltou que a situação poderá ser pior em outros grandes centros urbanos, onde a taxa de apreensões e de desemprego são muito superiores a Filadélfia. Nesta cidade, o despejo de propriedades quase duplicou entre 2007 e 2008. "As excepcionalmente altas taxas" de sintomas depressivos identificados neste estudo é de especial preocupação, observa o médico, apontando que as pesquisas anteriores indicam uma taxa de depressão em cerca de 12,8% dos americanos que vivem abaixo da linha da pobreza.   
BSB, 19/8- Construtoras montam unidades decoradas para mostrar aos clientes como ficará o imóvel pronto. O recurso deslumbra os futuros moradores e aumenta a velocidade das vendas Muitas vezes, na hora de comprar um imóvel na planta, fica difícil conseguir visualizar como será o apartamento quando estiver pronto. Para facilitar a visão dos consumidores, as construtoras costumam montar uma unidade decorada, uma réplica do apartamento que está em construção. “O objetivo principal é exatamente dar a ideia ao cliente – um possível comprador, das possibilidades de decoração e acabamento de um imóvel que ainda está na planta, para que ele tenha hoje uma noção do que será o imóvel quando for recebê-lo”, diz Wilson Charles, gerente de vendas da Emplavi. A unidade decorada é um dos recursos mais utilizados pelas construtoras para mostrar aos clientes as dimensões reais do imóvel e aumentar as vendas. “Considero hoje a principal ferramenta de comunicação e venda de um lançamento imobiliário. É através dela que materializamos o sonho do cliente que adquire uma unidade na planta de uma incorporadora. Tem como objetivo encantar e elucidar os compradores. É fundamental”, destaca Rubens Oseki, gerente comercial da Brookfield Incorporações. “Geralmente as pessoas não conseguem visualizar a amplitude dos espaços através de uma planta. Não sabem se o ambiente é grande ou pequeno, maior ou menor do que o da residência atual, se cabe isso ou aquilo. Assim, a unidade decorada, além de encantar o cliente, evita falsas expectativas nos futuros moradores dos empreendimentos”, observa Wilson. Rubens acrescenta que a decoração mostra toda funcionalidade dos ambientes e as possibilidades que o cliente terá.   
BSB, 18/8- A Secretaria Nacional de Habitação abriu, no dia 11/8, inscrições para curso à distância sobre planos locais e estaduais de habitação. O objetivo do curso é capacitar técnicos e dirigentes de governos municipais e estaduais, empregados da Caixa Econômica Federal e outros agentes sociais para a elaboração dos Planos Locais de Habitação de Interesse Social (PLHIS) e dos Planos Estaduais de Habitação de Interesse Social (PEHIS). A primeira edição acontecerá entre 30 de agosto e 2 de novembro e será direcionada às regiões Norte e Nordeste. A segunda edição começa em 11 de outubro e abrangerá as demais regiões do país. As inscrições poderão ser feitas até 21 de agosto, por meio do cadastramento de participantes pelas prefeituras e governos estaduais. As senhas para realizar o cadastramento foram enviadas no Oficio Circular SNH/MCIDADES nº 6490 para prefeitos, prefeitas e os titulares dos órgãos estaduais responsáveis pelos PEHIS. Os entes que não receberem suas senhas devem solicitá-las cumprindo os seguintes passos: preparar ofício em papel timbrado, assinado pelo prefeito ou pelo titular do órgão estadual responsável pelo PEHIS, com solicitação de reenvio de senha e indicação do endereço eletrônico (e-mail) para o qual os dados devem ser enviados. O ofício deve ser escaneado e enviado, em anexo, para o endereço dict-plhis@cidades.gov.br. As vagas não preenchidas até dia 21 de agosto serão remanejadas. Terão prioridade no remanejamento os servidores envolvidos na elaboração e acompanhamento dos PLHIS/PEHIS, os representantes do movimento social de moradia ativo no municípios e os demais profissionais e agentes sociais envolvidos na elaboração do PLHIS. Para mais informações, os interessados podem consultar o endereço www.cidades.gov.br/eadplhis. Em caso de dúvidas sobre o processo de inscrição, os interessados devem entrar em contato com a central do atendimento, no número 0800 602 5001.   
BSB, 15/8- A queda das taxas de juros e o aumento da demanda por imóveis comerciais criou uma segunda onda no mercado - depois das construtoras, agora as imobiliárias e consultorias migram para o nicho de escritórios de pequeno e médio porte. A Local Imóveis acaba de criar um novo braço de negócios, a Local Business, e a multinacional CB Richard Ellis está atuando na locação e gerenciamento de conjuntos comerciais de até 500 m2. Tradicional no mercado paulista no segmento residencial, a Local Imóveis tinha planos de abrir uma área apenas para salas comerciais, casas e galpões no ano passado. Adiou os planos por conta da crise e, com o reaquecimento do mercado, resolveu inaugurar a nova divisão, que terá uma equipe de 40 corretores. A área residencial, que existe há 36 anos, tem 270 corretores. A Local fechou uma parceria com a BM Sua Casa, empresa de crédito imobiliário para pessoas físicas do grupo Brazilian Capital, que terá uma linha de crédito especial. A BM Sua Casa irá financiar até 70% do valor do imóvel - tradicionalmente as linhas para imóveis comerciais chegam a 50% - por até 30 anos a uma taxa de 1% ao mês mais IGPM. "Esse tipo de iniciativa cria uma nova dinâmica para imóveis comerciais, com mais liquidez na revenda", afirma Elyseu Mardegan Jr, da BM Sua Casa. "A compra pode ser mais competitiva que o aluguel, principalmente agora que os juros estão caindo." Nos próximos 12 meses, a Local Business estima atingir R$ 5 milhões em receita e um valor geral de vendas de R$ 100 milhões em cerca de 200 transações. "Acreditamos que haja muita demanda para esse tipo de negócio, há uma carência de profissionais especializados em comerciais de médio porte", diz Sara Sguillaro, sócia diretora da Local, que pretende atender o mercado entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão. "São necessários dois anos para consolidar o negócio", avalia.   
BSB, 8/8- A companhia hipotecária Freddie Mac, um dos pivôs no estouro da bolha imobiliária norte-americana, informou que fechou o primeiro semestre de 2009 com uma perda de US$ 9,083 bilhões, mas teve um lucro de US$ 768 milhões no segundo trimestre e ressaltou que, por enquanto, não precisa de mais recursos públicos. Embora tenha lucrado no segundo trimestre, se for contabilizado o pagamento durante esse período de US$ 1,142 bilhão por dividendos de ações preferenciais concedidas ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, a companhia teria acumulado uma perda de US$ 374 milhões no trimestre passado. Isso significaria um aumento de 64,48% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Nos seis primeiros meses deste ano, Freddie Mac, que se encontra sob controle público, registrou uma perda de US$ 3,26 por ação, 43% a mais que no mesmo semestre de 2008. Em relação ao trimestre passado, a perda por título foi de US$ 0,11, um valor muito inferior aos US$ 1,63 que perdeu no mesmo trimestre do ano anterior. A receita líquida por juros chegou a US$ 8,114 bilhões no semestre, quase quatro vezes mais que no mesmo período do ano anterior, e entre abril e junho alcançaram os US$ 4,255 bilhões, comparado com os US$ 1,529 bilhão do mesmo trimestre de 2008.   
BSB, 5/8- A prefeitura quer autorizar a iniciativa privada a construir arranha-céus de até 50 andares na Zona Portuária em troca de recursos para investir em infraestrutura urbana na área, incluindo os bairros de São Cristóvão, Cidade Nova, Saúde, Gamboa, Caju e Santo Cristo e parte do Centro (na Avenida Presidente Vargas e ruas internas). A proposta consta do projeto de lei complementar enviado pela prefeitura à Câmara de vereadores, no qual detalha como seria executado o projeto de revitalização da região. O projeto de lei para tirar o Porto Maravilha do papel foi lançado no fim de junho, numa cerimônia com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva , mas só divulgada oficialmente nesta segunda-feira. A proposta divide a região em 30 setores, que podem ser alvos das chamadas Operações Urbanas Consorciadas. Pela proposta, a prefeitura estabelece parâmetros mínimos para construir em cada uma dessas áreas. As construções acima desses gabaritos seria possível com o uso dos chamados Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), a serem vendidos em leilões públicos supervisionados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Nos terrenos incluídos no projeto do Porto poderão ser construídos prédios residenciais ou mistos (também com aproveitamento como escritórios); universidades, supermercados, clubes, hotéis, hospitais e igrejas.   
BSB, 3/8- A Construtora Tenda registrou aumento de 216% no número de agendamentos pelo site, por parte de interessados na compra dos seus imóveis. Segundo informa a empresa, o número de agendamentos saltou, de 1943/mês em janeiro (2009), para 6127 em junho. No período, o acesso ao seu portal cresceu 81%, de 293 mil para 530 mil visitantes mensais. “A Tenda tem investido constantemente em tecnologia, com o objetivo de se aproximar cada vez mais dos clientes, consolidando sua liderança no setor”, afirma o diretor presidente, Carlos Trostli. Com presença nacional em 64 cidades e líder no segmento econômico, a Tenda anuncia que direcionará sua produção também aos perfis de zero a três salários mínimos. Para estes mercados prevê lançar cinco mil unidades, nos próximos 12 meses.   
BSB, 1/8- A Construtora Tenda (TEND3) anunciou hoje lucro líquido de R$ 23,4 milhões no segundo trimestre deste ano, demonstrando um incremento de 32,8% na comparação com os mesmos meses de 2008, que registrara R$ 17,6 milhões. A receita operacional líquida atingiu R$ 261,2 milhões entre abril e junho de 2009, ante R$ 183,1 milhões observados em igual trimestre do ano anterior. O dado mostra que houve uma expansão de 42,7%. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ficou em R$38,6 milhões no segundo trimestre, com alta de 61,8% em relação ao mesmo período de 2008. A margem Ebitda ficou em 14,8%. De acordo com comunicado, o número de unidades vendidas no trimestre subiu 9,3% face a igual época do ano passado. Já as vendas contratadas e o preço médio de venda unidade cresceram 18,4% e 8,4%, respectivamente. No entanto, o número de empreendimentos lançados recuou 73,1% no trimestre.   
BSB, 29/7- Após os meses difíceis da crise financeira mundial, o mercado imobiliário apresenta bom desempenho no primeiro semestre do ano. A volta da confiança do consumidor, o programa “Minha Casa, Minha Vida” e a repercussão da queda da taxa Selic junto aos investidores foram fatores determinantes para o setor encontrar a luz do fim do túnel. Uma amostra disso foi o desempenho da Apsa, empresa de gestão de negócios imobiliários, que aumentou em 55% as vendas no segmento de imóveis usados entre janeiro e junho deste ano, em relação ao ano passado. O interesse do comprador em ver o imóvel concretizado, pronto para morar, é um dos fatores apontados para a grande procura dos usados, em contraponto aos imóveis na planta. Entre os bairros que futuramente podem se beneficiar do desenvolvimento imobiliário, a Apsa aponta o Centro, como ponto importante de encontro dos negócios, e também Lapa e Praça Mauá.   
BSB, 27/7- As conclusões do primeiro relatório do programa de eficiência energética em construções, divulgado pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), revelam que as grandes empresas estão, cada vez mais, em busca da construção e desenvolvimento de novas técnicas sustentáveis. Isso porque, além da responsabilidade ambiental, os prédios verdes custam, em média, apenas 5% a mais que os comuns, valor compensado por uma considerável economia de recursos que, em geral, fica na casa dos 30%. Segundo o Departamento de Energia dos Estados Unidos, o setor de construção civil é responsável por 39% de todo o consumo energético e por um porcentual semelhante de emissão de gases do efeito-estufa na atmosfera. Isso significa dizer que o potencial de degradação do meio ambiente desse setor da economia é muito alto, fator que estimula a busca por novas perspectivas na área.   
BSB, 27/7- Depois do impacto da crise, o mercado imobiliário corporativo dá os primeiros sinais de recuperação. Segundo levantamento da Colliers International, que mensurou o segundo trimestre de 2009 em São Paulo, houve um aumento nas consultas e decisões imobiliárias no final desse período. As empresas voltaram a focar na expansão de suas áreas e o investidor brasileiro começa a injetar recursos e metas na economia. Mesmo assim, ainda como resultado da crise, o mercado de escritórios apontou uma desaceleração nos prazos de entrega das obras e na continuidade e realização de novos projetos no segundo trimestre deste ano. Houve, também, um acréscimo nas devoluções de áreas, confirmando aquele momento de cautela.   
BSB, 25/7- Alugar um imóvel pode se tornar um bom negócio para o proprietário. E muitos fatores contribuem para que esse investimento seja lucrativo. Para o gerente de locações da Auxiliadora Predial, Alexandre Arruda, uma simples reforma pode elevar em 20% o valor do aluguel. "O proprietário deve ter bom senso e concentrar as suas despesas em áreas pouco onerosas, mas que possam trazer retorno significativo", acredita Arruda. Para ele, valorizar um imóvel não significa promover uma reforma geral. Arruda aconselha àqueles que querem oferecer um imóvel para locação que atentem aos detalhes. Um ambiente limpo e organizado, pisos e azulejos no lugar, pintura com cores neutras, mobília na cozinha podem e ajudam a elevar o valor da locação. "O proprietário deve encarar a reforma como um investimento, sendo que as melhorias realizadas têm como propósito o retorno financeiro", afirmou Arruda. Ele ressalta que tais detalhes também ajudam a acelerar a locação.   
BSB, 23/7- Num momento em que as incorporadoras voltam cada vez mais suas atenções para o segmento econômico, em decorrência, principalmente, do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, o mercado começa a deparar também com o início da retomada da demanda por imóveis destinados às faixas de renda média e média-alta. Essa tendência aparece no desempenho, no segundo trimestre, das vendas contratadas de incorporadoras que não têm foco nas faixas de renda contempladas no pacote oficial e que já divulgaram prévias operacionais. Um dos principais estímulos para a demanda de unidades pelo segmento médio foi a ampliação do limite do valor máximo do imóvel a ser financiado com recursos da poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de R$ 350 mil para R$ 500 mil. “A velocidade de vendas de imóveis na faixa de R$ 350 mil a R$ 500 mil aumentou no segundo trimestre”, afirma Douglas Duarte, diretor comercial da Tecnisa, que lançou o primeiro empreendimento no Paraná há dois meses. A melhora do cenário macroeconômico contribui para a tomada de decisão de compra pelos consumidores. “As empresas pararam de demitir e estão percebendo a necessidade de começar a admitir funcionários de novo”, acrescenta Duarte. No segundo trimestre, as vendas contratadas da Tecnisa somaram R$ 298,5 milhões, 10% a menos que no mesmo período do ano passado, mas 10% acima do valor comercializado no primeiro trimestre.   
BSB, 23/7- “A partir das vendas do segundo trimestre, houve impacto positivo da ampliação do limite do financiamento do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) e do FGTS. Não temos visto postergação da decisão de compra”, afirma o diretor-executivo de investimentos da Brookfield Incorporações, Alessandro Vedrossi. A Brookfield registrou vendas contratadas de R$ 568,5 milhões no segundo trimestre, 77% a mais que no mesmo período do ano passado e 86% maiores que as do primeiro trimestre. Do total, o segmento residencial foi responsável por R$ 387 milhões, e o de escritórios, por R$ 181 milhões. No segmento econômico (imóveis residenciais de até R$ 130 mil), a Brookfield vendeu R$ 13,9 milhões, 37% a menos que no segundo trimestre de 2008. Na faixa de renda média-baixa (R$ 130 mil a R$ 350 mil), as vendas cresceram 80%, para R$ 188,3 milhões. No segmento médio (R$ 350 mil a R$ 500 mil), houve expansão de 17%, para 44,1 milhões. Na classe média-alta (R$ 500 mil a R$ 1 milhão), as vendas caíram 24%, para 54,2 milhões. Na alta renda (acima de R$ 1 milhão), o aumento foi de 61%, para 79,3 milhões. A EZ Tec, que atua em todas as faixas de renda, com foco em empreendimentos para média e média-alta renda, vendeu R$ 243,5 milhões no segundo trimestre, 70,6% a mais que no mesmo período do ano passado. Segundo o vice-presidente e diretor de Incorporação da EZ Tec, Silvio Zarzur, houve retomada da demanda por unidades de médio e alto padrão desde o início do ano. Casa, Minha Vida tiveram alta nas vendas durante o último trimestre.   
BSB, 22/7- O mercado de aluguel de escritórios voltou a ficar aquecido no Rio, ajudado pela percepção de que o pior da crise financeira já teria passado. O preço médio do metro quadrado avançou 2,5% no segundo trimestre deste ano, em comparação ao primeiro, e atingiu o valor de R$ 87,27 - o maior entre as principais capitais do país. No mesmo período, a média nacional registrou um recuo de 0,92%. Os dados fazem parte de nova pesquisa da Cushman & Wakefield, uma das maiores consultorias de serviços imobiliários do mundo, revela reportagem de Aguinaldo Novo publicada na edição desta terça-feira do GLOBO. - Passado o susto com a crise, as indicações são de recuperação - afirmou a gerente de pesquisa de mercado para América do Sul da consultoria, Milena Morales. No Rio, há carência de imóveis considerados classe A - e também de espaços vagos para sua construção. Tirando novos projetos na Barra da Tijuca, a opção de investidores tem sido o retrofit, ou seja, a modernização de edifícios antigos no centro da cidade. A escassez acaba puxando os preços e provocando fila pelos imóveis disponíveis.   
BSB, 21/7- Cerca de 20 empresas brasileiras estão preparando ofertas de ações primárias, secundárias ou iniciais estimadas em cerca de R$ 10 bilhões, em operações de ao menos R$ 500 milhões cada. O JPMorgan é visto como coordenador-líder para muitas dessas emissões, em parceria com o Itaú BBA. Os setores que devem captar recursos no mercado acionário incluem o imobiliário, já que grandes construtoras estão enfrentando dificuldade em recorrer aos mercados de dívida. Estão crescendo as expectativas de que a Cyrela se junte às empresas interessadas em realizar uma oferta de ações. As ofertas recentes de ações no Brasil são uma clara indicação de que o mercado melhorou, mas ainda está longe de voltar aos níveis de 2007, quando as emissões movimentaram cerca de R$ 67,3 bilhões em um ano recorde. Até agora em 2009, segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as ofertas primárias no Brasil tiveram giro de R$ 1,6 bilhão, enquanto as secundárias movimentaram R$ 12,1 bilhões.   
BSB, 21/7- O Credit Suisse e o JPMorgan, em relatórios desta segunda-feira, elevaram suas recomendações para as ações da construtora Gafisa. O Credit Suisse elevou a companhia para "outperform", de "neutra", e aumentou o preço-alvo de R$ 21 para R$ 25 em dezembro deste ano. O JPMorgan, por sua vez, elevou Gafisa a "overweight" (acima da média do mercado), ante "neutra" anteriormente, com preço-alvo de R$ 28 no final de 2010. As ações da construtora reagiam em alta e mostravam ganho de 4,99% às 13h15, negociadas a R$ 20,42, ante alta de 1,84% do Ibovespa. Conforme o Credit Suisse, os resultados operacionais de construtoras brasileiras divulgados recentemente mostraram recuperação em pré-vendas, com aumento da velocidade média de venda. Essa melhora levou a uma revisão nas projeções para o setor de construção e, assim, para a Gafisa. Sobre Gafisa, o Credit Suisse aponta que a empresa mostra desempenho em Bolsa inferior ao de suas principais pares e destaca ainda que a intenção declarada pela companhia de realizar uma oferta de ações, projeto que acabou suspenso, contribuiu para exercer pressão de baixa sobre os papéis recentemente. O JPMorgan, por sua vez, estabeleceu também preços-alvo para outras sete construtoras brasileiras. Dentre as que integram o Ibovespa, além de Gafisa, Rossi Residencial tem preço-alvo de R$ 11 e Cyrela Brazil Realty, de R$ 21. As ações da Cyrela tinham valorização de 3,69%, a R$ 17,16, e os papéis da Rossi Residencial subiam 1,39%, a R$ 10,23. A indicação do JPMorgan para Cyrela é "neutra" e para Rossi é "underweight" (abaixo da média do mercado).   
BSB, 21/7- A Abyara Planejamento Imobiliário informou no final da terça-feira que vai fazer uma oferta de aquisição de até 24.917.692 ações ordinárias, correspondentes a 100% dos papéis da companhia atualmente em circulação no mercado. A operação faz parte da compra da companhia pela construtora Agra e pela Veremonte, do empresário espanhol Enrique Bañuelos. O preço da oferta varia de R$ 1,05 por ação à vista ou R$ 1,20 por papel sob os termos da oferta a prazo. A ação ordinária da Abyara fechou na terça-feira cotada a R$ 2,45. O volume de ações sujeitas à oferta corresponde a 49% do conjunto total de papéis da companhia. A venda das ações ocorre em 6 de agosto.   
BSB, 20/7- Apesar de a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) estar mantida até o final do ano, empresários do setor de materiais de construção querem a extensão do benefício por mais tempo. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox, afirmou que as reformas e as construções demoram para serem concluídas e, por isso, para que os reflexos da medida sejam sentidos pelas indústrias e consumidores, é preciso que vigore por mais tempo. A desoneração elevou o faturamento das empresas e estabilizou o emprego no setor.   
BSB, 17/7- A imobiliária Lopes foi a grande vencedora da 16ª edição do Prêmio Top Imobiliário, promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo em parceria com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). O seu destaque na categoria Vendas, confirmou mais uma vez a liderança no setor. Para formar o ranking, a Embraesp avaliou cinco quesitos: número de lançamentos no ano, número de blocos, número de unidades, área total construída e VGV (valor geral de vendas) de lançamentos, que é a soma de todas as unidades e venda em lançamento. A Habitcasa também foi o grande destaque da noite por ter ficado na terceira colocação na categoria Produção Imobiliária – empresa de vendas. Há apenas um ano no mercado imobiliário, a Habitcasa é uma jovem surpresa do grupo Lopes e já figura entre as principais empresas do setor voltadas para imóveis com o preço médio de R$200 mil. Há um ano a Lopes entrou no mercado imobiliário do DF a partir da associação com a Royal. A Lopes tem 73 anos de liderança no mercado imobiliário de São Paulo, o maior do país. A Royal tem uma experiência de 32 anos de atuação e liderança local. O DF é o terceiro maior mercado do Brasil.   
BSB, 16/7- O velho estande de vendas em obras parece estar com os dias contados. As construtoras agora instalam lojas para venda de imóveis em áreas de grande concentração do varejo popular. A estratégia visa fisgar os consumidores de baixa renda (como todos os mercados, atualmente) e incrementar as vendas dos imóveis econômicos. A ideia ainda surfa na onda de incentivos do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”.   
BSB, 15/7- Depois de adiar três vezes o pagamento dos juros de suas debêntures, que somam R$ 432,5 milhões, a incorporadora imobiliária Klabin Segall chegou anteontem a um acordo com seus credores. A revisão dos termos do pagamento era o principal impedimento à reorganização societária da empresa, adquirida em abril pela Agra e sua controladora, a Veremonte, do espanhol Enrique Bañuelos. Nas duas emissões de debêntures -que vencem em 2013-, os juros devidos em 2009 serão amortizados em duas partes. No acordo, o indicador que relaciona os compromissos de desembolso da empresa com o seu patrimônio -que deve ser inferior a 0,6- deve chegar a 1,5 até dezembro, 1,2 ao longo de 2010 e atingir 1,0 em 2011. A Klabin foi uma das construtoras que não resistiram à crise -em uma junção de funding inadequado e alta alavancagem, segundo analistas. Também ontem, ela anunciou incorporar a Pirineus, empresa criada para receber os recursos de Bañuelos.   
BSB, 14/7 - A maior construtora de casas da China, China State Construction Engineering, prepara-se para realizar neste final de mês o maior IPO (Initial public offering) deste ano, desbancando até a oferta pública de ações da VisaNet. A empresa pretende vender mais de 12 bilhões de ações em 22 de julho, a fim de captar ao menos 40,5 bilhões de yuans, algo em torno de US$ 5,9 bilhões. De acordo com a construtora, o montante será aplicado em projetos. Caso se confirme os números, o IPO será o maior desde o anúncio da Visa, quando a oferta movimentou mais de US$ 19,6 bilhões nos Estados Unidos. Em sua oferta no mercado brasileiro, a VisaNet (VNET3) levantou mais de R$ 8,3 bilhões, ou seja, US$ 4,29 bilhões com a venda de ações ordinárias na BM&F Bovespa.   
BSB, 13/7- A Andrade Gutierrez Participações (CANT3B; CANT4B) informou hoje que realizou oferta pública com esforços restritos de distribuição 40 notas promissórias comerciais, em série única, com valor nominal unitário de R$ 2.500.000,00, perfazendo o montante total de R$ 100 milhões, com vencimento em 02 de julho de 2010. De acordo com o comunicado da empresa, a operação conta com o aval da Construtora Andrade Gutierrez e fazem jus a juros remuneratórios, incidentes sobre seu valor nominal unitário, equivalente a 100% da Taxa DI, acrescido de uma sobretaxa de 1,45% ao ano, base 252 dias úteis, calculados pro rata temporis desde a data de emissão até a data de vencimento das notas promissórias comerciais.   
BSB, 9/7- É compromisso da Caixa Econômica Federal (Cef) com o setor disponibilizar, até o próximo dia 27 (segunda-feira, julho), as composições analíticas dos valores de 3.200 serviços do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi). Tais valores são utilizados pela instituição financeira, para balizar os preços unitários de obras contratadas com recursos provenientes do Orçamento Geral da União, incluindo aquelas previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (Pac). O compromisso foi assumido em 29 de junho (segunda-feira, 2009), em Brasília, DF, na reunião do grupo de trabalho formado por integrantes da Cef, da Casa Civil, do Ministério das Cidades e da Comissão de Obras Públicas (Cop) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). O motivo alegado é a remoção dos entraves à agilização do Pac. As composições analíticas serão liberadas na Internet, para a consulta de interessados em geral. A partir da divulgação, a Cbic as discutirá com a Cef, através de seus consultores. Segundo o vice-presidente de Obras Públicas do SindusCon-SP, Luiz Antonio Messias, que participou do encontro, a medida “constitui um grande avanço rumo à eliminação das discrepâncias entre os valores constantes do Sinapi, e aqueles efetivamente praticados no mercado. O executivo comentou que, entre outras decisões, ficou acertado um contato permanente entre Cbic, Casa Civil, Cef e Ministério das Cidades, para examinar os problemas que ocorrem na rotina de execução do Pac. A Cef comprometeu-se a orientar suas gerências regionais sobre o cumprimento da Portaria 66 (fevereiro/2009) do Ministério das Cidades, que determina a liberação do pagamento a Estados e Municípios pela execução das obras, assim que os mesmos entregarem as medições.   
BSB, 6/7- O mercado de imóveis de luxo no DF passou longe da temida “crise mundial”. Ademais, a escassez de terrenos e a alta demanda por esse tipo de imóvel oferecem excelentes oportunidades de vendas às incorporadoras. Estas, por sua vez, lançam empreendimentos cada vez mais requintados e de padrão elevado para um público muito exigente. Em 2008 o mundo foi abalado pela crise financeira global, que afetou inicialmente os Estados Unidos e golpeou o setor imobiliário norte-americano. Apesar de a economia brasileira ter sido atingida por esse impacto, a venda de imóveis no DF parece ter passado incólume à crise. “Brasília tem um mercado diferente e sentiu menos a crise, até porque é composto por servidores públicos, que têm uma vida mais estável”, analisa Leonel Alves, diretor comercial da Lopes Royal. Um dos sinais positivos foi a percepção do crescimento nas vendas de imóveis este ano. “Apesar de ter sentido pouco os impactos da crise, esse mercado de luxo já começa a sentir sinais de melhora. Exemplo disso foi o resultado de vendas da Beiramar no mês de abril – crescimento de 30% na venda de apartamentos de quatro quartos, em comparação com o mês anterior”, ressalta Pedro Fernandes, diretor comercial da Beiramar Imóveis.   
BSB, 3/7- A Fundação dos Economiários Federais (Funcef) – terceiro maior fundo de pensão do País - anuncia a chegada de uma nova operadora para seus dois empreendimentos hoteleiros (eco resorts), localizados no litoral de Pernambuco e Rio de janeiro. A administradora hoteleira escolhida pelos proprietários do empreendimento é a Vila Galé, que conta hoje com dezesseis unidades hoteleiras em território português e, a partir de agora, cinco no Brasil. O Eco Resort do Cabo, primeiro resort cinco estrelas 100% Eco do Brasil, passa a ser chamado Vila Galé Eco Resort do Cabo. O conceito de proteção e preservação ambiental será mantido. O mesmo vale para o Eco Resort de Angra, que foi construído na Fazenda do Tanguá, local onde a Funcef criou uma unidade de conservação ambiental: o projeto de Reserva Particular de Proteção Natural (RPPN), aprovado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)/Ministério do Meio Ambiente. No Brasil, as operações do Vilá Galé tiveram início em 2001, com a inauguração do Hotel Vila Galé Fortaleza. Em 2004, a rede lançou o Vila Galé Salvador e, em 2006, o Vila Galé Marés Resort Spa & Conference Hotel, em Guarajuba (BA), totalizando 1590 apartamentos no Brasil. A Funcef é uma entidade fechada de previdência privada, sem fins lucrativos e com autonomia administrativa e financeira. Nasceu com base na Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, com o objetivo de administrar o plano de previdência complementar dos empregados da Caixa Econômica Federal. Conta com um patrimônio de R$ 32,6 bilhões e mais de 100 mil participantes. Sua carteira imobiliária representa 8% dos ativos e está avaliada em R$ 2,3 bilhões. Atualmente, a Fundação tem participação em sete empreendimentos hoteleiros e 15 shoppings centers.   
BSB, 1/7- Na noite desta terça-feira (30), dez empresas do setor imobiliário receberam o prêmio Top Imobiliário de melhor incorporadora de 2008. Entre as vencedoras está a Even, que neste ano galgou uma posição em comparação ao ano passado e hoje ocupa a primeira posição. Segundo o diretor de incorporação da Even, João Azevedo, o segredo do sucesso da empresa em 2008 foi lançar empreendimentos com projetos mais modernos, preferindo os espaços amplos e com janelas largas. O produto Sophistic, por exemplo, segue estes padrões e nos primeiros seis meses vendeu 85% das unidades. “Foi um espetáculo em vendas. As unidades maiores de 360 metros quadrados foram as que venderam mais rápido”, diz. Comemoração da Even. A empresa ganhou dois prêmios nas categorias Construtora e Incorporadora (Foto: Katia Arantes) Neste ano, o diretor conta que a incorporadora está focada na oferta de imóveis residenciais mais acessíveis por conta da crise financeira mundial, com apartamentos entre R$ 250 mil e R$ 500 mil. Em 2008, a Even lançou um total de R$ 1,44 bilhão em VGV (Valor Geral de Vendas) distribuídos em 25 projetos localizados em sete cidades brasileiras. A previsão da companhia é chegar em julho de 2009 com 55 canteiros ativos, construindo simultaneamente 130 torres. No ano passado, a empresa entregou quatro empreendimentos e, no início de 2009, mais dois.   
BSB, 1/7- A Camargo C0rrêa Desenvolvimento Imobiliário alcançou o sexto lugar no ranking do Top. Em 2008, a empresa lançou 7.325 unidades e obteve um VGV de R$ 1.136 bilhões. Assim como a Even, a empresa foca os seus negócios de 2009 nos empreendimentos de baixa renda. “Os nossos produtos econômicos são imóveis barato, mas bem localizados e com uma infraestrutura digna de condomínio club de alto padrão”, conta Maurício Barbosa, diretor de incorporação da CCDI. A Tecnisa, por sua vez, alcançou a oitava posição no ranking das incorporadoras premiadas pelo Top Imobiliário. O case de sucesso da empresa, segundo o diretor comercial Douglas Duarte, foi o Boulevard Santana, localizado no bairro de Santana. “Acredito que é o primeiro empreendimento de altíssimo padrão que foi erguido na região norte de São Paulo. Para a Tecnisa 2008 foi um ano positivo. Mesmo com a crise financeira global a empresa atingiu as metas determinadas no início do ano - cresceram em lançamentos cerca de 30% em relação ao ano anterior. “É lógico que teríamos crescido muito mais se não fosse os problemas com a economia mundial.” Já a Rossi ficou com a décima posição na categoria Incorporação. De acordo com Gustavo Kosnitzer, diretor rda Rossi, a companhia lançou em todo o Brasil, em 2008, 51 empreendimentos, um total de 10.542 de unidades.   
BSB, 30/6- A MB Engenharia S/A, agora Brookfield Incorporações, está entre os 200 maiores contribuintes do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) de 2008, no Distrito Federal. A empresa ficou na 42ª colocação, o que reforça a importância da empresa no mercado de construção civil da região, como geradora de riquezas e, claro, de empregos. Os dados são da Secretaria de Fazenda do DF. A construtora comemora o fato de contribuir em dia com os tributos que lhes são devidos e, em consequência, ajudar na promoção social, por meio do cumprimento das suas obrigações. Afinal de contas, é com esses recursos que o Governo do Distrito Federal (GDF) conseguirá melhorar, a cada dia, a infraestrutura do DF, com saúde, transporte e educação de qualidade.   
BSB, 27/6- O site da WImoveis.com começará o mês de julho com grandes mudanças. A Wimoveis.com apresentará um portal totalmente reformulado que facilitará ainda mais a busca e visualização das informações mais importantes para a decisão da compra do imóvel, e o tornará mais rápido e seguro. Considerado um dos melhores portais de imóveis do país, a Wimoveis.com reformula o seu site de dois em dois anos, colocando à disposição do usuário novas ferramentas. “O portal está mais agradável e fácil de navegar. Com este novo formato, valorizamos a logomarca dos anunciantes, aumentamos as fotos dos imóveis e disponibilizamos uma nova ferramenta de pesquisa detalhada, onde os usuários poderão selecionar os imóveis que tenham características tais como: faixa de preço, metragem da área útil/ privativa; quantidade de vagas de garagem; se possui elevador; salão de festas; etc, de forma que o internauta encontre com mais precisão o que procura.” explica Augusto Abdala, diretor de Tecnologia da WImoveis. Além dessas mudanças, o site ficará ainda mais veloz, proporcionando agilidade para o público que o acessa. Em breve, o consumidor final poderá cadastrar no site o perfil do imóvel procurado, para receber via e-mail, toda vez que um imóvel for adicionado e estiver dentro do perfil estabelecido pelo consumidor.   
BSB, 25/6- A Rodobens Negócios Imobiliários e a Caixa Econômica Federal firmaram acordo que garante à incorporadora credenciamento para a prestação de serviços de Correspondente Imobiliário Caixa AQUI, o que assegurará maior comodidade para os clientes e agilidade no processo de aquisição de imóveis em todo o País. Além do credenciamento, as instituições também firmaram contrato de alocação de recursos, o que garante à Rodobens R$ 157 milhões para cerca de 2 mil unidades habitacionais dos conceitos Moradas - voltado para famílias com renda entre 3 e 6 salários mínimos - e Terra Nova ¬¬¬- destinado às famílias que ganham entre 6 e 10 salários mínimos, na cidade de São José do Rio Preto, São Paulo. Com a assinatura da "Carta de Garantia" de R$ 157 milhões, os clientes que se enquadrarem nas regras da Caixa Econômica Federal terão acesso aos subsídios do Programa Minha Casa, Minha Vida, que oferece redução de custos e garantias adicionais como pagamento opcional de entrada nos casos de financiamento, taxas de juros a partir de 4,5%, Fundo Garantidor: redução do risco do financiamento, isenção do seguro, desoneração fiscal e de custos cartoriais, entre outros.   
BSB, 25/6- O conselho administrativo da MRV Engenharia e Participações (MRVE3) comunicou hoje ter aprovado aumento de capital social no valor de R$ 529,2 milhões, para R$ 1,85 bilhões. A operação será feita mediante a emissão de 21,6 milhões de ações ordinárias ao preço unitário de R$24,50. Não haverá direito de preferência dos acionistas da companhia.   
BSB, 23/6- A JHSF Participações (JHSF3) informou hoje que a controlada JHSF Incorporações firmou contrato com a Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade Social (Valia) para a venda de 14 andares do Continental Tower por R$ 208,4 milhões. O Continental Tower é um dos três edifícios "triple A" que compõem o Cidade Jardim Corporate Center, marco de uma nova geração de edifícios equipados com tecnologia de ponta. Serão aproximadamente 80 mil metros quadrados de área privativa e cerca de 10 mil metros quadrados destinados a jardins que fazem parte de um complexo que reúne nove torres residenciais do Parque Cidade Jardim, sendo cinco delas entregues e o Shopping Cidade Jardim, que apresenta um ano de operação com 100% da área locada. De acordo com o comunicado, as obras do Cidade Jardim Corporate Center estão em ritmo acelerado. Com esta transação, o Cidade Jardim Corporate Center atinge a marca de 67,5% da área vendida, sendo que entre os três edifícios do complexo, o Capital Building chegou a 98,5% vendido, o Park Tower 86,8% e o Continental Tower 50,3%.   
BSB, 22/6- Para ganhar capilaridade, as administradoras de shopping centers passaram a direcionar mais seus investimentos para as cidades com população média de 200 mil habitantes, especialmente no interior do País. Levantamento conduzido pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) e pela firma de consultoria Deloitte aponta a que, dos 37 malls com inauguração prevista até ano que vem, 20 serão instalados em regiões interioranas. Especialistas ponderam que ao avançar para cidades menores, as empresas fazem investimentos menos volumosos, porém, com maior assertividade, pois fogem da canibalização do setor. São 26 as unidades cuja inauguração está prevista para este ano, mas só seis abriram as portas no primeiro semestre. "As demais inaugurações deverão ocorrer pontualmente no decorrer dos próximos meses", acredita Nabil Sahyoun, presidente da Alshop. Devido a mais da metade dos empreendimentos em construção estar localizada em municípios com população média de 200 mil habitantes, o investimento de R$ 1 bilhão previsto para 2009 será inferior quando comparado ao do ano passado. A Alshop estima que ainda serão aportados R$ 750 milhões na indústria de shopping centers nos próximos meses, como saldo restante ao investimento global do setor.   
BSB, 19/6- Para quem pretende adquirir um imóvel próprio no Distrito Federal, as opções são inúmeras. Não apenas no que se refere aos prazos estendidos para financiamento e às numerosas ofertas do mercado imobiliário. Ao escolher uma unidade, algumas construtoras concedem ao cliente a chance de optar por fazer alterações no acabamento e, também, na própria planta do apartamento. A MB Engenharia-Empresa Brascan oferece essa vantagem ao consumidor, que pode ampliar a sala, incluir um home theater no projeto ou, se preferir, fazer uma área de serviço. A intenção da construtora é apresentar oferecer um serviço mais customizado, de acordo com as necessidades de cada cliente. Dentre os empreendimentos da MB que oferecem essas condições está o Soneto, empreendimento de alto padrão localizado em um ponto privilegiado de Águas Claras. Construído em uma área de 9.500 metros quadrados, o residencial possui quatro torres e 114 unidades no total. Serão apartamentos de quatro quartos e duplex, com metragens que variam de 160 metros quadrados a 199 metros quadrados. A fachada do Soneto é toda pastilhada e a arquitetura ficou a cargo da Lins Galvão e Arquitetos Associados. De acordo com Rubens Oseki, gerente comercial da MB, além dos apartamentos espaçosos, o empreendimento conta com um trabalho de paisagismo diferenciado, que ficou sob a responsabilidade de Benedito Abbud. Os novos empreendimentos imobiliários marcam uma mudança no padrão residencial de Brasília, e tem encontrado espaço, demanda e estrutura urbana adequadas em Águas Claras. "Existem, hoje, mais opções de viver bem, com conforto, requinte e preço acessível em Águas Claras. O Soneto atende a todos esses requisitos", completa Oseki.   
BSB, 18/6- A Brasil Brokers (BBRK3) anunciou hoje a aprovação de aumento de capital social no valor de R$ 10,5 milhões, passando assim de R$ 333,8 milhões para R$ 344,3 milhões. A elevação será feita mediante a emissão de 671,784 mil ações ordinárias, ao preço de R$ 15,63.   
BSB, 17/6- O aumento de oferta de escritórios de alto padrão, em São Paulo, não deve ocasionar alteração significativa na taxa de vacância. A previsão é da Colliers International Brasil, baseada em estudo de mercado que aponta oferta para este ano de 214.000 m2 de novas áreas de escritórios, dos quais 32% já estão comprometidos com locatários. De acordo com dados apurados pela empresa, o mercado paulistano de escritórios de alto padrão encerrou o 1º trimestre deste ano com aumento de 7% no estoque de imóveis, comparado com o último trimestre de 2008. Já diante do primeiro trimestre de 2008, o aumento foi de 13%, ou 157.530 m2 de área. A taxa de vacância, que representa o total de área disponível para escritórios, ficou em 6% no trimestre, superior ao fechamento do quarto trimestre do ano passado, que foi de 4,6%. Novos parâmetros, como preço, localização, tempo ou infraestrutura estão balizando as empresas que buscam novas áreas corporativas, tentando se ajustar ao cenário econômico atual. Com a redução no ritmo de crescimento e investimento, muitas delas procuram imóveis que atendam às necessidades de seu cotidiano, como custos correntes on going costs, longo prazo e rentabilidade. Na projeção da Colliers, 2009 pode registrar uma quebra na ocupação de escritórios em relação ao ano de 2008. Porém, devido às pré locações efetuadas, o impacto não deverá ser expressivo.   
BSB, 15/6- A Abyara informou hoje ter aprovado aumento de capital social no valor de R$ 100 milhões, para R$ 265,07 milhões, mediante a emissão de 54.054.054 ações ordinárias, nominativas e escriturais e sem valor nominal, com os mesmos direitos e obrigações das ações ordinárias já existentes. O valor por ação é de R$ 1,85. Os acionistas do grupo detentores de ações ordinárias na última data de negociação, antes da publicação do aviso informando sobre o aumento de capital deliberado, terão o direito de preferência na subscrição do aumento de capital social. O direito de preferência deverá ser exercido até 10 de julho deste ano. As ações adquiridas a partir de 10 de junho de 2009 não farão jus ao direito de preferência na subscrição do aumento de capital social e, a partir de tal data, as ações de emissão da companhia serão negociadas ex-subscrição. Após o término do prazo para o exercício do direito de preferência, os acionistas que manifestarem interesse na reserva de sobras no boletim de subscrição terão o prazo de 15 para a subscrição das sobras das ações não subscritas.   
BSB, 15/6- A LPS Brasil Consultoria de Imóveis (Lopes) (LPSB3) informou hoje que suas controladoras, São Francisco Participações e Equity Engenharia e Empreendimentos, realizarão uma oferta pública voluntária para aquisição de ações ordinárias da Lopes. De acordo com o comunicado da empresa, a oferta tem por finalidade a aquisição de ações ordinárias da Lopes no montante de até 4.225.352 de ações, dentro do limite de até um terço das ações atualmente em circulação no mercado. As ofertantes concordam em adquirir as ações pelo preço de R$ 7,10 por ação. Além disso, contrataram a Terco Grant Thornton Consultores para elaborar o laudo de avaliação econômico-financeira da Lopes. A oferta, que será implementada por meio de procedimento de leilão na BM&FBovespa, permanecerá válida pelo período de 30 dias contados a partir da publicação deste edital, ou seja, até 8 de julho de 2009, data em que ocorrerá o leilão.   
BSB, 13/6- Além de incomodar a gigante Casas Bahia ao fincar o pé no segmento de eletroeletrônicos com a aquisição da carioca Ponto Frio, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) agora amplia o leque na disputa com as empresas ligadas às áreas imobiliária e de shopping centers ao formatar GPA Malls & Properties, seu braço para este setor e que nasce com 19 negócios identificados, sendo três deles com estudos avançados. A estratégia é concentrar na subsidiária a administração das lojas da companhia, bem como das 3,5 mil lojas instaladas em 19 unidades com galerias comerciais. Para reforçar o caixa da nova subsidiária, a empresa receberá aluguel das próprias unidades do Grupo Pão de Açúcar, além das 455 pontos-de-venda da varejista carioca, cujo valor deverá ser estabelecido como 2% das vendas de cada unidade. O grupo possui ainda 100 imóveis próprios e outros 60 pertencentes ao Fundo Imobiliário Península, de Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração do GPA, que foram vendidas no final de 2005.   
BSB, 13/6- A subsidiária possui a mesma estrutura societária do grupo, com o controle dividido igualmente entre os acionistas Abílio Diniz e o grupo francês Casino. Na carteira, os ativos da maior varejista do País, que excluindo os recém-adquiridos do Ponto Frio, somam pouco mais de R$ 2 bilhões. "Isso é algo próximo do valor de mercado da própria companhia", ressalta Caio Mattar, presidente da nova empresa do Pão de Açúcar. A ordem é explorar ao máximo os espaços disponíveis nos hipermercados da rede. Até o momento, a GPA Malls & Properties possui contratos com a Racional Engenharia e com a Halna Construtora e Incorporadora. A companhia deverá voltar sua atenção mais para o segmento comercial que o residencial, sendo o primeiro com contratos de locação. A receita com aluguéis de pequenas lojas instaladas em 19 hipermercados Extra alcança a quantia de R$ 70 milhões. Levantamento do GPA indica que está disponível 1,5 milhão de m² para construção em terrenos de lojas. Em capital paulista, na área do Extra Jaguaré, por exemplo, foram erguidos seis prédios residenciais com 390 apartamentos, já outra unidade no Rio de Janeiro, terá seu tamanho reduzido para a construção de edifícios comerciais. "Olhamos as margens do ramo imobiliário, que superam as das operações de varejo. E as linhas de crédito para o setor também são mais baratas em relação ao varejo", pontua Mattar.   
BSB, 11/5- O Banco do Brasil (BB) informou ontem que firmou parceria com a PDG Realty, por meio da sua incorporadora Goldfarb Incorporações e Construções, para financiar três empreendimentos imobiliários. O valor total do financiamento é de R$ 35,5 milhões e a entrega das obras está prevista para o primeiro trimestre de 2011. Os projetos estão enquadrados no programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. Eles são destinados a famílias com renda de seis a dez salários mínimos. Nos moldes do programa, esta é a primeira parceria da Goldfarb com a instituição financeira. Segundo o presidente da empresa, Milton Goldfarb, há nove meses foi dado início à contratação de financiamento imobiliário do BB com recursos de poupança. As condições de financiamento obtidas pela companhia com o banco no programa habitacional foram semelhantes às oferecidas pela Caixa Econômica Federal. "Trata-se de uma ampliação, de mais um banco trabalhando conosco", disse o presidente da Goldfarb. A companhia tem 40 projetos na Caixa nos moldes do pacote, somando-se aprovados e em tramitação, conforme o executivo. As obras anunciadas ontem terão início em 90 dias, com previsão de entrega em 18 meses. Dois projetos serão desenvolvidos na cidade de São Paulo e o outro, em São José dos Campos (SP). Juntos, os três empreendimentos somam 565 unidades habitacionais. Em nota, o BB informou que os clientes que se enquadrarem no programa habitacional poderão financiar imóveis em até 30 anos, com taxas que variam de 5% ao ano mais TR a 8,16% ao ano mais TR. de expansão inicial e vê mais 50 lojas em 2009, a maior parte no Rio de Janeiro.   
BSB, 10/6- A Klabin Segall informou nesta quarta-feira que vendeu a sua participação na Saracura Investimentos Imobiliários para a Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações. De acordo com o comunicado da empresa, o valor da transação foi de R$ 29.718.500,00, representando 100% da participação detida pela companhia na Saracura Investimentos Imobiliários, uma sociedade entre a Klabin Segall e a Abyara Planejamento Imobiliário. A SPE Saracura tem por finalidade o desenvolvimento do empreendimento imobiliário denominado Horizontes, no bairro do Butantã, em São Paulo.   
BSB, 8/6- O Feirão Caixa da Casa Própria, realizado entre 22 a 24 de maio, recebeu mais de 37 mil pessoas no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília, que foram ao evento em busca de condições especiais para comprar um imóvel. Ao todo, mais de 5.200 negócios foram realizados. A MB Engenharia-Empresa Brascan esteve presente com cinco opções diversificadas de empreendimentos que se adequam a diferentes orçamentos: Première, Soneto, Sinfonia, Lumini e Allegro. Para Rubens Oseki, gerente comercial da empresa, a participação da MB trouxe resultados positivos. “O público foi qualificado. Nas próximas semanas ainda temos a expectativa de fechar muitas vendas”, aposta. De acordo com Oseki, apenas durante o evento, 20 vendas foram efetuadas. A construtora movimentou em negócios R$ 5 milhões. Além desse valor expressivo, ele espera que boa parte dos contatos originados na feira vai gerar futuras negociações. “Com certeza, diversas pessoas que visitaram os nossos estandes ficarão motivadas a visitar nossas unidades decoradas”, acredita. Esta foi a primeira vez que a construtora participou do Feirão da Caixa e o resultado, segundo Oseki, foi bastante satisfatório. “Este ano o evento ganhou uma força maior. Além de já estar consolidado em todo o país e ser respeitado, o número de visitantes superou o do ano passado.   
BSB, 5/6- A CP Cimento e Participações informou que na reunião do Comitê de Credores da companhia, nos termos do acordo global de reestruturação de dívidas, não houve a aprovação da operação objeto do contrato de compra e venda de ações celebrado com a Companhia Nacional de Cimento Portland (CNCP) em 17 de março de 2009, razão pela qual fica o referido contrato resolvido de pleno direito. De acordo com o comunicado da empresa, a administração da CP Cimento manterá com a CNCP tratativas para avaliar a possibilidade de aquisição das ações de sua titularidade de emissão da Cimento Tupi de forma alternativa, sempre respeitados os termos do acordo global.   
BSB, 4/6- A Gafisa (GFSA3) afirmou hoje que pretende realizar uma oferta pública primária de ações, que poderá somar entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões. A companhia informou também que o pedido de registro "será submetido muito em breve" à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além disso, a oferta também será registrada perante a U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), uma vez que vai englobar a emissão de ADRs (American Depositary Receipts). No entanto, a Gafisa ressaltou que "não há garantias de que a oferta será efetivada ou quando será efetivada, assim como não podemos assegurar o efetivo montante da oferta".   
BSB, 3/6- Os corretores de imóveis que almejam adquirir a marca Realtor® - alta qualificação profissional de nível internacional - sem sair do País, já podem comemorar. Por conta da parceria firmada entre o Secovi-SP e a FENACI – Federação Nacional de Corretores, que agrega diversos Sindicatos de Corretores de Imóveis no Brasil, será possível adquirir a marca Realtor® e usufruir dos seus benefícios aqui mesmo no Brasil. Este benefício é resultado do convênio Secovi-SP – NAR, assinado em 1993 e coletado em 2008. Realtor® é a marca que identifica, nos EUA, Canadá, México e inúmeros países europeus, um profissional imobiliário diferenciado, muito mais preparado para atuar no mercado porque tem mais visibilidade de negócios e está constantemente atualizado. Além disto, o graduado agrega valores, segue um código de ética e faz parte de uma associação conveniada à NAR. Ostentar essa designação no currículo, lapela, cartão de visitas e site pessoal é garantia de maior credibilidade no segmento imobiliário, o que aumenta as possibilidades de networking e novos negócios. Para utilizar a marca Realtor® e usufruir dos benefícios que ela proporciona, os interessados deverão se informar no Secovi-SP ou Sindicatos filiados à FENACI, como fazer o credenciamento ainda em 2009.   
BSB, 2/6- A Inpar (INPR3) informou hoje a assinatura do primeiro contrato de financiamento à produção com o Banco do Brasil (BB), estabelecendo o início de uma parceria de longo prazo com o banco. Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), outras oportunidades de negócio em conjunto estão sendo analisadas. O contrato assinado refere-se ao empreendimento ViVer Fama, localizado em Goiânia, no Estado de Goiás. Com Valor Geral de Vendas (VGV) projetado em R$ 68 milhões, o ViVer Fama é um produto de padrão econômico que conta com 528 unidades residenciais com preço médio de venda de R$ 119 mil. A ViVer desenvolve projetos nos segmentos econômico e de médio padrão (unidades com preço até R$ 350 mil), ou mercado de primeira moradia.   
BSB, 1/6- Para atender ao aumento de demanda por imóveis econômicos e super econômicos em decorrência do plano habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida, a Rossi reforça a sua estratégia para o segmento com a criação da linha “Rossi Ideal”. Com um potencial de lançamento de 92 mil unidades no segmento econômico, a marca irá batizar os novos produtos da construtora para o público com renda até dez salários mínimos. A nova linha de produtos da Rossi inclui imóveis a partir de R$ 42 mil, a serem construídos em todas as regiões do país. O primeiro empreendimento dessa nova linha é o Rossi Ideal Vila Brasil, lançado em maio de 2009, em Benfica, bairro da cidade do Rio de Janeiro. Com a “Rossi Ideal”, a expectativa da empresa é lançar entre 13 mil e 15 mil unidades este ano. Para isto, será utilizado 41% do banco de terrenos da empresa (R$ 8,6 bilhões). Para comandar a nova unidade de negócios, a companhia designou o diretor Rodrigo Martins.   
BSB, 31/5- Apesar de a crise ter estacionado no Brasil em meados de setembro do ano passado, os reflexos para o mercado de escritórios não foram tão grandes. De acordo com dados do relatório trimestral da Colliers, a oferta de lajes classificadas como A e A+ - mais conhecida como triple A -, nos primeiros três meses do ano, ficou no mesmo patamar do mesmo período de 2008. Em comparação ao último trimestre de 2008, houve um acréscimo de 7% do estoque nos três primeiros meses de 2009, que correspondem a mais de 92 mil metros quadrados de novos escritórios em São Paulo. Já comparado ao primeiro trimestre de 2008, o crescimento do mercado foi da ordem de 13%, o que significa um acréscimo de mais 157 mil metros quadrados disponíveis. A vacância atingiu neste trimestre a casa dos 6%, contra 4,6% no fechamento do quarto trimestre do ano passado. "Esse número se deve à crise, à pouca oferta no fim de 2008 e às eventuais devoluções", afirma André Strumpf, diretor de área de escritórios da Colliers. A companhia prevê que até dezembro a vacância deve atingir a casa dos 11%. A vacância deve aumentar, principalmente, por causa da cautela que os investidores tem tido em alugar escritórios. Para este ano, espera-se a entrega de 214 mil metros quadrados de novas áreas de escritórios, mas 32% deste estoque já possui locatários. Isso pode impactar os valores do aluguel do metro quadrado, que devem cair, "mas nada mais do que 8%, em média". De acordo com o diretor da Colliers, a projeção de entrega de escritórios, em 2010, é de 160 mil metros quadrados, sendo que a média anual histórica é de 200 mil metros quadrados. Já em 2011, devem ser entregues 330 mil metros quadrados, contra 550 mil metros quadrados, em 2012, quando chegam ao mercado grandes empreendimentos.   
BSB, 29/5 - Depois de anos veraneando na região de Santa Catarina, um grupo de argentinos, proprietários da Arsa Internacional, de Buenos Aires, resolveram investir R$ 30 milhões na construção de seu primeiro empreendimento no Brasil, o Poseidon Tower Residencial Club, a 50 metros da praia de Itapema, litoral de Santa Catarina. A obra já está em andamento e tem previsão de ser inaugurada no final de 2010. Um dos sócios da incorporadora, Gerardo Azcuy, afirma que o edifício terá 21 andares, e que 17 estão concluídos. "Serão 29 apartamentos, sendo que os primeiros 12 andares terão dois por andar e os últimos cinco um por andar", diz. Os apartamentos maiores terão área de 830 metros quadrados, sendo 550 metros de área privativa e suíte máster de 86 metros quadrados. Os imóveis, de alto padrão, têm preços entre R$ 1,7 milhão a R$ 2,3 milhões e podem ser financiados pela própria construtora em 48 vezes. Também poderão ser entregues equipados com eletrodomésticos, cozinha, armário e ar condicionado. "Trata-se de um serviço inovador na construção civil da região. Além de trabalhar com materiais sofisticados, como esquadrias de vidro duplo ainda não utilizadas em prédios residenciais no Brasil, oferece como acabamentos cozinhas Formaplas, metais Altero, móveis de interior Florense, eletrodomésticos italianos da Ariston e mobília da marca argentina Fontenla", diz Azcuy. Os diferenciais do imóvel vão desde automação ao conceito de construção verde - com reaproveitamento de água da chuva, tecnologia de condicionamento de ar, isolamento acústico, térmico e aquecimento solar para três piscinas - até serviços de hotel cinco estrelas. Com 1.600 metros quadrados, a área de lazer localiza-se na cobertura e no segundo pavimento, o que socializa a vista privilegiada e panorâmica da praia de Itapema e Porto Belo a todos os condôminos, assim como o heliponto. O salão de festas ainda possui minicinema e boate.   
BSB, 29/5- Arsa Internacional foi fundada em 1992 e faturou US$ 7 milhões no ano passado. Não registrou crescimento em relação a 2007 e não espera expansão na receita em 2009. Segundo Gerardo Azcuy a construção civil na Argentina está em ritmo lento, mas já está acostumado com as crises. "No Brasil, as expectativas são as melhores, é o País da América do Sul que mais cresce", diz. Os sócios de Gerardo Azcuy, Alberto Rosato e Hector Arditti buscam mais penetração no mercado brasileiro com outros empreendimentos. O empresário diz que há projetos imobiliários em Santa Catarina, em Governador Celso Ramos, praia do Santinho, em Florianópolis e Balneário Camboriú. No total, somam mais de R$ 100 milhões em investimentos. Em Itapema, a Arsa já vendeu oito apartamentos, para italiano, americanos brasileiros e argentinos. A escolha da localidade para o investimento é estratégica. Itapema está na rota de crescimento urbano e industrial do estado catarinense, às margens da BR 101. Próximo de cidades como Florianópolis, Joinville, Brusque, Blumenau, Balneário Camboriú e Itajaí, o município abriga o principal balneário da região conhecida como Costa Esmeralda. O potencial econômico, imobiliário e turístico da cidade, que já é o terceiro destino mais visitado em Santa Catarina, também foi um dos fatores que atraiu o grupo. Para projetar o Poseidon Tower Residencial Club, a Arsa Internacional estudou o padrão residencial brasileiro e acrescentou às necessidades litorâneas automação e serviços diferenciados. O presidente do Sindicato da Indústria de Construção de Itapema (Sinduscon), João Formento, afirma que a chegada dos argentinos faz parte do "boom" imobiliário que vive o município. Ele diz que parte dos investidores deste setor não encontra mais áreas vagas em Balneário Camboriú e migra para municípios vizinhos. Itapema está recebendo esses recursos. Ele calcula que atualmente estão em construção 400 mil metros quadrados, o dobro da média anual.   
BSB, 29/5- A Klabin Segall (KSSA3) informou que o conjunto de fundos e carteiras geridos pela Polo Capital Gestão de Recursos ultrapassou o percentual de 5,05% das ações ordinárias emitidas pela empresa, quando em 21 de maio, o total de ações adquiridas somava 3.105.100. De acordo com a companhia, eles não têm a intenção de adquirir o controle da mesma, "tratando-se de investimento para os fundos/carteiras que não objetiva alterar a administração, composição de controle ou regular o funcionamento da companhia", conforme comunicado   
BSB, 27/5- Depois de São Cristovão, que ficou mais de 30 anos sem receber lançamentos imobiliário e, atualmente, é uma das regiões mais valorizadas da Zona Norte, construtoras e incorporadoras passam a investir em regiões com o mesmo histórico. Bairros como Benfica, Flamengo, Grajaú, Madureira e o famoso condomínio Nova Valqueire, em Vila Valqueire, vão receber empreendimentos, com financiamento, para todas faixas de renda. Segundo o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e diretor da Basimóvel, Alexandre Fonseca, o fato da região não receber lançamento há muito tempo representa que existe uma demanda reprimida muito grande. Mas ele ressalta que os empreendimentos têm que ter preços competitivos para não concorrer diretamente com as ofertas de unidades usadas. A CHL vai lançar o Original Grajaú, com apartamentos de dois e três quartos, além da área de lazer para todas as faixas de renda. Dados da Ademi revelam que a região não recebe lançamentos desde 2003. O bairro do Flamengo também será contemplado com o Galleria Paissandu, da RJZ Cyrela. Serão apenas 18 apartamentos, na Rua Paissandu. Outra região que se destaca é Vila Valqueire, ou melhor, o condomínio Nova Valqueire — conhecido por suas cancelas de segurança. O local vai receber o primeiro empreendimento com conceito de resort, o Queen Victoria, do Grupo Empresarial Fernandes Araujo O primeiro lançamento em São Cristovão foi o Paço Real, da Concal em parceria com a RJZ Cyrela, em 2006. Com o grande sucesso de vendas, no fim de 2008, a Concal e a MDL Realty lançaram o Quinta do Conde. De acordo com o presidente da MDL Realty, Fábio Lopes, já é possível perceber a redistribuição natural do mercado, ou seja, regiões fora do eixo Barra e Jacarepaguá. A Tijuca também é um bairro com demanda reprimida grande. O Premiu Tijuca, da Enes, vendeu em três semanas todas as unidades. Cerca de 80% dos compradores já eram moradores do local.   
BSB, 25/5- A Lopes Royal, a maior imobiliária de Brasília, acaba de se tornar a primeira imobiliária do Brasil a possuir um portal totalmente preparado para celular, em especial o IPhone, o celular mais desejado do País e extremamente eficiente para esse tipo de navegação. O projeto foi desenvolvido pela R4 Comunicações que adaptou o site da Lopes Royal para esse novo hábito de consumo de informações. A versão mobílie da Lopes Royal utiliza o mesmo sistema e funciona na mesma plataforma do site atual da empresa. O que possibilitou investimentos menores, além de proporcionar rapidez no desenvolvimento do projeto. Pelo celular, o cliente pode acessar toda a carteira de imóveis novos à venda, ver o estágio em que se encontram as obras e acessar os imóveis de revenda, além de facilitar o contato direto por telefone. Para isso basta um clique no número disponível na lista de telefones da empresa e dos estandes de venda e a ligação é feita. Para acessar o site da Lopes Royal é só entrar n0 endereço www.lopesroyal.com.br através de aparelhos IPhone ou Blackberry.   
BSB, 25/5- A Lopes Royal sempre foi uma imobiliária que utilizou a internet para gerar negócios e criar vínculos com seus clientes. Já na versão inicial de seu site, em 1997, foi a primeira imobiliária do País a disponibilizar o acompanhamento das obras por seus clientes, solução também apresentada pela R4 Comunicações. Com este novo canal de comunicação a Lopes Royal confirma seu caráter de vanguarda, largando na frente nessa nova tecnologia n mercado imobiliário do País. Grandes empresas como Banco do Brasil, Itaú, Revista Exame, Rede Globo, o estado de São Paulo, Portal Terra, também já possuem ferramentas semelhantes, o que é mais uma prova de que a Lopes Royal é cada vez mais líder em seu segmento.   
BSB, 23/5- Com planos para comercializar até um novo shopping center em Natal, a Sotheby's International Realty, braço imobiliário da famosa casa leiloeira de Londres, inaugura na próxima quinta-feira sua 540º representação em Natal. Os demais 539 escritórios estão espalhados por 39 países. Entre os planos da empresa, cujo escritório local representará todo o Nordeste, está também um grande resort e casas de praia de alto padrão, adiantou ontem o diretor da Sotheby's Nordeste, Wilson Calado Jr. Para a festa de lançamento da nova imobiliária, Calado trabalha para levar alguns investidores que já operam com a Sotheby's ao redor do mundo. 'Estamos tentando trazer gente da Espanha, Catar e Dubai já para a festa na semana que vem em Natal', acrescentou. Entre os negócios que a imobiliária projeta para Natal e região Nordeste estão desde casas de praia de alto padrão, imóveis e empreendimentos comerciais e tudo que possa interessar aos investidores com cadastro na cadeia internacional da Sotheby's. Sobre os efeitos da crise mundial, Wilson Calado comunicou que o dinheiro não desapareceu. 'Ele está sempre presente em mercados onde haja seriedade e possibilidade de valorização de capital investido', resumiu. Desde o ano passado a Sotheby's planejava abrir um escritório na cidade, ancorada na fama de uma companhia agressiva, que não teme os efeitos da crise econômica internacional. Mas os planos, previstos para acontecer em setembro do ano passado foram adiados para maio deste ano - oito meses depois. Na carteira da empresa no País existem desde apartamentos de 1,2 mil metros quadrados na cidade de São Paulo por 12 milhões de reais, mansões em praias desertas do litoral do Nordeste e no interior paulista com pista de pouso para jatos, até fazendas no centro-oeste do Brasil. Hoje, a Sotheby's tem um escritório no Rio, dois em São Paulo, um em Campo Grande e mais dois entre Mato Grosso do Sul e São Paulo voltados para o agronegócio, onde o produto são fazendas.   
BSB, 21/5- A construtora Lafem Engenharia, anuncia a criação de uma nova empresa, a Prime Lafem, destinada a atender obras de reforma e construção de residências com alto padrão de acabamento. O objetivo é atender o mercado usando técnicas de retrofit e dar nova cara as residências antigas. Recentemente, a empresa fechou um contrato de R$ 2,5 milhões, na Zona Sul do Rio de Janeiro, para reformar uma casa de mil metros quadrados e conta com mais duas obras contratadas na mesma região. Segundo Paulo Renato Paquet, diretor comercial da Lafem Engenharia, diz que o público que contrata esse tipo de serviço é formado por pessoas na faixa de 30 a 50.   
BSB, 20/5- A Brasil Brokers Participações (BBRK3) registrou um lucro líquido ajustado 74,54% menor no primeiro trimestre deste ano, se comparado com o mesmo período de 2008, totalizando R$ 6,355 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado caiu de R$ 25,6 milhões para R$ 13 milhões. E a receita líquida somou R$ 47,7 milhões, uma queda de 8,71% na mesma comparação. Segundo a companhia, as vendas contratadas apenas de unidades residenciais e comerciais ultrapassaram R$ 1,9 bilhão. Deste total, R$ 386 milhões referem-se à revenda de imóveis avulsos e R$ 1,570 bilhão referem-se à venda de lançamentos. A BR Brokers destaca ainda a implantação "com sucesso" do plano de redução de custos e despesas, atingindo R$ 48,8 milhões de economia anualizada no primeiro trimestre. As vendas contratadas nos três primeiros meses alcançaram R$ 2,1 bilhões. O total de unidades vendidas no trimestre foi de 11.104.   
BSB, 19/5- A Abyara Planejamento Imobiliário (ABYA3) teve lucro líquido de R$ 6,541 milhões no primeiro trimestre deste ano, frente ao prejuízo de R$ 14,6 milhões registrado em igual período do ano passado. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) atingiu R$ 1,2 milhão nos três primeiros meses, uma queda de 84,1% em relação ao mesmo período de 2008. "Essa redução pode ser explicada basicamente em função da redução do faturamento", diz nota. Na mesma comparação com a receita líquida caiu 70,2%, para R$ 4,3 milhões. As vendas contratadas somaram R$ 14,5 milhões reduzindo o estoque em igual montante, uma vez que a empresa não lançou nenhum empreendimento nos três primeiros meses do ano. "Tal decisão foi baseada principalmente na estratégia de preservação do caixa de só lançar empreendimentos com financiamento à produção assegurado e um bom nível assegurado de vendas", destaca a administração em nota. No primeiro trimestre de 2008, a companhia lançou R$ 335 milhões e teve vendas contratadas de R$ 301 milhões. O landbank (banco de terrenos) atual da Abyara está avaliado em R$ 2,1 bilhões.   
BSB, 19/5- A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) registrou lucro líquido de 49 milhões no primeiro trimestre de 2009, o que significa um incremento de 14,9% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. A receita líquida atingiu R$ 272,4 milhões de janeiro a março deste ano, mostrando um acréscimo de 43,8% frente aos mesmos meses de 2008. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) foi de R$ 60,4 milhões no trimestre, volume 69,2% superior face a igual época do ano passado. A margem Ebitda ficou em 22,2% no período.   
BSB, 19/5- A CR2 Empreendimentos Imobiliários anunciou há pouco ter reportado lucro líquido de R$ 1,3 milhões no primeiro trimestre de 2009, com avanço de 164% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a companhia lucrou R$ 486 mil. O lucro por ação foi de R$ 0,03 no trimestre, contra R$ 0,01 um ano antes. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) no período ficou negativo em R$ 927 mil nos três primeiros meses de 2009, ante resultado negativo de R$ 2,205 milhões em 2008. A margem Ebitda avançou 7,4 pontos percentuais, para menos 1,8%. As vendas contratadas totais somaram R$ 24 milhões, com recuo de 36% na comparação com o acumulado de janeiro a março de 2008. Já na comparação com o trimestre anterior (outubro a dezembro), houve incremento de 55%. Em nota, a companhia destacou o caixa, que ficou em R$ 39 milhões no período. O consumo de caixa foi reduzido para R$ 5 milhões no trimestre, incluindo um fluxo positivo em março, informou a companhia, completando que as principais iniciativas no período tiveram como foco a venda de estoques, calibragem nas obras com os financiamentos e aceleração no repasse de adquirintes.   
BSB, 16/5- Após dois anos e meio de atuação nos segmentos econômico e super econômico, a Living, criada como o segmento para baixa renda da Cyrela Brazil Realty, ganha vida própria e se torna uma empresa: a Living Construtora. A estrutura de negócio, que ganha uma nova sede, é o resultado da evolução da operação como marca, que atingiu a maturidade e agora passa a operar como empresa, abrangendo a incorporação, construção, vendas e relacionamento com o cliente. A Living foi criada em 2006 com a estratégia de iniciar a atuação nos mercados de imóveis econômicos e super econômicos por meio de parcerias. Hoje, está entre as quatro maiores do segmento e, desde a sua criação, já lançou 18 mil unidades, das quais 80% já estão vendidas. Em 2008, o VGV (Valor Geral de Vendas) dos seus lançamentos somou R$ 1,4 bilhão, representando 73% de crescimento em relação ao ano anterior A companhia continuará atuando junto às joint ventures que possui com as empresas Cury, Cytec e Plano & Plano, mantendo o foco no desenvolvimento de produtos com preço acessível para os segmentos econômico e super econômico. Em 2009, a Living estima lançar 20 mil unidades, das quais 15 mil deverão estar dentro do "Minha Casa, Minha Vida". Até o final do primeiro semestre, a empresa já tem seis lançamentos programados dentro do pacote do governo, na faixa de 3 a 10 salários mínimos. A Living possui hoje produtos lançados em 14 estados do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão, Pará e Amazonas).   
BSB, 15/4- A Cyrela Brazil Realty registrou lucro líquido de R$ 100,46 milhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 47% em relação ao registrado no mesmo período de 2008 A companhia, uma das maiores do setor imobiliário do País, chegou ao final de março com Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de R$ 151,25 milhões, uma expansão de 60%. A margem Ebitda teve um incremento de 5,3 pontos percentuais, alcançando 22,5%. Nos três primeiros meses do ano, a receita líquida da empresa cresceu 21,9%, chegando a R$ 671,45 milhões. O resultado foi alcançado apesar de uma sensível queda no número de lançamentos: 19 no primeiro trimestre do ano passado contra nove no mesmo período deste ano. O preço médio do metro quadrado dos lançamentos, no entanto, cresceu 20,5% para R$ 3,63 mil. Em termos de estoques de terrenos, a Cyrela fechou o trimestre passado com crescimento de 17% sobre março de 2008, a 10,949 milhões de m. "Apesar (da crise financeira) e da sazonalidade tradicional do período, ao longo do trimestre, assistimos a uma lenta e contínua melhora no desempenho do setor", informou a Cyrela no balanço. A companhia divulgou que o aumento dos limites de financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e pelo uso do FGTS para a aquisição da casa própria já provocaram "expressiva melhora na procura por imóveis", apesar das medidas terem sido anunciadas no final do trimestre. A expansão dos limites fazem parte do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que prevê a construção de 1 milhão de casas com valor unitário de até R$ 130 mil. A Cyrela encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 1,37 bilhão, crescimento de 19,3% sobre o final de 2008.   
BSB, 12/5- A Construtora Tenda (TEND3) registrou lucro líquido de R$ 11,040 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa uma queda de 37,1% em relação ao mesmo período de 2008. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) cresceu 14,8%, somando R$ 23,052 milhões nos três primeiros meses de 2009. A receita operacional líquida da companhia totalizou R$ 206,712 milhões entre janeiro e março, um aumento de 32,3% em relação a igual período do ano passado. Embora não tenha acumulado lançamentos neste período, a companhia indica que as vendas cresceram 6,1%, passando de 2.976 unidades para 3.157 unidades. As vendas contratadas também avançaram (3,1%), ultrapassando R$ 252,9 milhões. Porém, o preço médio dos imóveis caiu 2,8%, ficando em torno de R$ 80,1 mil. Em comunicado, Carlos Trostli, diretor presidente da Tenda, disse que a companhia se dedicou a facilitar o acesso ao financiamento para seus clientes e verificou um aumento das vendas após o anúncio do programa "Minha Casa, Minha Vida" lançado em março pelo governo federal. Trostli destacou ainda a captação de R$ 600 milhões por meio da emissão de debêntures, que servirão para "acelerar o ritmo de crescimento da Tenda e sua capacidade de atender a crescente demanda no segmento de baixa renda.   
BSB, 12/5- A construtora Gafisa (GFSA3) comunicou hoje aprovação de aumento de capital no valor total de R$ 2,36 milhões, referente ao exercício de opção de compra de ações ocorrido nos últimos 30 dias, que resultaram na emissão de 280,8 mil ações ordinárias. Com o aumento, o capital social da Gafisa passa a ser de R$ 1.231.880.942,57, dividido em 133.368.318 ações, todas ordinárias, escriturais e sem valor nominal. Em nota, a companhia informou que as opções exercidas referem-se a contratos de opção de compra de ações firmados entre abril de 2000 e abril de 2002.   
BSB, 10/5- A BRMalls Participações (BRML3) registrou lucro líquido de R$ 36,9 milhões no primeiro trimestre deste ano, superando os R$ 1,4 milhões obtidos em igual período de 2008. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado, sem efeito o contábil da Lei 11.638, atingiu R$ 64,1 milhões entre janeiro e março, um crescimento de 35,4% em relação ao mesmo perído do ano passado. A margem Ebitda ajustada passou de 71,2% para 78,6%. Na mesma comparação, a receita bruta cresceu 24,1%, alcançando R$ 89,1 milhões. Já a posição financeira do caixa somou R$ 730,2 milhões ao final de março. Segundo a companhia, o endividamento bruto total alcançou R$ 1,475 bilhão com a dívida líquida de R$ 745,3 milhões, sem nenhuma dívida com vencimento final em 2009 e 2010.   
BSB, 8/5- A Rossi, uma das principais construtoras e incorporadoras do país, prorroga a campanha do pacote habitacional. Os clientes que adquirirem imóveis até o dia 31 de maio terão benefícios exclusivos como mensais fixas durante a obra, parcela de adimplência premiada de até R$ 12,5 mil, seguro desemprego durante seis meses e bônus de até 2% no preço do imóvel. De acordo com a empresa, a iniciativa da Rossi visa oferecer garantia e tranquilidade no momento da compra do imóvel. "Nosso objetivo é estimular a tomada de decisão do cliente", afirma o diretor da Rossi Vendas, Klausner Monteiro. Entre os atrativos do pacote, destaca-se o bônus no preço do imóvel, que, dependendo do empreendimento, pode chegar à até R$ 20 mil reais. Outra vantagem é a possibilidade de suspender por até seis meses o pagamento das parcelas em caso de imprevistos profissionais.   
BSB, 7/5- Estão abertas até amanhã (8) as inscrições para o Prêmio Master Imobiliário 2009, uma iniciativa da Fiabci/Brasil e do Secovi-SP. Além de reconhecer talentos, o Master tem a função de divulgar nacional e até mesmo internacionalmente os conceitos inovadores e as experiências bem-sucedidas que contribuem para o desenvolvimento global das atividades do setor.   
BSB, 5/5- O Banco Bradesco registrou uma queda de 8,7% na carteira de crédito imobiliário para pessoa física no primeiro trimestre. Em março o financiamento de imóveis somava R$ 2,268 milhões. Segundo Milton Vargas, vice-presidente do Bradesco, a redução da carteira se deve a uma operação de securitização da carteira. A carteira de crédito total para pessoa física (veículos - CDC, leasing, cartão de crédito, crédito pessoal, consignado e rural, repasse finame, financiamento imobiliário, cheque especial, avais e outros) encolheu 0,2% no primeiro trimestre deste ano, totalizando R$ 73,6 milhões. Já a carteira para pessoa jurídica retraiu 0,6%, puxado pelo crédito às grandes empresas (-1,7%), já que os empréstimos para pequenas e médias empresas cresceu 0,9%. Segundo Vargas, o setor bancário espera uma queda da taxa básica de juros (Selic) de forma sustentável. Vargas revela que o índice de inadimplência na carteira do banco alcançou 4,3%, sendo que para pessoa física a taxa foi de 7,6%, grandes empresas chegou a 0,8% e MPEs apontou alta de 3,6% no primeiro trimestre. Porém, há uma expectativa que o índice de inadimplência atinja um pico de 4,9% até agosto (vencidos há menos de 90 dias), mas depois comece a cair. Ele acredita que o estoque de crédito deve melhora a partir do quarto trimestre que é quando o índice de inadimplência cairá também. O Bradesco anunciou hoje que registrou lucro líquido de R$ 1,723 bilhão no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado.   
BSB, 5/5- A Tecnisa somou R$ 313,5 milhões (R$ 233,7 milhões relativos à parte da companhia) em vendas contratadas no primeiro trimestre deste ano, o que representa um aumento de 37% em relação ao mesmo período de 2008. Os dados são preliminares. No entanto, quando comparado ao resultado registrado no último trimestre de 2008 a cifra apresenta uma retração de 9%. A empresa atribuiu o desempenho ao forte volume de vendas dos empreendimentos lançados no quarto trimestre de 2008, que tiveram 49% de negócios fechados neste início de ano. Entre janeiro e março, a Tecnisa lançou R$ 227,8 milhões, sendo R$ 182,2 milhões relativos à sua parte. Em nota, a companhia informa que vai divulgar nas próximas semanas o balanço consolidado do primeiro trimestre.   
BSB, 3/5- A agência Percepttiva Comunicação há alguns anos lançou uma estratégia ousada para atender os clientes e desde então está crescendo e obtendo mais sucesso. A agência atua no Distrito Federal há um ano e resolveu atrelar seu faturamento aos resultados obtidos pelos clientes, ou seja, ela só ganha se o cliente ganhar. Atualmente, a Percepttiva atende o mercado imobiliário e o automotivo. No segmento imobiliário a empresa faz um acordo com as construtoras: não recebe por propagandas como geralmente acontece. Ela ganha por unidades dos empreendimentos que foram vendidas. “Nós trazemos esse modelo para Brasília há um ano e meio e já chegou à marca de mil unidades vendidas junto às construtoras”, explica o sócio-diretor da filial de Brasília, Rodrigo Bendelá.   
BSB, 3/5- A Incepa Revestimentos Cerâmicos e a Roca Revestimentos apresentam seus lançamentos para 2009 no showroom da Roca Brasil, na capital paulista. São diversas opções de pisos e revestimentos cerâmicos que reúnem design, tecnologia, ousadia e funcionalidade para compor ambientes exclusivos, modernos e confortáveis. Os produtos da Incepa trazem design renovado e a constante inovação tecnológica já fazem parte da sua história. Entre os lançamentos, estão a Série Parquet, um Porcellanato Tuttomassa que trás para a cerâmica um visual vintage inspirado no piso de tacos de madeira, proporcionando um ambiente aconchegante em perfeita harmonia com o meio ambiente.   
BSB, 29/4- A Invest Tur Brasil - Desenvolvimento Imobiliário Turístico informou hoje que foi aprovada a adoção de um programa para a aquisição de ações ordinárias de sua emissão. O Conselho de Administração entende que o plano de recompra de ações é uma alternativa interessante para a aplicação de recursos financeiros disponíveis. De acordo com o comunicado da empresa, o plano de recompra de ações visa aquisição de ações ordinárias de emissão da companhia, para cancelamento ou manutenção em tesouraria, sem diminuição do capital social, e posterior alienação. As aquisições poderão ser realizadas pelo prazo de até 365 dias. Atualmente, há 949.531 ações ordinárias em circulação. A companhia poderá adquirir até 94.953 ações ordinárias, que representam 10% das ações de emissão da empresa em circulação.   
BSB, 28/4- Depois da aquisição de 62% da Abyara em fevereiro deste ano, as empresas Agra e Veremonte juntam-se novamente e anunciam a compra de 58% da incorporadora Klabin Segall. As duas empresas formaram uma nova companhia para a aquisição, sendo que a Veremonte entrará com R$ 100 milhões e a Agra injetará R$ 10 milhões mais R$ 44 milhões em ativos imobiliários, que somam um valor geral de vendas (VGV) de R$ 355 milhões. Assim, a Veremonte terá 65% e a Agra 35% da Holding Agra Veremonte. A Klabin Segall conta com um banco de terrenos de R$ 5 bilhões e acumula uma dívida de R$ 527 milhões, sendo 70% corresponde a debêntures. Após a transação, a Agra contará com um assento no conselho da Klabin, mas os atuais diretores da empresa continuarão à frente da incorporadora por pelo menos seis anos. Segundo Carlos Eduardo Malagoni, diretor financeiro e de relações com investidores da Klabin Segall, os três empreendimentos da empresa em fase de lançamento serão mantidos. Antes da transação, os antigos controladores possuíam 38% da Klabin Segall e o restante estava no mercado. Com a conclusão da operação, os ex-controladores terão 15% e, junto com os minoritários, serão 42% do capital da companhia. Com 15 anos de atuação, a Klabin Segall atua em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. Em 2007, a empresa adquiriu a construtora Setin. O espanhol Enrique Bañuelos, principal investidor da Veremonte, não acredita em uma possível concorrência entre Agra e Klabin Segall.   
BSB, 27/4- A Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações informou hoje foi aprovado a emissão de 6.134 ações pela companhia, no valor total de R$ 61,34 no limite de seu capital autorizado, sem aplicação do direito de preferência dos acionistas, com o objetivo de atender o Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações para administradores, empregados ou pessoas naturais que prestem serviços à empresa ou à sociedade sob seu controle. Em decorrência da emissão das ações, o capital social passou a ser de R$ 1.357.354.857,36, dividido em 355.763.160 ações, todas ordinárias, nominativas e escriturais, sem valor nominal. As ações emitidas e aprovadas, conferirão aos seus acionistas os mesmos direitos detidos pelos demais acionistas da companhia, inclusive no que diz respeito ao recebimento integral de dividendos e eventuais remunerações de capital, que vierem a ser aprovados.   
BSB, 25/4- Estão abertas até o dia 8 de maio as inscrições para o Prêmio Master Imobiliário 2009, realização do Secovi-SP e da Fiabci/Brasil. Podem se inscrever à premiação, a mais importante do setor, empresas de todo o território nacional, que concorrerão nas categorias Empreendimentos (trabalhos nos segmentos residencial, comercial, industrial, turístico-hoteleiro, etc, com edificações já concluídas) e Profissional (projetos vinculados à indústria imobiliária nas áreas de marketing, comercialização, administração, inovações tecnológicas, urbanismo, meio ambiente e paisagismo, entre outras). Informações adicionais podem ser obtidas nos telefones (11) 5078-7778/6748.   
BSB, 24/4- Os credores de debêntures da Klabin Segall concordaram em adiar a decisão sobre a declaração de vencimento antecipado dos papéis. A possibilidade de obrigar a construtora e incorporadora a quitar imediatamente as debêntures, que vencem apenas em 2012 e 2013, ocorreu após o descumprimento pela empresa do indicador financeiro que mede a relação entre a soma da dívida líquida e imóveis a pagar com o patrimônio líquido da companhia no quarto trimestre.O vencimento antecipado será discutido em um novo encontro, que será marcado para o dia 1 de junho. A incorporadora já havia negociado com os credores o adiamento do pagamento de juros da segunda emissão de debêntures, inicialmente previsto para o início deste mês, também para 1 de junho. Em relatório, a agência de risco Standard & Poor's alertou para a situação apertada de liquidez da Klabin Segall. Segundo a S&P, a empresa reportou reservas de caixa consolidadas de R$ 109,3 milhões em 31 de dezembro de 2008, comparadas a dívidas de curto prazo de R$ 99,3 milhões - nas quais estão incluídas a remuneração de debêntures - e obrigações por compra de terrenos em dinheiro de cerca de R$ 33 milhões com vencimento este ano. Caso os credores dos papéis declarem o vencimento antecipado, a empresa pode ter as obrigações de curto prazo ainda mais elevadas. No final de 2008, o endividamento total em debêntures da incorporadora era de R$ 461 milhões. Procurada, a Klabin Segall não se manifestou.   
BSB, 23/4- A recém-criada Noxx Imobiliária sai na frente e apresenta ao mercado uma nova opção de compra e venda de imóveis. Com apenas uma ano, a empresa lança o Selo de Certificação de Regularidade do Imóvel, garantia de imóvel livre de entraves jurídicos e financiamento pré-aprovado. De acordo com o sócio-diretor, Hermínio José Bonoldi Júnior, a Noxx otimiza todos os trâmites burocráticos que envolvem o financiamentos de uma propriedade e opera com o conceito de estoque, deixando o imóvel pronto e assegurado para a compra, inclusive com financiamento pré-aprovado. Ele explica que quando o cliente for vender o imóvel e buscar a Noxx para intermediar a comercialização, esse imóvel será captado pela empresa, que vai antecipar todas as etapas burocráticas que habilitam um imóvel para ser vendido com um financiamento bancário. E, para que isso seja realizado de modo rápido, prático e seguro, foi firmada uma parceria com uma instituição financeira, não revelada, que permite a realização da operação.   
BSB, 23/4- A Helbor Empreendimentos anunciou que as vendas contratadas totais somaram R$ 154.502 no primeiro trimestre de 2009, volume 28,2% superior do registrado em igual época do ano anterior, conforme informações prévias divulgadas pela empresa. No mesmo sentido, as vendas contratadas Helbor cresceram 37,1% no trimestre, totalizando R$ 119.730, quando foram vendidas 548 unidades. O valo geral de vendas (VGV) total no primeiro trimestre foi de R$ 116.940. Neste caso não tem como comparar com o mesmo trimestre de 2008, porque no período não foi realizado nenhum lançamento. Já o VGV da Helbor atingiu R$ 87.172. Os resultados completos serão divulgados em 12 de maio de 2009.   
BSB, 22/4- A Construtora Tenda, focada no segmento de imóveis populares, entregou sua conta online para a Energy, que desde no final do ano passado intensificou sua atuação na área interativa com a incorporação do núcleo digital da Y&R, sua co-irmã de Grupo Newcomm. Até então, as demandas online do anunciante eram atendidas pela antiga Fala, que continua com a conta off-line, agora como Fischer América+Fala. A informação é da coluna Em Pauta da edição 1.355 de Meio & Mensagem, que circula com data de 20 de abril de 2009.   
BSB, 21/4- A visão de que o Brasil vai retomar o crescimento vigoroso nos próximos anos levou a rede francesa de material de construção Leroy Merlin a decidir pela aceleração do seu processo de crescimento no País. O grupo vai abrir três lojas em 2009, ritmo que pretende manter nos próximos anos. A rede inaugura esta semana em Porto Alegre a sua primeira operação no Rio Grande do Sul, em maio abre outra loja em Belo Horizonte (MG) e no segundo semestre dá a largada em Niterói (RJ). O investimento em cada loja fica entre R$ 25 e R$ 30 milhões. Com 12 anos no Brasil, a Leroy Merlin conta com 16 lojas, abrindo até agora entre uma e duas novas operações por ano. O diretor de expansão da rede francesa, Fernando Botton, diz que, apesar da freada da economia nos últimos seis meses, o Brasil tende a voltar a ter um bom desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) a partir de 2010 e continuar o processo de elevação do poder aquisitivo da população em todas as classes, o que deve impactar positivamente as vendas da empresa. Botton explica que, mais do que o boom imobiliário - que se por um lado potencializa as vendas por outro, inflaciona custos como o de terrenos -, é o crescimento da economia que impulsiona as vendas das lojas. Mesmo assim o grande número de lançamentos do mercado imobiliário nos últimos anos, pelo efeito inercial, ajudou a Leroy Merlin a não sentir recuo na demanda nos últimos meses. "A nossa performance tem se mantido", afirma ele, relatando um crescimento - mesmo que abaixo dos dois dígitos - das vendas da rede em mesmas lojas em comparação com igual período do ano passado. Incluindo as três novas operações inauguradas este ano, a previsão é vender 25% a mais do que 2008. A recente isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção, de acordo com a empresa, ainda não pode ser avaliada.   
BSB, 21/4- A Rodobens Negócios Imobiliários anunciou que as vendas atingiram R$ 90 milhões (somente parte Rodobens) no primeiro trimestre de 2009, com crescimento de 1%, em relação ao trimestre anterior, conforme informações prévias da empresa. Já na comparação com o mesmo período de 2008 houve uma queda de 41%. Nos três primeiros meses deste ano foram vendidas 838 unidades líquidas com valor geral de vendas (VGV) total de R$ 140 milhões. Os lançamentos totalizaram R$ 67 milhões no primeiro trimestre, mostrando uma redução de 47%, quando comparado com os últimos três meses de 2008. O volume foi influenciado pelo maior rigor na liberação de lançamentos em função da demanda percebida e foco na área comercial na redução de estoques de empreendimentos já lançados. De acordo com a empresas, com exceção do lançamento de novos empreendimentos com demanda fortemente identificada, diversos lançamentos de outros projetos já aprovados foram postergados.   
BSB, 19/4- A Multiplan Empreendimentos Imobiliários informou que foi aprovada a outorga de opções de compra de ações de emissão da companhia para aquisição de até 1.300.100 ações, para o exercício de 2009, nos termos do Plano de Opção de Compra de Ações. Os beneficiários das opções deverão formalizar Contrato de Outorga de Opção com a empresa, no prazo de até 30 dias contados desta data.   
BSB, 16/4- A Companhia Habitasul de Participações informa que não está em discussão a distribuição de dividendos devido ao desempenho operacional da empresa. Em nota, o Eurito Druck, diretor de relações com investidores da Habitasul, esclarece solicitação formal da BM&FBovespa sobre distribuição de algum benefício aos acionistas, ou seja, dividendo, juros sobre o capital próprio ou eventuais remuneração de capital. "Face ao resultado apresentado no exercício a administração não está propondo a distribuição de dividendos", afirma Drcuk em comunicado. A Habitasul atua no desenvolvimentos imobiliários, geração e gestão de crédito; e florestamento de pinus e produtos industriais derivados: celulose, papel e embalagem de papelão ondulado, sob o controle de duas holdings de capital aberto: Companhia Habitasul de Participações e a Celulose Irani.   
BSB, 16/4- A Brascan Residential Properties somou R$ 306 milhões em vendas contratadas no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a um crescimento de 28% em relação ao mesmo período de 2008 (pro forma). Segundo a companhia, o segmento residencial representou 91% do volume total de vendas do primeiro trimestre de 2009, apresentando um crescimento de 34% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Entre janeiro e março, os lançamentos totalizaram R$ 267 milhões, um crescimento de 111% na comparação com igual período 2008 (pro forma). Do total lançado no primeiro trimestre de 2009, 96% foi direcionado ao segmento residencial. "É importante ressaltar que as vendas contratadas do primeiro trimestre de 2009 foram 28% maiores do que os lançamentos realizados no mesmo período", salienta a Brascan em nota.   
BSB, 12/4- A redução do assustador déficit de 7,9 milhões de unidades residenciais no Brasil depende não apenas de subsídios do governo, mas, sim, de uma boa parceria com o setor privado. "Essa é a equação que vemos montada nesse novo programa do governo federal, que anunciou a construção de um milhão de habitações, e que será fundamental para dar velocidade à questão habitacional", afirmou o secretário de Estado da Infraestrutura de Alagoas, Marco Fireman, durante o painel "Oportunidades e desafios da habitação econômica e social no Brasil", no primeiro dia de conferências internacionais do Nordeste Invest 2009. Mediado por Marcos Holanda, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Alagoas, o debate contou também com a participação de Paulo Safady, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e Gilberto Occhi, superintendente regional da Caixa Econômica Federal. "O País passou mais de 20 anos sem ter política habitacional, sem ter formas de financiamento que promovessem esse tipo de habitação, que é um problema estruturante", disse Fireman. "A principal característica de nosso déficit é a quantidade de pessoas dentro de uma moradia. A família cresce, o filho se casa, não consegue ter sua própria casa e vai se acomodando com a nova família no quarto", ilustrou o secretário. Maceió, segundo ele, tem o segundo maior índice de favelização do País, com um déficit atual de 120 mil moradias. "Só que aqui isso não aparece tanto quanto no Rio, por exemplo, por conta da ocupação das grotas." Fireman enfatizou a importância de desburocratizar a aprovação dos projetos e dos cartórios. "Por mais eficiente e rápida que seja uma empresa, hoje ela não consegue entregar as chaves de um empreendimento popular em menos de quatro anos", disse. "Apenas para começar, os estudos e licenças consomem, em média, quase dois anos."   
BSB, 8/4- Há quase uma década não se via tantos shoppings em construção no Brasil. Estatísticas do setor confirmam que esse tipo de empreendimento conquistou mesmo os consumidores brasileiros. Neste ano, mais 4.500 lojas vão abrir as portas no País, em 25 novos shoppings. Um recorde. As mulheres continuam sendo as donas deste terreno. 'É segurança, todo mundo mais tranquilo, com bolsa na mão, o carro no estacionamento', diz a esteticista Ana Maria Campos Rocha. Mas segundo pesquisa, os homens gastam mais. 'Aqui tem cinema, tem lanche, tem estacionamento seguro, tem tudo. Tem tudo de bom aqui', afirma o aposentado Haroldo Rocha.   
BSB, 5/4- A Even Construtora e Incorporadora informou hoje que foi aprovado o aumento do capital social, passando dos atuais R$ 757.261.785,06 para R$ 757.264.085,28, sendo esse aumento no valor de R$ 2.300,22. Para tanto, foram emitidas 230.022 novas ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, ao preço de emissão por ação de R$ 0,01, fixado com base nas condições constantes das respectivas opções de compra de ações detidas pelos respectivos beneficiários, sem direito de preferência aos demais acionistas da companhia, as quais são totalmente subscritas neste ato e serão integralizadas conforme boletins de subscrição firmados pelos respectivos beneficiários das referidas opções de compra de ações. De acordo com o comunicado da empresa, as ações emitidas farão jus a todos os direitos atribuídos às demais ações de emissão da companhia atualmente existentes, inclusive a dividendos e eventuais remunerações de capital que venham a ser declarados e/ou distribuídos pela companhia.   
BSB, 4/4- A PDG Realty, braço de investimento em mercado imobiliário do banco UBS Pactual, antecipou a aquisição dos 30% de participação restantes da incorporadora carioca CHL "através de emissão de ações e bônus de subscrição, que darão direito de recebimento de ações", informou a empresa em comunicado. Originalmente opção de compra seria realizada em quatro lotes anuais, sendo o primeiro em 2009 e o último em 2012. Após a incorporação da CHL, a PDG passará a deter 100% das ações ordinárias e 99,99% das ações representativas. "Restarão em circulação apenas 40 ações preferenciais classe A, de propriedade de Rogério Chor e de alguns administradores da CHL", informou a empresa. Chor continuará à frente dos negócios da CHL. Desde sua criação, em 2005, a PDG Realty fez uma verdadeira corrida às boas oportunidades do mercado, reunindo em seu portfólio 100% de participação na incorporadora Goldfarb, e também participações na Lindencorp (15,92%), na Cipasa (15,92%), na REP Participações (36,94%), na Jazz (50% em parceria com o grupo Fator), na TGLT Real State (30%), na Brasil Brokers (5,47%). Em 2008, a empresa lançou, juntamente com parceiros, R$ 3,78 bilhões, distribuídos em 85 projetos. As vendas contratadas chegaram a R$ 2,83 bilhões, um aumento de 67% em relação a 2007.   
BSB, 2/4- Quase um ano e meio após a concretização da compra do antigo terreno da concessionária Marpas, no bairro da Ribeira, em Natal (RN), o grupo empresarial Capuche confirmou ontem que o empreendimento a ser construído no local será lançado até o final deste mês. O condomínio Sun River - cujo Valor Geral de Venda (VGV) está estimado em R$ 40 milhões - será uma das obras pioneiras na área, desde que a Prefeitura de Natal iniciou o projeto de revitalização e reurbanização do bairro. Atualmente, o projeto está em fase de pré-lançamento com algumas reservas já feitas. O grupo Capuche não forneceu números absolutos sobre o volume da procura, mas informa que a expectativa é que, no lançamento oficial, uma boa parte dos apartamentos já tenham iniciado sua fase de negociação para compra. No terreno de 7.086 metros quadrados serão construídas três torres totalizando 240 unidades. As vendas serão feitas em etapas de 80 unidades. Os apartamentos, de 75 metros quadrados, terão três quartos, sendo um suíte e serão comercializados por valores a partir de R$ 179 mil. Na infraestrutura, os moradores vão contar ainda com até duas vagas na garagem e uma ampla área de lazer.   
BSB, 2/4- A Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações, empresa com atuação no setor de incorporação imobiliária residencial, informou hoje que a margem de lucro bruto sobre a receita operacional da companhia para o primeiro trimestre de 2009, tendo em vista os impactos da nova legislação contábil e o mix de produtos da empresa, deve permanecer entre 36% e 40%.   
BSB, 2/4- A PDG Realty Empreendimentos e Participações informou hoje que foi aprovada pelo seu Conselho de Administração a proposta de incorporação da CHL LXX Incorporações, uma sociedade limitada, cujo único ativo relevante é a sua participação de 30% das ações ordinárias da CHL Desenvolvimento Imobiliário. De acordo com o comunicado da empresa, em decorrência da incorporação, a CHL LXX será extinta e a PDG Realty será sua sucessora a título universal, no que tange a todos os seus bens, direitos e obrigações. Após a efetivação da transação, a PDG Realty passará a deter 100% das ações ordinárias e 99,99% das ações representativas do capital social da CHL. Restarão em circulação apenas 40 ações preferenciais classe A, de propriedade do Sr. Rogério Chor e de alguns administradores da CHL, as quais conferem aos seus titulares certos direitos patrimoniais e políticos. Em decorrência da operação, a PDG Realty deverá emitir 779.062 novas ações e quatro bônus de subscrição classe 2, emitidos em quatro séries diferentes.   
BSB, 1/4- O mercado de segunda residência no Nordeste que, até a chegada da crise econômica mundial, era voltado maciçamente para estrangeiros, deverá mudar seu alvo para o público nacional, considerando os menores efeitos da quebradeira no Brasil. A tendência é apontada pelo presidente da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Nordeste Brasileiro (ADIT Nordeste), Felipe Cavalcante, que irá reunir mais de cem investidores internacionais no Nordeste Invest 2009, que vai até 2 de abril, no Centro de Convenções de Maceió, em Alagoas. "Vemos agora muitos fundos de investimentos procurando empresas locais para investir em empreendimentos - residenciais ou hoteleiros - destinados a brasileiros", afirma. Para Cavalcante, a crise foi uma peneira que selecionou os investidores internacionais, eliminando os de caráter especulativo e deixando no páreo os que têm lastro e seriedade. Entre as empresas participantes no evento, está a norte-americana Colony Capital, uma das maiores de private equity imobiliário do mundo, com 11 fundos num total de US$ 39 bilhões em investimentos. A companhia tem ativos da rede de hotéis Accor, do Carrefour, além de resorts e residenciais de alto padrão e está interessada em empreendimentos residenciais de luxo, hotéis, prédios de escritórios e condomínios.   
BSB, 30/3- A incorporadora e construtora Trisul registrou lucro líquido de R$ 43,9 milhões no ano passado, o que representa um crescimento de 79% em relação a 2007. No entanto, se considerar os impactos das novas práticas contábeis ( Lei 11.638), o lucro líquido somou R$ 8,8 milhões. Apesar do desempenho positivo no ano passado, o último trimestre foi complicado para a companhia, assim como para todo o setor que sofreu com o desaquecimento da economia. Entre outubro de dezembro, o lucro líquido caiu 74% em relação terceiro trimestre. As vendas contratadas atingiram R$ 848,3 milhões no ano passado, sendo R$ 530,6 milhões a participação da Trisul, um crescimento de 57% em relação a 2007. O resultado disso foi uma receita líquida, após impactos das novas práticas contábeis, de R$ 315,3 milhões em 2008, uma expansão de 44% sobre o ano anterior. A companhia finalizou o ano com R$ 256 milhões em caixa.   
BSB, 30/3- A Inpar, uma das mais diversificadas incorporadoras do Brasil, informou que concluiu o processo de subscrição da totalidade de 102.857.143 novas ações ordinárias, tendo sido integralizadas a totalidade das ações, no valor total de R$ 180 milhões. De acordo com o comunicado da empresa, após a assembleia geral extraordinária que homologará o aumento de capital, a participação da Paladin na nova estrutura acionária da companhia será de 49,4%, maioria dentro no novo bloco de controle, com direito à nomeação da maior parte dos membros do Conselho de Administração, conforme consta em Acordo de Acionistas celebrado entre as partes. Os membros do bloco de controle original terão uma participação de 26,2%. Em adição, a empresa comunica a nomeação de Alvaro Luís Afonso Simões como novo diretor presidente. O antigo diretor presidente, Cesar Parizotto, será nomeado vice-presidente de operações da companhia e Otávio Araujo continuará na função de diretor financeiro, assumida em novembro de 2008.   
BSB, 29/3- A Tecnisa registrou lucro líquido de R$ 75,3 milhões no ano passado, um aumento de 330% em relação ao ano de 2007, já considerando as mudanças de práticas contábeis. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) totalizou R$ 7,6 milhões, enquanto 2007 houve perdas de R$ 4,5 milhões. Já a receita líquida alcançou R$ 137,5 milhões, um crescimento de 63% em relação a 2007. Ao contabilizarmos os números anuais, as vendas contratadas totalizaram R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 1 bilhão relativo à parcela Tecnisa, valor superior em mais de R$ 543 milhões ao total de vendas no ano de 2007. Em relação aos períodos anteriores, o resultado de vendas trimestral cresceu 41% e o anual cresceu 115%. Segundo comunicado, a Tecnisa iniciou este ano com uma forte velocidade de vendas, "fruto principalmente de empreendimentos lançados no último trimestre".   
BSB, 29/3- A Cyrela Realty registrou lucro líquido de R$ 277,71 milhões no ano passado, o que representa um recuo de 28,2% em relação a 2007. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) somou R$ 470,5 milhões, um crescimento de 19,8% na mesma comparação. Enquanto a receita líquida atingiu R$ 2,8 milhões, uma expansão anual de 42,5%. Em comunicado, a direção da companhia destaca que apesar dos contratempos, 2008 foi um ano muito positivo para a Cyrela. "O primeiro semestre foi marcado por lançamentos e vendas que atingiram marcas históricas. Em maio, atravessamos as fronteiras nacionais e fizemos o primeiro lançamento na Argentina, através da parceria com a já conhecida IRSA." "Outros movimentos estratégicos foram realizados e, em junho, estabelecemos uma joint-venture com a Construtora Líder, tradicional construtora e incorporadora de Minas Gerais e Distrito Federal, , criando a CL Empreendimentos Imobiliários". A companhia também anunciou a incorporação da Agra Empreendimentos Imobiliários no ano passado   
BSB, 27/3- A construtora mineira MRV registrou lucro líquido de R$ 231 milhões no ano passado, o que corresponde a expansão de 165,2% em relação a 2007. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da companhia somou R$ 272,6 milhões em 2008 (margem de 24,5%), um aumento de 254,4% se comparado ao ano anterior. Em comunicado, a companhia destaca que os lançamentos ultrapassaram R$ 2,5 bilhões no ano passado, um avanço de 111% frente a 2007. Somente no último trimestre de 2008 foram lançados R$ 536,2 milhões em empreendimento, o que representa um aumento de 4,5% em relação ao mesmo período de 2007. Em 2008, as vendas contratadas atingiram R$ 1,5 bilhão, acréscimo de 115,4% face 2007, sendo que o quarto trimestre do ano foi responsável por R$ 298,4 milhões desse montante - 19,4% mais que em igual período de 2007. Com isso, a receita líquida da MRV cresceu 178%, superando R$ 1,1 bilhão na comparação anual.   
BSB, 27/3- A incorporadora Rossi Residencial registrou lucro líquido de R$ 119 milhões no ano passado, o que representa crescimento de 61,4% em relação ao ano 2007. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da companhia somou R$ 144,8 milhões em 2008, uma expansão de 58,9% frenta ao ano anteior, enqanto a receita líquida ultrapassou R$ 1,2 bilhão - um acréscimo de 63,1% no período. De acordo com a Rossi, foram entregues 2,7 mil unidades no ano passado, que totalizaram um valor geral de vendas (VGV) aproximado de R$ 500 milhões. Segundo Cássio Audi, diretor Financeiro e de Relações com Investidor da Rossi, a meta para 2008 foi atingida com o aumento de participação no segmento econômico (imóveis abaixo de R$ 120 mil). A participação em VGV subiu de 29% para 44% do total de lançamentos. Audi conta que a Rossi conta com um banco de terrenos no valor de R$ 20,4 bilhões, sendo que pelo menos a metade pode ser dedica a empreendimentos para o segmento da baixa e média renda, enquandrando a companhia no perfil do programa "Minha Casa, Minha Vida", que prevê investimentos de R$ 34 bilhões na construção civil, além de 1 milhão de moradias, anunciado ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.   
BSB, 26/3- A JHSF Participações, umas das líderes no setor imobiliário brasileiro, com atuação em incorporações imobiliárias residenciais e comerciais de uso misto e larga escala, desenvolvimento e administração de shopping centers, locações comerciais e hotéis de alto padrão, informou hoje que registrou um lucro líquido de R$ 150,3 milhões em 2008, o que representa um aumento de 81,3% em relação a 2007, quando o lucro líquido foi de R$ 82,9 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) somou R$ 240,1 milhões no ano passado, um avanço de 89% em comparação a 2007. Já a receita líquida cresceu 123,5% em 2008, em relação ao ano anterior, para R$ 675,2 milhões. No quarto trimestre, a empresa apresentou prejuízo de R$ 16,035 milhões, ante um lucro líquido de R$ 43,857 milhões no mesmo período de 2007. O Ebitda apresentou um recuo 87,7% entre outubro e dezembro, para R$ 7,245 milhões. A receita líquida registrou queda no quarto trimestre de 16,6%, em comparação a igual período de 2007, para R$ 109,365 milhões.   
BSB, 25/3- A Brascan Residential Properties deve focar no lançamento de imóveis no valor de até R$ 350 mil este ano, considerados de baixa e média renda, afirmou hoje Luiz Rogelio Tolosa, diretor executivo, de Relações Institucionais e de Relações com Investidores (RI) da companhia. Segundo Nicholas Reade, diretor presidente da Brascan, outro impulsionador de vendas para a população de baixa renda deve partir do aguardado pacote de estimulo à construção, que o governo pode anunciar hoje (25). O executivo destaca ainda que para evitar o cancelamento das vendas de empreendimentos lançados, a companhia realiza uma série de pesquisas para viabilizar o potencial do projeto. A Brascan teve lucro líquido de R$ 117,1 milhões no ano passado, uma queda de 38% em relação a 2007. A redução se deve as mudanças contábeis previstas na Lei 11.638, que impacta a contabilização das despesas comerciais e também das receitas da companhia.   
BSB, 22/3- A Brascan Residential Properties informou os acionistas homologaram o aumento de capital, conforme aprovado em 15 de janeiro de 2009. As ações emitidas serão creditadas em 23 de março deste ano. Com isso, a capital social passa a ser de R$ 1.399.790.588,10, estando representado por 326.006.474 ações ordinárias.   
BSB, 22/3- A Tenda, incorporadora líder no mercado brasileiro, informou hoje que a Equity International (EI), companhia de investimentos privados, adquiriu 19.465.600 ações ordinárias da Tenda, equivalentes a 4,86% do capital acionário da empresa. A aquisição de 4,86% da Tenda foi feita por meio do Fund IV da EI, constituído em janeiro de 2008. O Fund IV é o quarto de uma série de fundos de investimentos criados pela Equity International desde a sua fundação. Por meio destes fundos, a Equity International captou aproximadamente US$ 1,5 bilhão e investiu em 18 companhias, incluindo as principais incorporadoras imobiliárias do México e Brasil, além de várias grandes incorporadoras na China e no Egito. "A Equity International é reconhecida como uma das maiores investidoras e desenvolvedoras de empresas de primeira linha e estamos orgulhosos por ela ter escolhido investir na Tenda", afirmou em comunicado Carlos Trostli, presidente da Tenda. "A empresa irá se beneficiar da experiência global da Equity International, principalmente no segmento econômico do setor imobiliário." A Equity International indicará um dos membros do Conselho de Administração da Tenda, sendo que essa indicação estará sujeita à aprovação dos acionistas.   
BSB, 21/3- A Cyrela Commercial Properties registrou lucro líquido R$ 33,8 milhões em 2008, o que representa um crescimento de 46% em relação ao ano anterior. No quarto trimestre, a companhia teve um incremento de R$ 9,6 milhões - 12,4% acima do resultado obtido no terceiro trimestre do ano passado. Os dados já seguem a Lei 11.638/07, que determina mudanças contábeis com o objetivo de convergir os demonstrativos brasileiros aos padrões financeiros internacionais (IFRS). O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) cresceu de R$ 68,4 milhões para R$ 88,7 milhões na passagem de 2007 para 2008, enquanto que somente no último trimestre alcançou R$ 26,3 milhões - R$ 3 milhões a mais que o obtido no terceiro trimestre do ano passado. Segundo a companhia, a dívida líquida da Cyrela é 2,10 vezes o Ebitda em 31 de dezembro de 2008. "Trata-se de um patamar bastante confortável pela geração de caixa estável na Companhia", destaca em comunicado. No ano passado, a receita líquida somou R$ 107,8, superando os R$ 86,8 milhões de 2007. A receita líquida totalizou R$ 31,5 milhões entre outubro e dezembro, um aumento de R$ 4 milhões em relação ao trimestre anterior.   
BSB, 17/3- A LPS Brasil - Consultoria de Imóveis (Lopes), maior empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários do Brasil, foi informada pelo UBS Pactual Asset Management, que o Fundo de Investimento Multimercado Crédito Privado Mocastland passou a deter participação relevante, correspondente a aproximadamente 5,066% do capital social da Lopes. De acordo com o comunicado da companhia, tais alterações tiveram motivação exclusiva de investimento, não visando alteração da administração, de composição de controle ou do regular funcionamento da Lopes.   
BSB, 17/3- A Brasil Brokers Participações registrou lucro líquido de R$ 58,3 milhões no ano passado. Em função das alterações no cenário econômico mundial, que impactaram significativamente o mercado imobiliário nacional no quarto trimestre de 2008, a companhia teve um prejuízo de R$ 7,4 milhões no período, correspondendo a uma margem líquida negativa de 21,4%. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) somou R$ 65,5 milhões em 2008, representando uma margem Ebitda de 31,9%, sendo que no último trimestre ficou negativo em R$ 4,4 milhões, com margem de - 12,8%. Entre outubro de dezembro, as vendas contratadas apenas de unidades residenciais e comerciais totalizaram R$ 1,615 bilhão. Deste total, R$ 352 milhões referem-se à revenda de imóveis avulsos e R$ 1,263 bilhão referem-se à venda de lançamentos. No ano de 2008, as vendas contratadas totalizaram R$ 9,4 milhões. Deste total, R$ 1,731 milhões referem-se à revenda de imóveis avulsos. Segundo a companhia, as obrigações da empresa referentes a empréstimos e financiamentos totalizavam R$ 10,7 milhões no final de 2008, sendo que R$ 10,3 milhões referem-se a um empréstimo de capital de giro para a subsidiária Abyara Brokers que foi consolidado na proporção de participação de capital na companhia. Em comunicado, a administração informa que a Brasil Brokers possuia um saldo a pagar de R$ 24 milhões ao final de 2008 referente as aquisições efetuadas. A Companhia também destacou que não possui nenhum passivo baseado em operações com derivativos ou atrelado à variação cambial. De acordo com a Brasil Brokers, seu plano de expansão foi concluído no último trimestre com a inauguração de mais cinco filiais, totalizando 30 novas filiais abertas no ano de 2008.   
BSB, 16/3- A Mizumo, uma unidade de negócios do Grupo Jacto, se prepara para sua quarta participação na Feicon Batimat 2009 - Feira Internacional da Indústria da Construção, que acontecerá entre os dias 24 e 28 de março, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Reconhecida por seus sistemas compactos de tratamento de esgoto sanitário, a empresa aposta em bons resultados no evento, que é considerado um dos maiores da América Latina. Além de apresentar os diferenciais de suas linhas de produtos e sistemas complementares, a Mizumo visa difundir conceitos de tratamento, preservação e reutilização de água e aumentar sua participação no segmento, especialmente entre os visitantes que irão à Feicon em busca de produtos para construções sustentáveis. As linhas de produtos para tratamento de esgoto da Mizumo acompanham a evolução dos empreendimentos, bem como os efeitos da educação ambiental. Na Feicon 2009, o destaque da empresa será o Mizumo Business, que teve sua capacidade de vazão diária ampliada.   
BSB, 14/3- A Rodobens Negócios Imobiliários registrou lucro líquido de R$ 83 milhões no ano passado, o que representa um acréscimo de 164% em relação a 2007. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) somou R$ 77 milhões em 2008, um crescimento de 358% sobre 2007. A margem Ebitda atingiu 19,1%, no período. Já a receita líquida totalizou R$ 404 milhões no ano passado, correspondendo a uma expansão de 223% face 2007. Em 2008, as vendas contratadas da companhia somaram R$ 536 milhões (somente parte Rodobens), uma elevação de 70% em relação ao ano anterior. Foram vendidas 6.438 unidades das quais 84% de empreendimentos com preço médio até R$ 150 mil.   
BSB, 11/3- A Tenda registrou prejuízo liquido de R$ 38,2 milhões no ano passado, ante um resultado positivo de R$ 12,4 milhões obtido em 2007. Apesar disso, no quarto trimestre do ano passado a companhia obteve lucro líquido de R$ 13,7 milhões, efeito do aporte feito em setembro pela Gafisa, que passou a ser controladora da companhia. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ficou negativo em R$ 15,7 milhões no ano passado, com uma margem ajustada de -3,2%, excluindo despesas não recorrentes no valor total de R$ 40,4 milhões. No último trimestre de 2008, o Ebtida somou R$ 900 milhões. Segundo a companhia, os lançamentos totalizaram R$ 1,9 bilhão no ano passado, praticamente o mesmo montante lançado em 2007. Diante disso, as vendas contratadas cresceram 28,1% de um ano para outro, subindo de R$ 703,3 milhões para R$ 901,1 milhões. O número de unidades vendidas aumentou 20,2% no período, alcançando 11.429 unidades. No quarto trimestre de 2008, as vendas contratadas atingiram R$ 167,8 milhões ante R$ 376,9 milhões em igual período de 2007. A receita líquida somou R$ 484,9 milhões no ano passado, um crescimento de 79,6% em relação a 2007. Desse montante, R$ 163 milhões foram obtidos no quarto trimestre de 2008.   
BSB, 11/3- A incorporadora Gafisa registrou prejuízo líquido de R$ 12,6 milhões no quarto trimestre de 2008, mesmo assim a companhia encerrou 2008 com um lucro líquido de R$ 109,9 milhões - acréscimo de 20% em relação ao ano anterior. Segundo Wilson Amaral, CEO da Gafisa, o resultado é satisfatório e indica que a companhia mantém o desempenho positivo desde 2005 com destaque para crescimento anual médio de lançamentos (86%) e vendas (79%). O desempenho das vendas contribuiu para que a companhia acumulasse em 2008 uma receita líquida de R$ 1,7 bilhão, o que representa uma expansão de 45% em relação a 2007. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) aumentou 61% no ano passado, saltando de R$ 137,4 milhões para R$ 220,8 milhões. Amaral destaca que a partir do segundo semestre de 2008, o mercado imobiliário passou a sofrer os efeitos da retração global, o que resultou em menor velocidade de vendas, principalmente devido à maior cautela por parte dos consumidores. De acordo com ele, essa mudança de comportamento dos compradores pode influenciar nas taxas de crescimento do setor e da companhia, entretanto, cenário atual pode mudar consideravelmente em um curto período de tempo devido a pacotes de estímulo direcionados para a revitalização da economia e em particular, financiamento público e outros incentivos na tentativa de fomentar o crescimento do setor imobiliário de baixa renda. A Gafisa pode ser beneficiada pelo aguardado pacote de estimulo para o setor habitacional de baixa renda porque desde de setembro de 2008 é a controladora da Tenda, companhia voltada exclusivamente para este segmento.   
BSB, 8/3- O mercado imobiliário do Rio está apostando no segmento comercial para driblar a crise, gerar empregos e fechar bons negócios. Bairros como Campo Grande, Barra da Tijuca, Freguesia, Recreio dos Bandeirantes e da Baixada Fluminense têm vários lançamentos. Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revelam que o número de imóveis comerciais no Rio praticamente dobrou, de 870 unidades em 2007 para 1.641 em 2008. Segundo o diretor da Basimóvel, Alexandre Fonseca, depois de um número expressivo de unidades residenciais lançadas, há a necessidade de se construir opções comerciais. “A tendência é porque as pessoas querem trabalhar perto de casa para ter mais qualidade de vida e segurança”, explica Fonseca. Ele adianta que terá mais de 1 mil unidades comerciais para lançar este ano na cidade. “Existe uma demanda reprimida por este tipo de imóvel. Na Avenida do Pan, por exemplo, onde foram lançadas mais de 20 mil unidades nos últimos anos, há uma carência muito grande de espaços para abrigar clínicas, escritórios e lojas”, ressalta Fonseca. A Calçada lançará este mês o Vision, na Abelardo Bueno. Haverá salas a partir de R$ 95 mil, com prestações em torno de R$ 300, de acordo com Fonseca. O perfil dos compradores é de investidores ou poupadores. Nesse caso, trata-se de pessoas que têm o valor da entrada e podem pagar as prestações, durante a obra, em torno de R$ 300. Quando a unidade ficar pronta, os compradores ainda têm condições de alugar e continuar com o patrimônio.   
BSB, 8/3- A Brascan lançará mais um empreendimento comercial na Barra da Tijuca: o Barra Business Center. O complexo terá cinco torres de três pavimentos cada, totalizando 236 unidades, entre salas e lojas. O empreendimento dispõe ainda do Serviço de Central de Governança, com mensageiros, secretárias, manutenção, limpeza, apoio para computadores, xerox e fax. A parte de bem-estar inclui saunas, duchas, spa, sala de repouso, musculação, massagem e aeróbica. A CHL também lançou o Plaza Office, em Campo Grande, com salas de R$ 110 mil, e o Charitas Office, em Niterói, com preço médio de R$ 208 mil. O prédio comercial, na Avenida Cesário de Melo 3.600, em Campo Grande, vendeu 300 das suas 446 unidades em dois dias.   
BSB, 7/3- A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Ministério Público Federal (MPF) aprovaram uma proposta de acordo feita pelo antigo controlador da incorporadora imobiliária Tenda José Olavo Mourão Alves Pinto, por ter comprado ações da empresa antes da divulgação do Fato Relevante que tratava da incorporação da companhia pela Gafisa. Além de sócio integrante do bloco de controle, Alves Pinto era integrante do conselho de administração na época. Para fechar o acordo, o investidor se comprometeu a pagar R$ 200 mil para Fundo de Defesa dos Direitos Difusos e ainda a não ocupar nenhum cargo de administração ou no conselho fiscal, por três anos, em qualquer entidade que dependa de autorização ou registro na CVM. O comunicado da CVM diz que Alves Pinto acabou vendendo as ações com prejuízo e que ele mesmo revelou o ocorrido à autarquia. De qualquer forma, a CVM destaca que considerou a proposta de Alves Pinto "adequada independentemente do resultado por ele obtido com as operações supostamente irregulares". Com a aceitação da proposta pela CVM, fica suspenso o processo administrativo. Após o cumprimento das obrigações previstas no acordo, o processo será extinto nos mesmos termos. Como o MPF também aceitou a proposta de Termo de Ajustamento de Conduta, tanto este órgão como a CVM "se absterão de adotar qualquer medida de natureza civil em relação ao assunto, como, por exemplo, a busca de ressarcimento de prejuízos aos investidores do mercado de capitais como um todo". Nos últimos meses, vários processos instaurados pela CVM terminaram em acordo com os agentes de mercado processados. A autarquia adotou uma política mais firme em relação a irregularidades no mercado de capitais brasileiro.   
BSB, 6/3- A construtora Eztec anunciou hoje o lançamento do Supéria Moema Corporate, em Moema, zona sul da capital paulista. O empreendimento terá uma torre comercial, com 153 conjuntos de 43 m² a 1.154 m². As unidades serão comercializadas por R$ 6.423 o metro quadrado, totalizando um valor geral de vendas (VGV) de R$ 54,4 milhões. O projeto tem entrega programada para setembro de 2011.   
BSB, 4/3- A Duratex, fabricante de produtos de madeira, louças e metais sanitários destinados à indústria de móveis e à construção civil, aprovou ontem o pagamento de juros sobre capital próprio, no valor de R$ 0,2515325 por ação e dividendos no valor de R$ 0,171833 por ação, ambos sem a retenção de 15% do imposto de renda. Os pagamentos vão começar em 12 de março de 2009. A empresa informou ainda que a partir de hoje, 3, as ações serão negociadas "ex-juros sobre capital próprio" e "ex-dividendos".   
BSB, 3/3- O mercado de securitização de recebíveis está conseguindo reverter o marasmo esperado para este início de ano. Em janeiro e fevereiro, a emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) totalizou R$ 313,54 milhões, conforme dados da Comissão de Valores Mobiliários. No mesmo período do ano passado, foram emitidos em R$ 462,93 milhões desses títulos. Entretanto, a estreante Safra Companhia Securitizadora vai deixar os números deste começo de ano mais robustos. A emissora publicou na sexta-feira o prospecto preliminar de sua primeira emissão de CRIs, no montante de R$ 258 milhões, ainda não contabilizados na soma da CVM. A companhia, que estava em fase pré-operacional, foi constituída em 2006 e contabilizava patrimônio líquido de R$ 110 mil. O lastro dos CRIs serão recebíveis da locação de prédios comerciais e conjuntos de escritórios, divididos em 32 contratos por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. O principal imóvel da carteira é a sede do Banco Safra, na avenida Paulista, que responde por 63% dos créditos vinculados à emissão. Com este e outros imóveis, o banco é o principal locatário da carteira, que conta ainda com inquilinos como Casas Bahia e Caixa Econômica Federal. A remuneração dos títulos será de 95% da taxa DI e 93% do DI (conforme a série).   
BSB, 2/3- Sob nova direção, a Abyara Planejamento Imobiliário vai voltar seu foco para o público de renda mais baixa, com unidades residenciais de até R$ 140 mil. Na quarta-feira, a IPU Participações anunciou a compra de 62,13% do capital social da Abyara - a IPU tem como acionistas a Kove Participações, do empresário espanhol Enrique Bañuelos, com 70% de participação, e a incorporadora Agra, com 30%. Os novos sócios dizem que vão trazer investidores estrangeiros para os projetos da Abyara.   
BSB, 28/2- A Fitch Ratings atribuiu à Construtora Tenda o Rating Nacional de Longo Prazo "BB(bra)", com Perspectiva Negativa. O rating da Tenda se apóia no perfil de crédito consolidado de sua controladora, a Gafisa, em razão da incorporação de seus negócios e da consolidação de seus resultados na Gafisa. Em outubro de 2008, a Tenda incorporou a FIT Residencial Empreendimentos Imobiliários, sociedade 100% controlada pela Gafisa, esta última avaliada pela Fitch com o Rating Nacional de Longo Prazo "A-(bra)", com Perspectiva Negativa. A diferença de dois níveis entre o rating atribuído à Tenda e o rating da Gafisa reflete o fato de a segunda não deter 100% do capital da Tenda e de haver minoritários em ambas as companhias, o que poderia dificultar transferências de recursos entre elas. Além disso, não existem cláusulas de cross default entre as duas empresas, ou garantias por parte da Gafisa em relação às dívidas existentes na Tenda. O rating da Tenda se beneficia da posição de mercado da Gafisa e de suas controladas como um importante grupo do mercado brasileiro de construção residencial. A classificação é limitada pelos desafios do processo de consolidação da Tenda nos negócios da Gafisa, numa conjuntura sujeita a incertezas, em razão da elevada alavancagem combinada e dos índices consolidados de performance mais baixos esperados para 2008.   
BSB, 28/2- A Gafisa informou que firmou acordo para a desconstituição de parceria estabelecida com a Odebrecht Empreendimentos Imobiliários (OEI). De acordo com o comunicado da empresa, a parceria desconstituída visava à união de esforços na prospecção, desenvolvimento, construção, incorporação, gestão financeira e imobiliária e comercialização de empreendimentos imobiliários, em todo o território nacional, tendo por objeto imóveis residenciais com mais de 1 mil unidades, voltados para o segmento de baixa renda. Dessa forma, a Gafisa deixa de ser sócia da OEI na Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários, cujo Acordo de Acionistas foi rescindido nesta data. A empresa afirma que os empreendimentos imobiliários que vinham sendo conduzidos em conjunto entre as partes passam a sê-lo separadamente, cabendo à Gafisa o desenvolvimento do Empreendimento Imobiliário Bairro Novo Cotia e à OEI os demais empreendimentos da extinta parceria, além da operação da Bairro Novo.   
BSB, 27/2- A Rodobens Negócios Imobiliários informou hoje que solicitou ao Banco UBS Pactual a rescisão do contrato como formador de mercado das ações da empresa. De acordo com comunicado, o serviço vai deixar de ser prestado em 27 de março de 2009.   
BSB, 26/2- Apesar dos respingos da crise financeira mundial na nossa economia, os organizadores do 2° Salão Imobiliário de Pernambuco, que será realizado de 4 a 8 de março, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, esperam repetir o volume de vendas do ano passado, de R$ 120 milhões. Marcello Gomes, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), admite que é uma meta ousada mas passível de ser executada pelo empenho dos expositores e o aumento das opções de crédito para compra da casa própria. Em 2008, apenas o Banco Real participou do salão oferecendo suas linhas de financiamento. Este ano, além do Real, estarão presentes a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e a administradora de consórcios Embracom, abrindo mais uma alternativa de crédito. Serão 44 empresas expositoras, todas de Pernambuco com exceção da Odebrecht que irá oferecer o projeto turístico e imobiliário da Praia do Paiva, mais voltado para segunda residência. Imóveis empresariais, casas de praia e de campo também estão no portfólio dos expositores que, segundo Gomes, estão guardando a sete chaves as promoções que serão lançadas no evento. Como no ano passado, elas devem ser voltadas para todos os bolsos, com imóveis a partir de R$ 40 mil. A tendência é que as ofertas desses imóveis que entram no segmento econômico até cresçam em relação a 2008, uma demonstração de que as empresas estão atentas ao público que tem a maior demanda do mercado pernambucano, comprovada pelo Índice de Velocidade de Vendas (IVV).   
BSB, 25/2 - Depois da aquisição da Abyara Planejamento Imobiliário, o empresário espanhol Enrique Bañuelos ainda quer ficar com o resort Costa do Sauípe, localizado na Bahia. O empresário já havia avaliado a compra do empreendimento, que há cerca de dois anos foi posto à venda pela Previ. Segundo informações do mercado, o resort, que recebeu mais de R$ 1 bilhão em investimentos, está sendo negociado pela "pechincha" de R$ 200 milhões. Com a inviabilidade do negócio no setor de turismo, a Veremonte inicia sua atuação no Brasil por meio do mercado imobiliário. Na madrugada da quinta-feira, a empresa comunicou ao mercado a aquisição de 62,13% do capital acionário da Abyara Planejamento Imobiliário, fundada em 1995, por Celso Minoru Tokuda, Arnaldo Curiati e Emílio Westermann. O negócio foi realizado em parceria com a Agra Incorporadora, que detém 30% da holding que controlará a Abyara, enquanto a Veremonte possui 70%. Com novos donos, a Abyara continuará a operar nos segmentos de média e alta renda mas quer focar seus negócios no segmento de público de menor poder aquisitivo. Seu banco de terrenos, avaliado em R$ 2,5 bilhões - metade que possuía no ano passado - tem 70% de sua vocação neste segmento. Tendo a Veremonte como acionista, a Abyara se transforma também na plataforma de projetos que a sócia espanhola vier a desenvolver no Brasil. Hoje, 50% dos lançamentos feitos pela Abyara são realizados em parceria com a Agra. "Seria muito ruim para todos se uma empresa como a Abyara quebrasse. Mas esta não é uma operação de salvamento", faz questão de ressaltar o diretor de relações com investidores da Agra, Ricardo Setton   
BSB, 25/2- A Cyrela Brazil Realty divulgou ontem alguns dados preliminares os quais confirmam o delicado momento das vendas no setor imobiliário. As vendas contratadas da incorporadora somaram R$ 566,1 milhões no quatro trimestre de 2008, o que representa uma queda de 75% na comparação com igual período do ano anterior. Já no acumulado de 2008, as vendas tiveram aumento de 5%, atingindo a marca de R$ 4,6 bilhões. A empresa alcançou a cifra de R$ 892,6 milhões em lançamentos no quarto trimestre de 2008, um declínio de 71% em relação ao mesmo período de 2007. De janeiro a dezembro de 2008, o total de lançamentos foi de R$ 4,9 bilhões, queda de 10% na comparação com 2007.   
BSB, 24/2- A Lopes registrou prejuízo líquido de R$ 98,194 milhões no quarto trimestre de 2008, o que representa uma queda de 590% em relação a igual período de 2007, quando a companhia obtve lucro de R$ 20 milhões. Em 2008, a Lopes teve resultado negativo de R$ 66,9 milhões, uma retração de 229% na comparação com o ano anterior (R$ 52 milhões). As vendas contratadas atingiram R$ 1,6 bilhão no quarto trimestre de 2008, totalizando R$ 10,1 bilhões no ano. São Paulo representou R$ 666,7 milhões, Rio de Janeiro, R$ 322,2 milhões e os Outros Mercados, R$ 611,6 milhões no quarto trimestre do ano passado. No total de vendas contratadas em 2008, São Paulo representou R$ 4,7 bilhões, Rio de Janeiro, R$ 1,9 bilhão e os Outros Mercados, R$ 3,4 bilhões. De acordo com comunicado, em 31 de dezembro a Lopes apresentava um endividamento de curto prazo de R$ 14,9 milhões e de longo prazo de R$ 15,8 milhões, referentes ao pagamento das sete aquisições realizadas. Em nota, a companhia informa que no segundo semestre de 2008 a Lopes realizou uma redução de custos estimada para o ano de 2009, com base em janeiro, no montante de R$ 67 milhões por ano. A estrutura atual de custos é a necessária para atingir o guidance de vendas para 2009 e acompanhar a retomada do mercado imobiliário. Com a redução, a Companhia comprovou sua capacidade de rápida readequação visando manter sua rentabilidade. "Para o ano de 2009, a projeção de vendas contratadas é de R$ 5,75 bilhões, sendo esse o ponto médio do guidance divulgado. A Lopes adota uma postura conservadora na divulgação de seu guidance, de forma que atinja a projeção anunciada", ressalta o documento.   
BSB, 22/2- A VBC Energia informou hoje que foi concluída a operação de consolidação entre Votorantim Participações, Camargo Corrêa, e Construções e Comércio Camargo Corrêa. Em razão desta operação a Camargo Corrêa, passou a deter, indiretamente, a totalidade das ações da VBC.   
BSB, 22/2- A Moody's afirmou o rating corporativo Ba2 em moeda local da Gafisa, mas mudou sua perspectiva para negativa. Ao mesmo tempo, o rating corporativo da Gafisa na escala nacional brasileira foi rebaixado de Aa3.br para A1.br. A ação sobre os ratings foi tomada por uma visão de liquidez mais fraca da Gafisa após o uso de caixa de R$ 230 milhões para capitalizar a Tenda, sua subsidiária no segmento de baixa renda. 'Essa redução no nível do caixa da Gafisa vai provavelmente causar a quebra do nosso índice quantitativo de liquidez para pressão descendente do rating, que requer a manutenção de caixa e equivalentes na Gafisa em quantidade suficiente para cobrir duas vezes o fluxo de caixa operacional (CFO) negativo do trimestre mais recente (déficit de R$ 232 milhões no terceiro trimestre de 2008)', diz um documento.   
BSB, 19/2- Durante um curto período de prosperidade, este foi o melhor negócio imobiliário do século. Em 2007, Sam Zell, investidor bilionário de Chicago, vendeu um portfólio de 573 propriedades que ele reuniu ao longo de três décadas, o Equity Office Properties Trust, para o Blackstone Group por US$ 39 bilhões. Esta foi a maior transação de private equity já feita na história, mas o Blackstone não parou aí: o grupo imediatamente revendeu centenas de prédios por um total de US$ 27 bilhões. Hoje, os desdobramentos sombrios destas compras estão espalhados por todas as regiões dos Estados Unidos, desde o sul da Califórnia até Austin, Texas, Chicago e Nova York. Muitas das 16 companhias que adquiriram prédios do Equity Office agora sofrem com dívidas, imóveis cujos valores estão despencando e milhões de metros quadrados de escritórios desocupados.   
BSB, 19/2- Alguns casos podem exemplificar melhor os excessos do boom comercial que atingiu o mercado imobiliário do que o desmantelamento do império do Equity Office, e outros refletem melhor ainda suas amargas consequências. Os compradores adquiriram imóveis que, na época, estavam com preços amplamente inflados. As instituições de financiamento concederam empréstimos em abundância, até mesmo excessivos, tomando por base expectativas poucos realistas quanto a uma alta no valor dos aluguéis. Agora que os valores estão em queda, as taxas de desocupação estão aumentando e o crédito está cada vez mais escasso, ambos os lados enfrentam casos de inadimplência, execuções hipotecárias e falências. Os desdobramentos dessa situação devem ir além daquelas companhias que compraram prédios do Equity Office e dos bancos de investimento que as financiaram. Se os proprietários não conseguem pagar os empréstimos que levantaram, isso poderá desencadear uma crise financeira entre os fundos de pensão, fundos hedge e companhias de seguro que possuem títulos que serviram de base para as hipotecas do Equity Office.   
BSB, 17/2- O esforço para realizar o sonho da casa se transformou em um pesadelo para 48 famílias e incorporadores que investiram cerca de R$ 15 milhões para aquisição de apartamentos no condomínio Bossa Nova, situado em um dos trechos mais valorizados do bairro da Jatiúca, de propriedade da Construtora Meta Empreendimentos, do empresário Moacir Breda. O pesadelo dos investidores do condomínio teve inicio em 2004 quando, atraídos pelo projeto do empresário Moacir Breda e das construtoras Uchoa e Master, decidiram investir entre R$ 500 mil e R$ 700 mil em cada um dos 48 apartamentos dos edifícios Ancoradouro e Arpoador. Os imóveis foram negociados nas plantas e alguns casos os valores dos apartamentos foram pagos à vista ou quitados com outros imóveis, que teria facilitado o golpe contra os investidores. Apesar de não ser oficial, os proprietários do condomínio Bossa Nova foram informados de que parte dos recursos pagos a Moacir Breda foram transferidos para empreendimentos do empresário em Sergipe, Minas Gerais e Goiás. Os proprietários não escondem a revolta com a situação e decidiram que para evitar a perda dos imóveis, vão responsabilizar judicialmente o empresário, que não tem demonstrado interesse em equacionar os problemas causados aos investidores. O receio de perder todo o investimento provocou uma mobilização dos proprietários, que estão assustados com a possibilidade da não regularização do imóvel. Até a última sexta-feira, o condomínio Bossa Nova não tinha registro no cadastro de imóveis regularizados na Prefeitura de Maceió, que ainda registra o empreendimento como um terreno de propriedade da construtora.   
BSB, 15/2- A Abyara Planejamento Imobiliário confirmou hoje, por meio de comunicado enviado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que está em negociação com representantes da Veremonte Participações e com o investidor espanhol Enrique Bañuelos de Castro. "Os entendimentos poderão ou não propiciar a concretização de negócio futuro que tenha por objeto as ações representativas do bloco de controle da companhia", afirma a diretora financeira da Abyara, Ana Graciela Granato. No entanto, segundo ela, no momento,não existe qualquer definição quanto ao desfecho das discussões em curso. De acordo com fontes do mercado, a Abyara procura novos sócios desde novembro de 2008. Porém, qualquer negócio depende da renegociação das dívidas da incorporadora, que no fim do ano passado já somavam R$ 444 milhões, sendo R$ 245 milhões com vencimento este ano, o que inviabiliza a continuação das atividades da companhia. Ao que tudo indica, o empresário espanhol está na frente na disputa pela compra da Abyara. Depois de fazer fortuna na Espanha - Bañuelos chegou a ser um dos 100 homens mais ricos do mundo em 2007 -, ele está de olho no mercado imobiliário brasileiro, tendo sondado várias outras companhias do setor. Instantes atrás, a ações ordinárias da Abyara (ABYA3) caíam 1,45%, a R$ 2,04 no pregão da BM&FBovespa.   
BSB, 12/2- A união da maior incorporadora do País com uma tradicional construtora baiana vem dando bons frutos. A joint venture Cyrela Andrade Mendonça fechou o ano de 2008 com o melhor resultado de lançamentos e vendas da Bahia. De 14 mil unidades lançadas no estado, a companhia participou com 2.550, representando 18,2% do total. Comercializou 2,4 mil imóveis novos, 18,4% dos 13 mil vendidos ao longo do ano passado no mercado baiano, segundo a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA). Com esse desempenho, a Cyrela Andrade Mendonça atingiu um valor geral de vendas (VGV) de R$ 590 milhões. A operação baiana da Cyrela Realty Brasil, em parceria com a Andrade Mendonça, já é uma das melhores da incorporadora, com resultado inferior apenas às de São Paulo e Rio de Janeiro. No segundo ano de atividades, a joint venture mais do que dobrou o número de unidades vendidas, superou em 118% as 1,1 mil comercializadas em 2007. Quanto aos lançamentos, o incremento foi de 46,3% com relação aos 1.742 ofertados no ano retrasado. A companhia lançou empreendimentos em Salvador e Lauro de Freitas para segmentos e classes variadas, desde empresarial a residenciais para a classe média e no perfil econômico. Para o presidente da Ademi-BA, Walter Barretto, a Cyrela Andrade Mendonça tem se destacado no mercado baiano por lançamentos inovadores. Na opinião dele, a parceria da incorporadora nacional com uma construtora baiana permitiu a assimilação da cultura local, facilitando o sucesso.   
BSB, 10/2- A Lopes inicia 2009 em busca da liderança no segundo maior mercado brasileiro: o Rio de Janeiro. Presente no estado desde 2006, a imobiliária é hoje a segunda maior empresa no segmento carioca, com cerca de 24% de share. Um crescimento expressivo, em pouco menos de três anos de atuação local. Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a empresa já é líder de mercado em unidades lançadas há dois anos. Em 2007, lançou 7.987 unidades e, no ano passado, outras 5.397. "Temos know-how, estrutura, expertise e força de vendas, fatores determinantes neste setor. E estamos preparados para assumir a liderança no mercado carioca já este ano", afirma Tomás Salles, diretor de Novos Negócios da Lopes. Estima-se que em 2008 o Rio de Janeiro tenha registrado um Volume Geral de Vendas Contratadas de R$ 3,5 bilhões.   
BSB, 7/2- A Eternit, líder nos setores de cobertura, painéis e placas cimentícias, informou hoje que inaugurou mais uma nova linha de produção, desta vez na unidade de Colombo, no Paraná. Resultado de um investimento de R$ 20 milhões, a nova linha aumenta a capacidade de produção da fábrica em 10 mil toneladas mensais. O equipamento tem 155 metros de comprimento por 10 metros de largura e reúne componentes de 400 fornecedores, nacionais e estrangeiros. Para a conclusão do projeto foi necessária a expansão da área construída da fábrica em 5.800 metros quadrados. De acordo com o presidente do Grupo Eternit, Élio A. Martins, a nova linha irá incrementar a capacidade de produção de 16 mil toneladas mensais para 26 mil toneladas mensais, gerando aproximadamente 60 novos empregos, na unidade do Paraná. No Brasil, a Eternit trabalha com mais de 11 mil pontos de vendas e tem planos para novos investimentos. Em abril de 2008, a empresa inaugurou uma nova linha de produção em Goiânia, que ampliou a capacidade instalada de produtos acabados, do Grupo Eternit, de 650 mil toneladas/ano para 730 mil toneladas/ano. Com a nova linha de produção em Colombo, a capacidade será elevada para 850 mil toneladas/ano.   
BSB, 7/2- Os acionistas da Inpar aprovaram a proposta de aumento de capital no valor de R$ 180 milhões. O fundo norte-americano Paladin se comprometeu a fazer o aporte, ao preço de R$ 1,75 por ação, e pode ficar com até 52% do capital da incorporadora.   
BSB, 7/2-As empresas do segmento imobiliário devem ficar atentas, pois o prazo para a entrega da Dimob (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) será no último dia útil de fevereiro, dia 27 (após o Carnaval). As informações que deverão constar na declaração são as operações ocorridas a partir de 1º/1/2008. A empresa que não entregar a Dimob ou que entregá-la após o prazo será penalizada em R$ 5 mil por mês-calendário. Para mais informações, acesse o site da Receita Federal: www.receita.fazenda.gov.br   
BSB, 5/2- A incorporadora Rossi divulgou uma prévia de seus resultados operacionais relativos a 2008. Os lançamentos cresceram 10%, chegando a R$ 2,7 bilhões, e as vendas registraram uma alta de R$ 38% em relação a 2007, alcançando o valor de R$ 2,2 bilhões. Os lançamentos do segmento econômico somaram R$ 596 milhões, uma alta de 126% em relação ao ano anterior. As unidades lançadas no segmento econômico representaram 44% do total. As ações da companhia registraram queda de 16,7% no fechamento de ontem, para R$ 3,99.   
BSB, 3/2- A Construtora Tenda acaba tem novo gerente de marketing corporativo. Fabio Romagnoli que já atua como gerente de marketing corporativo da Fit desde outubro de 2007, passa a responder também pela construtora que, depois de transação societária realizada com a Gafisa ano passado, incorporou a Fit. Formado em Administração de empresas e MBA em Marketing, Romagnoli atuou na AmBev de 1999 a 2007. Na companhia de bebidas, desempenhou as funções de gerente de trade marketing, gerente de vendas e marketing, gerente de Programas de Mercado e gerente de produto de Guaraná Antártica.   
BSB, 31/1- A VBC Energia, empresa controlada pela CPFL Energia, informou que sua controladora indireta, a Camargo Corrêa (CCSA), detentora de 50% das ações ordinárias da VBC, está adquirindo, por meio de Contrato Particular de Compra e Venda de Ações, os outros 50% das ações da VBC pertencentes à Votorantim Participação, também controladora indireta da empresa. O valor da negociação será de R$ 2,563 bilhões em valor fixo e um valor variável estimado em R$ 102,355 milhões. Com a aquisição, que deverá ser consumada até 20 de fevereiro, a CCSA passará a deter indiretamente a totalidade das ações da VBC. A operação não implicará em alienação do controle da companhia pela CPFL.   
BSB, 301/1- De acordo com o balanço apresentado pela imobiliária Lopes Royal, o mercado em Brasília cresceu 40% no último ano. Além do sucesso do setor, a empresa cresceu 75% e ficou com uma participação de mercado de 36%. Em 2008 a Lopes Royal comercializou R$750 milhões. Um valor 75% superior ao ano anterior. Só em número de empreendimentos, foram 22 lançamentos, oito a mais que em 2007. “A concessão de créditos oferecidos pelos bancos e o apoio do governo na disponibilização de áreas a serem construídas foram bastante positivas para o mercado”, acredita Marco Antônio DeMartini, diretor da empresa. O empresário também celebra o sucesso de vendas em 2008 graças à fusão da Royal com a empresa paulista Lopes. “Faz um ano que nós associamos as marcas. Tenho certeza que o progresso da empresa foi fortalecido com a sociedade”, afirma. A Lopes tem 73 anos de liderança no mercado imobiliário de São Paulo, o maior do país. A Royal tem uma experiência de 32 anos de atuação e liderança local. O DF é o terceiro maior mercado do Brasil. A previsão é que em 2009, o ritmo de investimento se mantenha aquecido e a empresa passe por uma ampliação estrutural. No ano passado houve um aumento de 60% no quadro de funcionários, 89% no número de corretores autônomos e 25% no número de equipes de vendas. Com isso, a empresa contribui ainda com a geração de emprego. “Inovamos no mercado de Brasília com a criação do cargo de coordenador de produtos para cada empreendimento específico e isto tem melhorado o resultado de nossos lançamentos. Também estamos em fase de implantação de vendas online. A idéia é que o contrato seja feito em tempo real, pela internet”, conta.   
BSB, 29/1- A Camargo Corrêa Cimentos anunciou hoje que vai pagar dividendos intermediários de R$0,20 por ação a partir de 30 de janeiro. O pagamento será feito indistintamente às ações ordinárias e preferenciais. O montante é oriundo da conta reserva de investimentos, com base no balanço patrimonial de 30 de setembro de 2008.   
BSB, 29/1- A Tecnisa informou hoje que os lançamentos totalizaram R$ 826 milhões no quarto trimestre do ano passado, o que representa aumento de 11,4% em relação ao mesmo período do ano de 2007. Desse total, R$ 645 milhões referen-se à parcela da companhia. No ano de 2008, os lançamentos somaram R$ 1,89 bilhão, sendo R$ 1,52 bilhão relativos à parcela Tecnisa. A cifra é 72,9% superior ao volume lançado em 2007. Os dados operacionais são preliminares Em comunicado, a Tecnisa confirma o cumprimento do o guidance fornecido no final de 2007 (sem revisão). "Mostrando, assim, capacidade de planejamento financeiro e operacional", destaca nota. A companhia também anunciou a prévia do desempenho das vendas no quarto trimetre e o acumulado em 2008, que atingiram R$ 339,3 milhões e R$ 1,35 bilhão, respectivamente 39% e 114,9% acima do registrado em igual período de 2007.   
BSB, 29/1- A Agra Empreendimentos Imobiliários informou que o AC0 Fundo de Investimentos Multimercado comprou, por meio do Banco J.P. Morgan, 425 mil acões ordinárias (AGIN3), totalizando 24.096.814 papéis, o que corresponde a 10,07% do capital social da companhia. "A adquirente declara que não se trata de aquisição do controle da Companhia, mas sim de investimento que não busca a alterar a administração, composição de controle ou o regular funcionamento da companhia", destaca comunicado.   
BSB, 28/01- A varejista norte-americana de materiais e produtos para construção Home Depot anunciou, nesta segunda-feira, o corte de 7 mil postos de trabalho, quase 2% de seus efetivos no mundo, além de fechar lojas de móveis de luxo - as EXPO - e redesenhar sua logística. A reestruturação inclui US$ 532 milhões em provisões, dos quais US$ 390 milhões no quarto trimestre de seu ano fiscal. O lucro por ação deve se manter dentro de suas previsões, o que significará queda de 24% em relação a 2007.   
BSB, 28/01- A queda da taxa básica de juros e a consequente retração da taxa real podem voltar a beneficiar alguns setores econômicos que saíram da pauta de investimentos aos primeiros sinais de redução de crédito no País. Altamente dependentes de financiamento e do nível de confiança do consumidor, varejo e construção são apontados por analistas e gestoras como alternativa de aporte na renda variável. O primeiro impacto da redução da Selic foi camuflado nas ações brasileiras pelo mau desempenho das bolsas de valores no exterior e indicadores nos Estados Unidos. Mas podem despontar conforme as primeiras medidas do novo governo norte-americano e também do governo brasileiro comecem a surtir efeito. Além do impacto operacional que o ciclo de redução da Selic pode trazer para as empresas, a taxa de juros é considerada o custo de oportunidade para a bolsa de valores. Na teoria, a queda de juros no longo prazo torna o investimento em ações mais atrativo não só porque barateia a captação de recursos e permite retomada do crédito, mas porque fica menos interessante aplicar em renda fixa, abrindo o apetite por risco. Na construção, mesmo as líderes Cyrela Brazil Realty e Gafisa não deslancharam. O setor é considerado mais "delicado", até pelo excesso de ações na BM&F Bovespa, mas também contribuiu para o receio do investidor a revisão feita há uma semana pela Fitch Ratings. A agência rebaixou de uma só vez a nota de cinco incorporadoras. "A Selic é um norte as ações, mas o investidor deve acompanhar dados como venda de cimento, produção de aço longo e balanços, antes de investir", aconselham analistas.   
BSB, 26/01- Alterações nos fundamentos do mercado imobiliário e a expectativa de que as construtoras brasileiras enfrentarão um ambiente operacional desafiador e pressões financeiras este ano e em 2010, levaram a agência de avaliação de riscos Fitch Ratings a rebaixar quatro construtoras brasileiras e colocar ratings em perspectiva negativa. A lista é composta por Cyrela, Even, Gafisa e Trisul. Já a Company, outra empresa avaliada pela agência, teve ratings mantidos em "observação positiva", por conta da mudança de controle, demandando mais tempo da Fitch para analisá-la. "Essas são as empresas que têm rating público coberto pela Fitch. Se a lista fosse maior, estaríamos vendo outras empresas", afirma o diretor da área de avaliação de empresas da Fitch Ratings, José Roberto Romero. Segundo o executivo, embora a análise das companhias seja feita individualmente, neste momento, o que mais pesa é o risco do setor, que teve um aumento, provocado principalmente por fatores macroeconômicos. Além do arrefecimento da economia, a Fitch acredita que acesso ao crédito imobiliário seja limitado, assim como espera que seus custos sejam mais altos. Entre outros fatores que levaram a agência a rebaixar os ratings das construtoras está a perspectiva de enfraquecimento da demanda e da confiança dos consumidores, além da redução de renda do brasileiro. "A construção civil depende muito desses fatores. É uma característica do negócio", diz Romero. O setor que viveu mo-mentos de euforia no início do ano passado, com perspectivas de volumes recordes de lançamentos e vendas é visto agora com mais cautela.   
BSB, 26/01- O processo de veiculação, visitação e vendas na internet são o início de uma campanha bem estruturada e com bons resultados. Atualmente, 4% do volume total de investimentos em publicidade feitos no Brasil são destinados para a internet. Para o diretor de novos negócios da WEBTraffic, Mirko Mayeroff, a crise econômica mundial deve impulsionar esse percentual gradativamente. “A internet vem crescendo nos últimos anos, tanto no volume de internautas quanto no volume de players (lojas online). O crescimento vertiginoso aliado à condição que a internet tem de mensurar toda e qualquer ação online, já bastaria para prever que um prato cheio de boas novidades nos espera”, diz Mayeroff. Segundo ele, um grande exemplo disso são as montadoras americanas, que adotaram como estratégia migrar os investimentos de outras mídias para a internet, pois acreditam que com o marketing online podem atingir os consumidores que estão prontos para a compra e melhorar seus resultados. Isso graças às vantagens de se trabalhar nesse meio: a publicidade online permite estruturar, mensurar, avaliar, mostrar resultados e redirecionar ações com agilidade. “Apesar de estarmos diante de um período de crise econômica, o crescimento acelerado, a agilidade e o mapeamento de todas as ações realizadas na internet são parte do processo que impulsiona a publicidade online para a expansão. A expectativa é que continuemos assim”, conclui Mayeroff.   
BSB, 24/01- Com duração de um ano, a especialização em Design de Interiores: Crítica, Método Projetual e Aplicação, da PUC-Rio está voltada para um público composto por designers, arquitetos, artistas plásticos, demais graduados ou licenciados nas áreas correlatas interessados na discussão teórica dos projetos em design de interiores. A duração é de um ano. O curso tem como objetivo desenvolver a teoria que fundamenta esta área e a sua prática projetual. Visa também promover uma reflexão crítica, para que seja possível problematizar os aspectos práticos do projeto de interiores. Tem como linha mestra prover ferramentas aos profissionais interessados - ou atuantes - neste mercado de trabalho. Este diferencial fará com que o aluno esteja preparado para pensar, defender seu projeto e ideias de maneira coerente e consistente. Os alunos terão aulas expositivas e participarão de debates, dinâmicas de grupo e visitas a empresas especializadas. As aulas serão ministradas na Unidade Gávea, que fica na rua Marquês de São Vicente, 225 - casa XV – Gávea. Mais informações pelo telefone 0800 970 9556 e no site www.cce.puc-rio.br.   
BSB, 23/01- A Incorporadora GSP, de Ourinhos (SP), especialista em projetar loteamentos fechados e dotados de infraestrutura básica, abre a sede da região Sul em Florianópolis para coordenar empreendimentos projetados para Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso. A empresa atua em 10 estados, mas optou pela expansão na capital catarinense porque é o mercado que mais cresce no País e o que possui maior representatividade no Valor Geral de Vendas (VGV). Santa Catarina tem participação de 40% no potencial de vendas da incorporadora. O VGV previsto para os anos de 2008, 2009 e 2010 é de R$ 3,5 bilhões, advindos de 54 incorporações em andamento ou a serem lançadas, das quais 25 estão na região Sul. O maior projeto a ser lançado está sendo desenvolvido em Florianópolis, numa área de 5,7 milhões de metros quadrados, próximo à renomada praia de Jurerê Internacional. O investimento total será de R$ 800 milhões e vai dispor de moradia para 20 mil pessoas. A intenção do diretor presidente da GSP, Reynaldo Galves Leal, é lançar um novo modelo de bairro para Florianópolis. "O empreendimento será ecologicamente correto, auto-sustentável no âmbito de aproveitamento de água e energia para não haver impactos negativos no meio ambiente", detalha. "O espaço foi direcionado para atingir várias classes. Pensamos em atender o Sapiens Parque, projeto do governo do Estado que vai demandar mão-de-obra e as pessoas vão precisar de moradia", diz. O Sapiens Parque é um programa de inovação concebido para promover o desenvolvimento de segmentos econômicos que já são vocação de Florianópolis, como o turismo, a tecnologia, o meio-ambiente e serviços especializados. O projeto, que está em fase de implantação, vai gerar R$ 2,31 bilhões e 30 mil empregos diretos durante 20 anos.   
BSB, 22/01- A CR2 Empreendimentos Imobiliários aprovou o Programa Patrocinado de Depositary Receits Nível 1, conforme informações enviadas a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De acordo com a empresa, o programa vai permitir a negociação no mercado de balcão norte-americano de títulos lastreados em ações ordinárias de emissão da empresa. "Acreditamos que o programa atenderá à demanda de investidores que possuem restrições legais ou regulatórias para investir em nossas ações ordinárias, além de aumentar a visibilidade da companhia e a liquidez dos valores mobiliários de sua emissão", de acordo com comunicado. Para a operação, o Banco Itaú será a instituição custodiante das ações ordinárias no Brasil, e o The Bank of New York Mellon vai ser a instituição depositária nos Estados Unidos, responsável pela emissão dos Depositary Receipts, à razão de 1 para cada 4 ações ordinárias. O programa não representa a emissão de novas ações ou oferta pública de ações já existentes.   
BSB, 21/01- A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário, empresa de incorporação imobiliária do Grupo Camargo Corrêa, um dos maiores conglomerados econômicos brasileiros e uma das líderes do segmento de incorporação de imóveis residenciais e comerciais do Brasil, informou hoje que solicitou o cancelamento do contrato firmado com a Credit Suisse (Brasil) Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado das ações da companhia no âmbito da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa/BM&F). De acordo com o comunicado da empresa, o serviço deixará de ser prestado no dia 19 de fevereiro de 2009.   
BSB, 21/01- A Brascan Residential Properties, uma das maiores incorporadoras integradas do Brasil, anunciou hoje que o Conselho de Administração aprovou a emissão de 100 milhões de ações ordinárias novas, dentro do limite do capital autorizado, proporcionando um aumento de capital de R$ 200 milhões. O preço de emissão das novas ações, R$ 2,00/ação, foi fixado com base no valor de mercado. Tendo em vista a grande volatilidade do mercado de capitais brasileiro e buscando estimular a participação de acionistas minoritários para subscrever os seus diretos, a Brascan decidiu emitir as ações com um deságio em relação ao mercado. Em relação ao volume médio ponderado das cotações de fechamento da BISA3 nos últimos trinta pregões (de 28/11/2008 a 14/01/2009), o preço de R$ 2,00 representa um deságio de aproximadamente 12%. As novas ações farão jus a todos os dividendos, juros sobre o capital próprio, bonificações e eventuais remunerações de capital que vierem a ser declarados pela Brascan após a homologação do aumento de capital pelo Conselho de Administração. Todos os acionistas da Brascan poderão participar da operação em igualdade de condições. Os acionistas controladores se comprometeram a subscrever seus respectivos direitos de preferência (58,5% do capital social da Brascan). Mais do que isso, a Brookfield Asset Management, gestora global com aproximadamente US$ 90 bilhões de ativos sob gestão (dos quais aproximadamente U$ 38 bilhões em ativos imobiliários), comprometeu-se a subscrever, por meio da Brascan Brasil Ltda., a totalidade das eventuais sobras, garantindo que os R$ 200 milhões de aumento de capital serão concretizados. O prazo para exercício do direito de preferência na subscrição de ações será de 30 dias, de 16/01/2009 a 16/02/2009. A partir de 16/01/2009, as ações de emissão da Brascan passarão a ser negociadas ex-subscrição.   
BSB, 19/01- Calor e férias, clima propício para concretizar sonho da casa nova. E para ajudar mais a realização desse projeto, a Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, lança promoção 'Verão de Casa Nova'. Durante a campanha, válida até o dia 31, a empresa premiará o comprador de uma ou mais unidades de um imóvel Rossi. Todos os clientes que escriturarem imóvel Rossi até o último dia de janeiro terão 'Compra Garantida' (carência no pagamento de parcelas durante a obra por até seis meses em caso de imprevisto profissional) e, no caso dos compradores que quitarem todas as parcelas no prazo, receberão parcela bônus de até R$ 3 mil. 'Tentamos incentivar a tomada de decisão pelo cliente que desejar sair do aluguel ou comprar novo imóvel em 2009', afirma Leonardo Diniz, diretor comercial da Rossi   
BSB, 17/01- O novo empreendimento da Stan, o Condomínio Praça Guedala, entrou na onda ecológica. Vai contar com um programa de gestão de carbono para medir as emissões de gases de efeito estufa ocorridas durante o processo da construção do empreendimento. Todo o levantamento será produzido pela Ativos Técnicos Ambientais, empresa especializada em assessoria no processo de gestão de carbono.   
17/01- A Rodobens Negócios Imobiliários registrou um crescimento de 70% em vendas contratadas em 2008, chegando a R$ 536 milhões. Foram vendidas 6.438 unidades, das quais 84% de empreendimentos com preço médio inferior a R$150 mil. No quarto trimestre as vendas contratadas somaram R$ 89 milhões, uma queda de 38% sobre o mesmo período de 2007. No ano passado, os lançamentos alcançaram R$660 milhões, segundo prévia dos resultados divulgada ontem. Em 2008, foram lançados projetos em 16 novas cidades   
BSB, 15/01- A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário informou hoje que foi aprovado o encerramento do programa de recompra de ações de própria emissão autorizado em 28 de dezembro de 2007, por meio do qual foram adquiridas 3.900.000 ordinárias de emissão da companhia para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento. Além disso, a empresa aprovou o cancelamento de 3.900.000 ações ordinárias de emissão da companhia, mantidas em tesouraria e adquiridas por meio do programa de recompra de ações, sem redução do valor do capital social. De acordo com o comunicado da Camargo Corrêa, em decorrência do cancelamento, o capital subscrito de R$ 540.188.796,37 passará a ser representado por 113 milhões de ações ordinárias nominativas, escriturais e sem valor nominal.   
BSB, 13/01- Os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) movimentaram R$ 4,8 bilhões em 2008 com evolução de nada menos que 233,75% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo levantamento da NOVA Financial, empresa especializada em securitização imobiliária. Eduardo de Barros, diretor da Nova Financial, diz que os dados demonstram a crescente procura por securitização de recebíveis imobiliários como alternativa para as empresas na obtenção de capital de giro ou na viabilização de novos empreendimentos imobiliários. Os Certificados de Recebíveis Imobiliário (CRI) são títulos de renda fixa de longo prazo -emitido exclusivamente por uma companhia securitizadora com lastro em um empreendimento imobiliário - que pagam juros ao investidor. Os lastros mais comuns de um CRI são os créditos decorrentes de contratos de compra e venda com alienação fiduciária do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), de contratos de locação (built-to-suit) ou os gerados por escrituras de direito real de superfície.   
BSB, 11/01- A Brascan Residential Properties, em conjunto com a sua subsidiária Company, informou hoje que cumpriu suas projeções (guidance) de lançamentos para 2008 no montante de R$ 2,7 bilhões, registrando um crescimento de 39%, em relação aos seus lançamentos em 2007. As vendas contratadas totalizaram R$ 1,1 bilhão em 2008, uma redução de 15% em relação ao ano anterior. Esse impacto é decorrente da estratégia adotada para maximização de rentabilidade de três grandes projetos de escritórios Trilple A, lançados em 2008, cujo foco está na comercialização total ou de parte significativa para investidores institucionais ou grandes empresas. Os projetos Faria Lima e Parque da Cidade já se encontram em fase de obras. As vendas contratadas no segmento residencial representaram 87% do volume total de vendas contratadas de 2008, apresentando um crescimento de 28% quando comparadas ao mesmo período do ano anterior. Para o ano de 2009, a Brascan projeta lançamentos entre R$2,5 e R$3,1 bilhões.   
BSB, 11/01- Uma construtora de Arizona, nos Estados Unidos, resolveu oferecer um carro Bentley como brinde para quem comprar uma das duas casas milionárias, que estão à venda há cerca de um ano. O automóvel, do modelo Continental GT, é avaliado em US$ 200 mil (R$ 441 mil). As residências estão localizadas em Paradise Valley, subúrbio da cidade de Phoenix, onde mora o músico Alice Cooper. Cada casa está sendo vendida por um valor US$ 1 milhão menor que o preço original, de acordo com a Five Star Development Group. Uma das propriedades tem 724 m² e é oferecida por US$ 5 milhões. A segunda, chamada "Tuscan Estate", possui cinco quartos e a mesma quantidade de banheiros, com 696 m² e um preço de US$ 4 milhões. A construtora também oferece, no lugar do Bentley, um cartão com 50 horas de vôos pela NetJets ou um mês de estadia no hotel New Port Beach Marriot a cada ano pelo resto da vida. De acordo com o porta-voz da Five Star Brendan Mann, o comprador ainda pode optar por um desconto de US$ 200 mil no valor da casa.   
BSB, 8/01- A Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações comunicou hoje a aprovação de emissão de 23, 993 mil ações da companhia no valor total de R$ 293,93. Às ações emitidas, "não foi aplicado direito de preferência dos acionistas". De acordo com a Cyrela, após as emissões, o capital social da empresa é de R$ 1,357 bilhão, dividido em 355.7 milhões de ações, todas ordinárias, nominativas e escriturais, sem valor nominal.   
BSB, 6/01- A Rede de Imobiliárias Associadas (RIA), empresa da Apolar Imóveis, e a Pronto!, subsidiária da Lopes, negociam para formar uma joint venture. A expectativa é que a associação entre as empresas seja finalizada até 7 de fevereiro. De acordo com o superintendente da Apolar Imóveis, Jean Michel Galiano, a RIA está fazendo um negócio de expansão com a Pronto!, que vai proporcionar abrangência nacional das empresas no setor imobiliário. "A idéia é expandir um negócio que já faz sucesso, que são as franquias de vendas de terceiros, para outros estados que ainda não atuamos, como, o Rio Grande do Sul e o interior de São Paulo."   
BSB, 3/12- A exemplo do bom desempenho de todas as carteiras teóricas da BM&FBovespa no pregão de sexta-feira, os dois novos índices calculados pela bolsa estrearam com boa valorização. De acordo com informações da bolsa, os novos indicadores reúnem ações selecionadas pela liquidez e pelo valor de mercado dos papéis disponíveis para negociação dos setores de consumo e atividades ligadas à construção civil. No primeiro dia de acompanhamento, o Índice Imobiliário, batizado de Imob, teve ganhos de 6,80%; enquanto o Índice de Consumo (Iconsumo), identificado pela sigla Icon no pregão, registrou alta de 4,46%.   
BSB, 3/01- A Braskem comunicou hoje que 6,5% de suas ações preferenciais do tipo classe A, representantes de 4,1% do capital de toda a companhia, deixaram de pertencer a Odebrecht Investimentos em Infra-Estrutura (OII) e passam a ser da Belgrávia Investimentos Imobiliários. Assim, a OII zerou sua participação acionária na Braskem. Em comunicado, a Braskem ressaltou que 'tal transação não altera a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia, tendo em vista que tanto a OII quanto a Belgrávia pertencem ao grupo de controle da Braskem.'   
BSB, 1/01- A Cerâmica Chiarelli, que está no mercado há 72 anos, apresentou ontem pedido de recuperação judicial nos termos da nova Lei de Falências junto à Comarca de Mogi Guaçu (SP). Dentre as razões que levaram a empresa ao pedido está a desaceleração do desempenho do setor cerâmico associada à restrição de acesso ao crédito, que levou a companhia a viver dificuldades em obter recursos para seu giro financeiro. Agora, a Chiarelli planeja o fechamento da" fábrica I" e a realocação da produção na outra unidade da empresa, localizada no mesmo município de Mogi. Demissões não estão descartadas. O controle da companhia é da Agro Pecuária Pantanal, que detém 58,23% das ações com direito a voto. Segundo o diretor presidente e de relações com investidores da Chiarelli, Caio Albino de Souza, a empresa vem enfrentando dificuldades de capital de giro há cerca de quatro anos, desde que houve um reposicionamento de mercado que visava a exportação de 50% da produção, que segundo dados da própria companhia, soma 620 mil metros quadrados. De acordo com o executivo da Chiarelli, a combinação da desvalorização do dólar e conseqüente encarecimento do produto brasileiro no exterior, com a crise financeira internacional, que reduziu a demanda do mercado externo, fez com que a companhia tivesse deterioração de suas contas. O pedido foi feito para atender à exigência de apresentação de um plano de recuperação e reestruturação da empresa para receber um novo aporte. A Chiarelli pretende apresentar seu plano em 60 dias. Esse plano, segundo Souza, inclui a transferência da produção da fábrica I da companhia, que possui 45 mil metros quadrados, para a segunda planta, de 26,5 mil metros quadrados que por se tratar de uma fábrica mais nova pode ter sua produtividade aumentada.   
BSB, 31/12– A última terça-feira (23) foi de fraco movimento para as bolsas de modo geral, mas o setor imobiliário pode ser considerado exceção. Com indicadores ruins aqui e lá fora, as ações lideraram isoladas o movimento negativo do Índice Bovespa. O grande destaque ficou com Cyrela e Gafisa, que despencaram. O pouco volume de negócios do dia foi totalmente destinado às vendas se tratando das ações do setor. Nos Estados Unidos, o setor reforçou seu caráter de raiz de crise e foi o peso contra nos noticiários. As vendas de casas novas e usadas desabaram no país em novembro. Para se ter uma idéia, os contratos de vendas de casas usadas caíram 8,6% na última passagem. A referência ruim vinda de fora encontrou catalisadores domésticos. Como idéia do expressivo impacto das restrições de crédito ao setor, as vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo marcaram impressionante queda de 75% em outubro, segundo dados do Secovi-SP. Foi o segundo recuo consecutivo do indicador. "Nós nos surpreendemos muito. Mas é preciso ponderar que outubro concentrou a maior parte das más notícias e levou a uma desconfiança maior por parte dos compradores", analisa Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. A previsão do BC de forte desaceleração do crédito em 2009 já sugeria pressão sobre as imobiliárias e bancos. Conforme destacou o chefe do Departamento Econômico da instituição, Altamir Lopes, o volume de crédito deve crescer 16% no ano que vem, metade do crescimento acumulado nos últimos doze meses. Diante do desafio, as ações despencaram. A média dos ativos apontou uma queda que superou em muito a desvalorização de 3,05% do Índice Bovespa. As ações de Gafisa ( GFSA3 ) e Cyrela ( CYRE3 ) lideraram isoladas as perdas do principal índice de ações brasileiro, com perdas de 10,57% e 8,83% respectivamente.   
BSB, 31/12- A LPS Brasil Consultoria de Imóveis divulgou seu guidance para o ano de 2009. A projeção para o valor geral de vendas (VGV contratado) da companhia para o mercado primário em 2009 ficaria entre R$ 5,5 bilhões e R$ 6 bilhões, a uma comissão líquida média equivalente a 2,4%.   
BSB, 30/12- A Inpar enviou comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), informando a venda de ativos em São Paulo em montante superior a R$ 100 milhões que reforçam a posição de caixa da companhia. A venda do Prime Medical Center, do edifício sede da Cargill e do edifício Itapaiuna dão continuidade ao plano estratégico da companhia de se concentrar em oportunidades de incorporação e desinvestimento de ativos não relacionados ao negócio ('non-core'). O edifício Prime Medical Center, que se encontra em construção e tem conclusão prevista para junho de 2009, foi vendido para um fundo de pensão local por R$ 57 milhões. Nos termos do contrato, a Inpar tem direito a um prêmio de R$ 8 milhões que está atrelado à taxa de ocupação do edifício. O Fleury Medicina e Saúde irá ancorar o empreendimento e ocupará aproximadamente 35% do edifício. A Inpar também vendeu dois edifícios comerciais no bairro do Morumbi, em São Paulo. O edifício comercial que funciona como sede da Cargill no Brasil foi vendido por R$ 30 milhões (parte Inpar). A outra propriedade comercial, conhecida como edifício Itapaiuna foi vendida por R$ 18 milhões. Segundo informou a empresa, as recentes vendas de ativos non-core e parcerias em projetos já geraram montante superior a R$ 200 milhões, dos quais aproximadamente R$ 160 milhões entraram no caixa da Inpar até o momento.   
BSB, 27/12- A Lopes, maior empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários do Brasil, informou hoje que encontra-se em fase avançada de negociações, através de sua subsidiária Pronto!, com a Rede de Imobiliárias Associadas (RIA Serviços Imobiliários) do Grupo Apolar para a aquisição de participação de controle, tendo firmado nesta data, acordo de exclusividade para conclusão do processo de aquisição. De acordo com o comunicado da companhia, o acordo vigorará até 07 de fevereiro de 2009. A RIA do Grupo Apolar atua nos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Atualmente conta com mais de 20 mil clientes e 34 franquias, além de uma loja central, sendo uma das maiores redes de franquia imobiliária do país.   
BSB, 24/12- A Agra Empreendimentos Imobiliários informou hoje que concluiu o aumento de capital cuja emissão foi aprovada dentro dos limites do capital autorizado, com a subscrição de 78.125.000 ações num montante de R$ 100.000.000,00. O capital social da companhia passará a ser representado por 239.296.539 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal.   
BSB, 24/12- O grupo estrangeiro Paladin Prime, que investe no setor imobiliário residencial, decidiu fazer um aporte de R$ 94,6 milhões na construtora Inpar, que anunciou ontem um aumento de capital da ordem de R$ 180 milhões. Com a operação, o Paladin Prime poderá obter 52% das ações e ficar inclusive com o controle da construtora. Segundo a Inpar, seus atuais acionistas cederam ao Paladin o direito de comprar ações que eles próprios poderiam adquirir com o aumento de capital. Hoje, a Inpar é controlada pela ISA Incorporação, que tem 41,4% do capital e poderá ficar com apenas 19,9%. Também estão na empresa o Grupo Neves (9,8%) e o fundo Ascet (3,3%). Após o aumento de capital, os minoritários da Inpar, que detêm hoje 45,5% da empresa, poderão ser diluídos para 12,8%. A transação ainda precisa ser aprovada em assembléia pelos acionistas.   
BSB, 24/12- A Construtora Tenda, empresa que atua no setor imobiliário residencial, informou que Paulo Roberto Cassoli Mazzali foi nomeado diretor financeiro e de relações com investidores (RI), conforme aprovado em reunião realizada ontem. Mazzali substitui Alceu Duilio Calciolari, que atuava no mesmo cargo e permanece como vice-presidente do conselho de administração.   
BSB, 24/12- A Tecnisa anunciou hoje o lançamento do empreendimento Landscape, em Fortaleza, com valor geral de vendas (VGV) total de R$ 250,1 milhões, sendo 80% da Tecnisa. De acordo com a companhia, com este empreendimento o VGV de lançamentos este ano chega a R$ 1,8 bilhão, sendo que R$ 1,5 bilhão correspondente a parte da Tecnisa.   
BSB, 22/12- A Aracruz informou que entregou os certificados de conclusão das 428 participantes dos dois primeiros módulos do curso de formação de mão-de-obra feminina para construção civil, promovido pela Aracruz no Rio Grande do Sul. O terceiro módulo, com 109 alunas, encerrou suas atividades no dia 23 de dezembro. Participam do programa, gratuito e inédito no Estado, mulheres residentes em Guaíba, com idade acima de 18 anos, que tenham cursado até a 4ª série do ensino fundamental. A capacitação é realizada na Escola Estadual Augusto Meyer, em Guaíba. A Aracruz construiu dez salas de aula e realizou a reforma no galpão de atividades culturais do colégio. O programa oferece 549 vagas nas modalidades de carpinteira, pedreira, armadora de ferragens, eletricista predial, pintora predial e instaladora hidrossanitária.   
BSB, 20/12- Está no ar a Coleção Bem-Viver, menu de ofertas de produtos imobiliários prontos para morar ou em construção para todos os gostos, promovida pela Lopes e parceiras de consagradas incorporadoras do setor. São 11 variedades com condições especiais de pagamento, diferentes datas de entrega e localizações, preços e condições de pagamentos especiais para o cliente fazer a escolha certa que melhor se adéqua a seu perfil. Idéia de reunir várias construtoras para divulgar em uma única campanha empreendimentos em diferentes fases de acabamento tem agradado ao consumidor. 'A campanha é opção que permite às construtoras economia em escala, e ao mesmo tempo, facilita a vida do comprador, premiando-o. Mercado precisa de ações criativas para garantir que o mercado continue aquecido', completa Ricardo Teixeira, diretor-geral da Lopes. A coleção oferece diferentes produtos nos Setores Bueno, Vila Alpes, Jardim Novo Mundo e Pedro Ludovico, entre outros.   
BSB, 20/12- A Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações informou hoje que recebeu comunicado da Sloane Robinson LLP, sociedade constituída e existente de acordo com as leis da Inglaterra, na qualidade de gestora de investimentos no exterior, informando que, em 16 de dezembro de 2008, alienou por conta de seus clientes, 18.250 Global Depositary Receipts (GDRs), equivalentes a 365 mil ações ordinárias nominativas de emissão da companhia, de forma que a participação detida pelos Clientes Sloane Robinson passou a representar 5% do total das ações ordinárias de emissão da companhia. A Sloane Robinson declara que as ações ordinárias são detidas pela Sloane Robinson em nome de Clientes Sloane Robinson apenas com o objetivo de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia. "Não há bônus ou direitos de subscrição, opções de compra de ações ou debêntures conversíveis em ações ordinárias de emissão da companhia detidas, direta ou indiretamente, pela Sloane Robinson ou pessoa a ela ligada, bem como não foi celebrado pelos Clientes Sloane Robinson qualquer contrato ou acordo que regule o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários emitidos pela companhia", afirmou o comunicado da Cyrela.   
BSB, 18/12- As construtoras Enes e Zayd formam a mais nova parceria do mercado imobiliário do Rio de Janeiro. Elas pretendem ofertar cerca de 600 unidades e gerar VGV de R$ 120 milhões. O primeiro lançamento ocorreu em novembro, em Jacarepaguá, e a parceria prevê ainda mais quatro lançamentos para o próximo ano, sendo um na Tijuca e três na zona oeste: dois em Campo Grande e outro em Jacarepaguá. Uma grande aposta das construtoras é a Tijuca, bairro que está há bastante tempo sem lançamentos de grande porte.   
BSB, 18/12-- A Company informou que efetua hoje o pagamento de dividendos intermediários e intercalares, no valor total de R$ 100 milhões. O montante corresponde a R$ 78.953.336,08 ou R$ 1,096481825 por ação referentes aos dividendos intermediários e R$ 21.046.663,92 ou R$ 0,292290176 por ação dos dividendos intercalares. A Company não conta mais com ativos no mercado à vista já que foi incorporada pela Brascan Resiential Properties. A operação foi anunciada em setembro deste ano, quando juntas somavam lucro líquido de R$ 210 milhões, posicionando-se como a segunda maior empresa do setor.   
BSB, 17/12- A Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações, empresa com atuação no setor de incorporação imobiliária residencial, informou que adquiriu a participação detida pela Viver Empreendimentos Imobiliários e Participações na Concima Participações, passando a deter 100% do capital social da Concima Participações, tendo em vista a parceria que havia formado com a Concima Empreendimentos e Construção, através da constituição da Concima Participações, cujo capital social era detido 80% pela subsidiária da Cyrela, Living Empreendimentos Imobiliários, e 20% pela subsidiária da Concima, Viver Empreendimentos Imobiliários e Participações. Além disso, a Cyrela adquiriu também participação da Viver em outras sociedades nas quais tinham parceria para o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários, passando a deter também 100% do capital social dessas sociedades. O valor total envolvido na operação foi de R$ 10.215.550,00. De acordo com o comunicado da empresa, foram celebrados em 12 de dezembro de 2008, o distrato do Acordo de Quotistas da Concima Participações e o novo Acordo Operacional com a Concima, por meio do qual a Concima, ou empresa por esta contratada, dará a preferência à Cyrela na realização dos empreendimentos por ela originados, bem como prestará serviços de construção em regime de empreitada global ou custo alvo à Cyrela, em relação aos empreendimentos que haviam sido desenvolvidos durante a parceria.   
BSB, 15/12- A MRV Engenharia através da parceria com a Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros de seus imóveis populares em até 25%. São indíces que se comparam com os praticados no México, um dos menores do mundo. Os clientes da construtora terão a oportunidade de adquirirem imóveis com juros a partir de 0,37% ao mês. A construtora possui uma sólida parceria com a CEF de mais de 25 anos e é a única construtora brasileira que atua com agente negocial da instituição. De acordo com a empresa, a redução no valor dos juros dos imóveis da MRV só foi possivel porque a Caixa Econômica Federal anunciou na semana passada um corte das taxas dos financiamentos habitacionais para 4.5% ao ano, para trabalhadores que tem renda familiar até R$ 1.875,00 e pelo menos 36 meses de contribuição com o FGTS. Com isso, as prestações dos imóveis da construtora vão caber no bolso de um contingente muito maior de trabalhadores. O governo tem adotado uma politica agressiva para baratear os financiamentos. Com isso, espera induzir os bancos privados a fazerem o mesmo. Os imóveis que tiveram as taxas reduzidas são todos condomínios fechados verticias, que serão construídos nos melhores bairros das 63 cidades onde a empresa possui empreendimetnos têm como características comuns a presença marcante de áreas verdes com paisagismo, fachadas diferenciadas, possuem guarita de segurança, além de possuir otimização econômico-financeira da área do condomínio   
BSB, 14/12- A Brascan Resiential Properties informou que as frações de ações ordinárias resultantes da substituição da posição dos ex-acionistas da Company foram agrupadas em 389 ações de emissão da BRP, as quais foram alienadas em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo. Segundo comunicado, o leilão atingiu R$ 890,49, resultando na proporção de R$ 2,289177377 para cada uma ação de emissão da BRP devendo tal valor ser pago pela BRP aos antigos titulares das frações alienadas, proporcionalmente às frações por eles detidas, nesta quinta-feira. A iniciativa faz parte do processo de reorganização societária que visa a incorporação da Company pela Brascan. A operação foi anunciada em setembro deste ano, quando juntas somavam lucro líquido de R$ 210 milhões, posicionando-se como a segunda maior empresa do setor. Na ocasião, foi anunciado que todos os acionistas da Company migrariam para a base acionária da Brascan, recebendo 76.978.000 novas ações da BRP ou 1,0690 ação da Brascan para cada uma ação da Company, além de um pagamento de R$ 200 milhões à vista.   
BSB, 14/12- A Agra Empreendimentos Imobiliários anunciou o fim do prazo para subscrição de ações visando o aumento de capital. A companhia informa que na primeira rodada de sobras foram subscritas 15.134.853 ações, ao preço de emissão de R$ 1,28 por ação, totalizando o valor de R$ 19,4 milhões De acordo com comunicado, considerando o período de subscrição e o rateio de sobras, foram subscritas 76.393.212 ações de um total de 78.125.000 ações. O montante até agora captado é de R$ 97,8 milhões. "As 1.731.788 ações não subscritas foram rateadas entre os acionistas que manifestaram interesse na aquisição de sobras", destaca comunicado.   
BSB, 13/12- A Rossi Residencial informou segundo rateio de subscrição de ações, colocando à disposição do mercado 47.898 ações que sobraram da subscrição anterior (3.640.657 unidades). O preço de emissão de R$ 4,35 por ação, totalizando R$ 208,4 mil. A compra pode ser feita via Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) e nas agências do Banco Bradesco. Em comunicado, a Rossi avisa que, caso o procedimento de rateio de sobras não seja concluído no terceiro rateio de sobras, a diretoria fica autorizada a vender o eventual saldo de sobras em bolsa de valores. Ontem, as ações da companhia (RSID3) terminaram o pregão na BM&FBoevspa em alta de 0,66%, a R$ 3,02 .   
BSB, 13/12- O Bradesco conseguiu a liderança no segmento de consórcios de veículos pesados, conquistando, assim, o posto de maior administrador de consórcios do País, com o primeiro lugar também nas modalidades imóveis e automóveis, segundo ranking do Banco Central. A instituição financeira contabilizava, em outubro, 344.123 cotas ativas. A participação do segmento de imóveis era de 25,52% do mercado, com 139.109 cotas. Em automóveis, a participação de mercado era de 23,25%, com 183.566 cotas e em veículos pesados, 20.249 cotas ativas, o que representa 12,67% desse mercado. Nesse segmento, em 12 meses o Bradesco passou da sexta colocação para a primeira. "A liderança geral no mercado de consórcios representa o resultado de um trabalho focado na prestação de serviços aos clientes", afirmou, em nota, o diretor da Bradesco Consórcios, Idevalter Borba. Com o aperto no crédito bancário, os consórcios voltam a aparecer como alternativa para quem deseja comprar eletrodomésticos, imóveis, motos, caminhões e carros. O setor bateu recorde de vendas em outubro, mês em que a crise financeira internacional teve seu pico. Só em motos, foram vendidas 100 mil novas cotas no mês. De veículos pesados, foram 6,3 mil, o maior volume mensal da história do segmento. Ao todo, foram comercializadas 168,7 mil cotas em outubro, o maior volume mensal desde maio de 2005.   
BSB, 12/12- A Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, comemora os bons resultados de 2008 e fecha o ano com números positivos. De acordo com comunicado da empresa, até o 3° trimestre de 2008 foram lançados mais de 36 empreendimentos, o que representa um VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 1,83 bilhão, valor 75% superior ao mesmo período de 2007. No acumulado do ano, a receita líquida alcançou R$ 837,3 milhões, um aumento de 60,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. 'Crescemos em relação ao ano de 2007 e entramos em mercados importantes como os do centro-oeste e do nordeste do Brasil', destaca Heitor Cantergiani, CEO da Rossi. O executivo explica que a estratégia de trabalhar com parceiros locais é fundamental para o sucesso da incorporadora em outras regiões do País. Para vencer a crescente competitividade do mercado imobiliário, a Rossi desenvolveu um método para produção de imóveis no Segmento Econômico. 'Somos bastante diferenciados no segmento econômico porque temos projetos padrões e custos mensuráveis. Conseguimos recriar um empreendimento como as Praças Residenciais em qualquer região do Brasil', explica Cantergiani.   
BSB, 12/12- A Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, comemora os bons resultados de 2008 e fecha o ano com números positivos. De acordo com comunicado da empresa, até o 3° trimestre de 2008 foram lançados mais de 36 empreendimentos, o que representa um VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 1,83 bilhão, valor 75% superior ao mesmo período de 2007. No acumulado do ano, a receita líquida alcançou R$ 837,3 milhões, um aumento de 60,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. 'Crescemos em relação ao ano de 2007 e entramos em mercados importantes como os do centro-oeste e do nordeste do Brasil', destaca Heitor Cantergiani, CEO da Rossi. O executivo explica que a estratégia de trabalhar com parceiros locais é fundamental para o sucesso da incorporadora em outras regiões do País. Para vencer a crescente competitividade do mercado imobiliário, a Rossi desenvolveu um método para produção de imóveis no Segmento Econômico. 'Somos bastante diferenciados no segmento econômico porque temos projetos padrões e custos mensuráveis. Conseguimos recriar um empreendimento como as Praças Residenciais em qualquer região do Brasil', explica Cantergiani.   
BSB, 12/11- Sobre a desistência da Lopes em adquirir a Patrimóvel, uma das maiores imobiliárias do Rio, Rubem Vasconcelos, presidente da empresa afirma que o problema não foi o desempenho da empresa, que vai terminar o ano com um crescimento de 10% no faturamento sobre 2007. A imobiliária comercializou este ano cerca de cinco mil imóveis e faturou em torno de R$ 1,6 bilhão. Ele afirma que a decisão da Lopes foi tomada para se desobrigar de honrar as duas próximas parcelas, que somariam R$ 130 milhões. "Estou recebendo a empresa de volta de braços abertos", declara Vasconcelos, que comprou a imobiliária, uma antiga divisão de vendas da Gafisa, em 1992. "O distrato foi bom para os dois. Vamos nos dedicar ao realinhamento do relacionamento com as incorporadoras e construtoras e investir R$ 5 milhões na divisão de imóveis usados da empresa. A intenção é crescer de 7% para 20% a participação deste segmento no faturamento da empresa", diz, afirmando que será bom ter a Lopes como sócia. Na opinião de Rafael Pinho, analista do banco de investimentos americano Bulltick Capital Markets, o negócio desfeito não deverá afetar o valor das ações da Lopes que ontem fecharam em alta de 4,33%, cotadas a R$ 5,30 . Ele acredita que a decisão da Lopes foi uma estratégia de defesa para preservar o caixa uma vez que a imobiliária tinha planos bastante fortes de expansão diante de um cenário de crédito escasso. Para o mercado é positivo para a Lopes o fato de não haver mais o desembolso do valor do caixa da empresa mas é negativo ela deixar de consolidar as receitas da Patrimóvel. "As receitas da Patrimóvel são relevantes e a Lopes consolidaria sua liderança no Rio de Janeiro", avalia Pinho.   
BSB, 11/12- A Lopes Consultoria de Imóveis desistiu de comprar por R$ 210 milhões a imobiliária Patrimóvel, do Rio de Janeiro. Segundo analistas de mercado, os principais motivos que levaram ao cancelamento do negócio, fechado em novembro do ano passado, foram o baixo desempenho da empresa carioca ao longo do ano, o preço inicial que acabou tornam-se alto para a realidade atual e o cenário internacional de crise que fez a Lopes preferir manter esse dinheiro em caixa. Do valor total, a Lopes já pagou cerca de R$ 80 milhões que foram convertidos em uma participação acionária de 10% na Patrimóvel, e restavam ainda duas parcelas de R$ 60 e de R$ 70 milhões a serem pagas este mês e em dezembro de 2009, respectivamente, das quais a empresa ficou desobrigada. Segundo Marcello Leone, diretor de relações com investidores da Lopes, a ordem de grandeza dos valores do negócio ficou incoerente. Com a mudança no cenário financeiro e econômico e a reprecificação dos ativos, a Patrimóvel passou a equivaler a quase a metade do valor de mercado da Lopes. Segundo o diretor, a contribuição da Patrimóvel para o lucro da Lopes estava muito baixa para a empresa desembolsar uma quantia de R$ 130 milhões. A Patrimóvel hoje representa 10% do volume total de negócios da Lopes e a expectativa inicial, segundo Leone, era de uma participação de 20% nos resultados de 2008. O plano da Lopes quando comprou a Patrimóvel era tornar-se líder no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, onde também tem representação própria. A Lopes manteve o direito de ainda decidir pela compra do restante da empresa pelo preço acordado. A Lopes fechou o terceiro trimestre do ano com um caixa de R$ 138 milhões e tinha a pagar, no dia 30 de setembro passado, R$ 130 milhões referentes à Patrimóvel e R$ 35 milhões de outras aquisições feitas.   
BSB. 10/12- A LPS Brasil Consultoria de Imóveis aditou o contrato de compra e venda da Patrimóvel Consultoria Imobiliária (Aditivo e Patrimóvel), sua subsidiária com sede no Rio de Janeiro. Com o aditivo, a Lopes passa a ficar desobrigada dos pagamentos de R$ 60 milhões, com vencimento em dezembro de 2008, e de R$ 70 milhões, com vencimento em dezembro de 2009, que seriam ainda acrescidos da correção pelo Certificado de Depósito Interbancário (CDI), transformando em uma opção de compra aos valores originais da transação para exercer em até três anos, além de uma preferência de compra pela duração da sociedade. Os valores já pagos foram convertidos em 10% do capital social da Patrimóvel.   
BSB, 8/12- Os principais projetos, empresas e profissionais do mercado imobiliário do Rio de Janeiro já foram selecionados para receber os prêmios do Destaque ADEMI - Prêmio Master Imobiliário 2008, um dos eventos mais aguardados do setor. Em sua nona edição, a iniciativa tem por objetivo reconhecer e estimular a excelência profissional do mercado de construção civil, sempre priorizando o que há de mais inovador e de melhor qualidade dentre os projetos avaliados. A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada no dia 9 de dezembro, no Hotel Intercontinental, em São Conrado. São 19 categorias de premiação com 20 projetos vencedores, pois em uma das categorias houve dois projetos vencedores. Além dos projetos escolhidos, também serão concedidos prêmios a título de reconhecimento e homenagem, às categorias: Empresa, Empresário, Imobiliária e Empresa de Arquitetura, escolhidos por indicação da diretoria da ADEMI e pela delegacia regional da FIABCI/BRASIL no Rio de Janeiro. Os vencedores do Destaque ADEMI têm sua inscrição garantida no Prêmio Master Imobiliário Nacional FIABCI do ano seguinte. Desde 2000, a ADEMI cumpre seu papel de reconhecer os melhores, totalizando mais de 170 projetos e profissionais de significativa relevância para a cidade do Rio de Janeiro. Mais informações sobre o evento e a relação dos vencedores e himenageados podem ser obtidas pelo site www.ademi.org.br.